Eso de vencer a la muerte AYRTON PARECE CONSEGUIRLO
(Cuando se agotan cuatro años de una ausencia que es mentira)
La brecha es más ancha, ahora es de casi cuatro años.
Camino de los 1.500 días, sin saber qué cosa pasó.
¿La barra de dirección afinada y con fallas? ¿el muro alevoso de una curva que la vergüenza colocó a un lado, desfigurándole el continente como para que las protestas no cobraran volumen? ¿el auto muy bajo, rebotando contra los desniveles de un piso que los más exquisitos y calificados de la crítica parecen no reparar, porque ese piso pertenece a Italia?
Por lo menos advierto que camino de los 1.500 días sin respuesta ¿la tendremos alguna vez?- no se comete la vileza de ocuparse de una supuesta falla de Ayrton, camino del despiste, Ayrton, entre los dos bandos que discuten causas, autorías o sinrazones, no se ve vulnerado por ninguna crítica, que supo haberlas en otro tiempo.
Es como que al renovarse los calendarios, una gran mayoría se hubiera puesto de acuerdo en que en el caso de la muerte de Ayrton Senna, Ayrton no está involucrado.
Está más allá de su propia muerte. Como si su muerte fuera de otro.
Un nuevo fenómeno que consigue este muchacho inolvidable que a su pesar, le vino a poner una doble bisagra a la misma historia de la F1.
Primero, ocupándose de las carreras hasta su llegada y después de ella, porque las carreras ya no fueron la misma cosa que antes ¿quien lo duda?.
Después, con la absurda desaparición que ni siquiera los más rigurosos penalistas italianos pudieron desentrañar, como abrumados por el peso de la figura que parece que no ha muerto. Porque todos los días, paradójicamente, hay que ocuparse de ella mientras crecen cada vez más, los voluminosos cuerpos de indagatorias, análisis, pericias, exámenes y declaraciones (algunas de ellas, con doble discurso) que concluyen en una niebla viscosa donde la sospecha es despótica clave.
A la sombra de casi 1.500 días sin sentencia definitiva de verdad, cuando se habla de la gran desgracia sin nombrarlo, me pregunto: Ayrton ¿está muerto?
Pienso que no.
El chico que fue a manejar con Fangio en el cielo debe sonreír por esta nueva broma que como todo lo suyo, lo relaciona casi a su pesar.
Porque, de verdad, parece que Ayrton Senna no murió, ¿Es así?
ALFREDO PARGA
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miércoles, 28 de enero de 2009
Isso de vencer à morte AYRTON PARECE CONSEGUI-LO
Isso de vencer à morte AYRTON PARECE CONSEGUI-LO
(Quando se esgotam quatro anos de uma ausência que é mentira)
A brecha é mais ancha, agora é de quase quatro anos.
Caminho dos 1500 dias, sem saber que coisa aconteceu.
A barra de direção afinada e com falhas? O muro aleivoso de uma curva que a vergonha colocou a um lado, desfigurando-lhe o continente como para os protestes não adquirir volume? O carro muito baixo, quicando contra os desníveis de um piso que os mais excelentes e qualificados da crítica parecem não reparar, porque esse piso pertence a Itália?
Pelo menos advirto que caminho dos 1500 dias sem resposta, a teremos alguma vez?- não se comete a vileza de se ocupar de uma suposta falha de Ayrton, caminho da saída de pista, Ayrton, entre os dois times que discutem causas, autorias ou sem-razões, não se vê vulnerado por nenhuma crítica, que soube té-las em outro tempo.
É como que ao se renovar os calendários, uma grande maioria tivesse concordado em que no caso da morte de Ayrton Senna, Ayrton não está envolvido.
Está além de sua própria morte. Como se sua morte fosse de outro.
Um novo fenômeno que consegue este garoto inesquecível que apesar seu, veio para pôr uma dupla dobradiça a história mesma da F-1.
Primeiro, se ocupando das corridas até sua chegada e depois dela, porque as corridas já não foram a mesma coisa que antes, quem duvida?
Depois, com a absurda desaparição que nem sequer os mais rigorosos penalistas italianos puderam desentranhar, como constrangidos pelo peso da figura que parece que não tem morrido. Porque todos os dias, paradoxalmente, tem que se ocupar dela entretanto crescem cada vez mais, os voluminosos corpos de interrogatórios, análise, perícias, exames e declarações (algumas delas, com duplo discurso) que incluem em uma bruma viscose onde a suspeita é despótica chave.
À sombra de quase 1500 dias sem sentença definitiva de verdade, quando se fala da grande desgraça sem nomea-lo, me pergunto: Ayrton está morto?
Acho que não.
O garoto que foi dirigir com Fangio no céu deve sorrir por esta nova brincadeira que como todo o seu, se relaciona com ele quase apesar seu.
Porque, de verdade, parece que Ayrton Senna não morreu, É assim?
ALFREDO PARGA
(Quando se esgotam quatro anos de uma ausência que é mentira)
A brecha é mais ancha, agora é de quase quatro anos.
Caminho dos 1500 dias, sem saber que coisa aconteceu.
A barra de direção afinada e com falhas? O muro aleivoso de uma curva que a vergonha colocou a um lado, desfigurando-lhe o continente como para os protestes não adquirir volume? O carro muito baixo, quicando contra os desníveis de um piso que os mais excelentes e qualificados da crítica parecem não reparar, porque esse piso pertence a Itália?
