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sábado, 7 de mayo de 2011

Feria del libro Buenos Aires 2011. La biblia llora junto a un calefón.

Ayer fui a la Feria del Libro de Buenos Aires.
Me dejó muy contenta a nivel personal encontrarme con Dani, un excompañero de explotación laboral en IBM y a nivel comunicadora varias cosas me llamaron mucho la atención.

Al parecer la industria editorial está cada vez más sólida. Me pareció que esta feria tuvo más expositores, puestos nuevos que no hubo el año pasado y algunos de los tradicionales con mayor espacio. No solo hay puestos de editoriales, también muchos libreros se animaron a poner sus productos.
A simple vista esto parece un aliciente cultural, aunque yo no catalogaría todo en la feria como cultural... No me refiero a los puestos de comida, sino a ciertas repeticiones que parecen más una pesca de gente para negocio propio que a cultura.

A ver, conté como 3 puestos de libros en miniatura. Son un clásico de hace mucho tiempo, pero ahora parece que se multiplicaron y ya se publica cualquier cosa en miniatura. Estoy esperando que salgan las revistas ¿Para cuando una Mini Gente o Para Ti? Sería una buena opción para los lectores del Sarmiento en hora pico.
El clásico "averigua el significado de tu nombre" que había en muchos puestos podía valer desde $4 hasta $6. No me acerqué a preguntar el por qué de la diferencia de precios... en especial por algo que gracias a Internet uno puede averiguar gratis.
Hubo una novedad, "conoce tu carta astral". En un rinconcito del puesto, había una señora —que supongo sería astróloga, aunque no se veían diplomas ni certificados que la avalen— que con su computadora realizaba la lectura e interpretación de la carta astral del cliente. Por lo menos es algo interesante y novedoso.

En general, más allá de las editoriales y librerías especializadas, los libros que más se exponían en los puestos son los de Interés General y Autoayuda, aunque en muchos casos la segunda categoría se incluye en la primera. Así, Interés General puede ser "Aprenda Linux", "Cómo superar la infidelidad matrimonial" o "Sin Reservas" de Martín Redrado... y acá pensé en varias cosas.
Por un lado, la publicidad. Parece que lo importante es vender, el consumismo por sobre el contenido literario del libro que se vende. Entonces, por ejemplo, en la conferencia de prensa del Jefe de Gabinete, Aníbal Fernández, que presentó su libro "Zonceras Argentinas y otras yerbas", que podría ser una versión revisada del original de Arturo Jauretche, hizo una especie de campaña política pro-reelección de CFK. O el libro de economía de Martín Lousteau que aprovecha la promoción en los medios de un escándalo de infidelidad conyugal con Juana Viale.
Por el otro, cualquiera puede transformarse en autor de un libro y escribir de absolutamente cualquier cosa. En especial en el rubro "Autoayuda"... es verdad que no soy muy aficionada a gastarme $50 pesos para que alguien me diga como sentirme feliz, prefiero hacer mi propia experiencia y en definitiva descubrir la vida, es más barato, divertido —aunque puede ser doloroso— y satisfactorio.
Entonces encuentro que la locutora que escuchaba durante mi adolescencia en "Los 40 Principales" de FM Hit, ahora se convirtió en gurú espiritual y escribió el libro "