Pelo menos advirto que caminho dos 1500 dias sem resposta, a teremos alguma vez?- não se comete a vileza de se ocupar de uma suposta falha de Ayrton, caminho da saída de pista, Ayrton, entre os dois times que discutem causas, autorias ou sem-razões, não se vê vulnerado por nenhuma crítica, que soube té-las em outro tempo.
É como que ao se renovar os calendários, uma grande maioria tivesse concordado em que no caso da morte de Ayrton Senna, Ayrton não está envolvido.
Está além de sua própria morte. Como se sua morte fosse de outro.
Um novo fenômeno que consegue este garoto inesquecível que apesar seu, veio para pôr uma dupla dobradiça a história mesma da F-1.
Primeiro, se ocupando das corridas até sua chegada e depois dela, porque as corridas já não foram a mesma coisa que antes, quem duvida?
Depois, com a absurda desaparição que nem sequer os mais rigorosos penalistas italianos puderam desentranhar, como constrangidos pelo peso da figura que parece que não tem morrido. Porque todos os dias, paradoxalmente, tem que se ocupar dela entretanto crescem cada vez mais, os voluminosos corpos de interrogatórios, análise, perícias, exames e declarações (algumas delas, com duplo discurso) que incluem em uma bruma viscose onde a suspeita é despótica chave.
À sombra de quase 1500 dias sem sentença definitiva de verdade, quando se fala da grande desgraça sem nomea-lo, me pergunto: Ayrton está morto?
Acho que não.
O garoto que foi dirigir com Fangio no céu deve sorrir por esta nova brincadeira que como todo o seu, se relaciona com ele quase apesar seu.
Porque, de verdade, parece que Ayrton Senna não morreu, É assim?
ALFREDO PARGA
Catalogos:
Alfredo Parga,
Ayrton Senna,
Formula 1
That thing of beating death AYRTON SEEMS TO GET IT
That thing of beating death AYRTON SEEMS TO GET IT
(When four years of an absence that is a lie use up)
The breach is wider, now it's almost four years.
On the way to the 1500 days, without knowing what happened.
The steering bar tuned and with fails? The treacherous wall of a curve that shame placed aside, distorting the continent so that the protests don't gather volume? The car very low, bouncing against the unevenness of the floor that the most refined and skilled of the critics seem not to notice*, because that floor is in Italy?
At least I warn that going to the 1500 days without answer, will we have it sometime?- doesn't commit the vileness of dedicated to a supposed failure of Ayrton, going off the track, Ayrton, between the two sides that discuss causes, authorship or unreasonableness, doesn't see himself hurt for any criticism as used to have them in other time.
It's like when renewing the calendar, a great majority have agreed that in the case of Ayrton Senna's death, Ayrton isn't involved.
He's beyond his own death. As if his death were of someone else.
A new phenomenon that this unforgettable boy gets in spite of his regret, he came to put a double hinge to the history of F1 itself.
Firstly, dedicating himself to racing until his arrive and after it because racing were no longer the same thing as before, who doubts it?
Later, with the absurd disappearance that not even the most harsh Italian criminal attorneys could unravel, as overwhelmed for the weigh of the figure that seems not to have died. Because every day, paradoxically, have to dedicate to it while the bulky legal texts of investigations, analysis, forensics, tests and testimonies (some of them with double speech) that include a viscose fog where the suspicion is a despotic key, grows every time more.
In the shade of almost 1500 days without a definitive sentence for real, when spoken about the great disgrace without name him, I wonder: Ayrton is dead?
I don't think so.
The boy that went to drive with Fangio in the skies must smile for this new joke that as all his stuff, relates him almost to his regret.
Because, actually, it seems that Ayrton Senna hasn't died, isn't it?
ALFREDO PARGA
* In Spanish it was used the word Reparar: which it has a double meaning here.
1. To repair something.
2. To notice something.
(When four years of an absence that is a lie use up)
The breach is wider, now it's almost four years.
On the way to the 1500 days, without knowing what happened.
The steering bar tuned and with fails? The treacherous wall of a curve that shame placed aside, distorting the continent so that the protests don't gather volume? The car very low, bouncing against the unevenness of the floor that the most refined and skilled of the critics seem not to notice*, because that floor is in Italy?
At least I warn that going to the 1500 days without answer, will we have it sometime?- doesn't commit the vileness of dedicated to a supposed failure of Ayrton, going off the track, Ayrton, between the two sides that discuss causes, authorship or unreasonableness, doesn't see himself hurt for any criticism as used to have them in other time.
It's like when renewing the calendar, a great majority have agreed that in the case of Ayrton Senna's death, Ayrton isn't involved.
He's beyond his own death. As if his death were of someone else.
A new phenomenon that this unforgettable boy gets in spite of his regret, he came to put a double hinge to the history of F1 itself.
Firstly, dedicating himself to racing until his arrive and after it because racing were no longer the same thing as before, who doubts it?
Later, with the absurd disappearance that not even the most harsh Italian criminal attorneys could unravel, as overwhelmed for the weigh of the figure that seems not to have died. Because every day, paradoxically, have to dedicate to it while the bulky legal texts of investigations, analysis, forensics, tests and testimonies (some of them with double speech) that include a viscose fog where the suspicion is a despotic key, grows every time more.
In the shade of almost 1500 days without a definitive sentence for real, when spoken about the great disgrace without name him, I wonder: Ayrton is dead?
I don't think so.
The boy that went to drive with Fangio in the skies must smile for this new joke that as all his stuff, relates him almost to his regret.
Because, actually, it seems that Ayrton Senna hasn't died, isn't it?
ALFREDO PARGA
* In Spanish it was used the word Reparar: which it has a double meaning here.
1. To repair something.
2. To notice something.
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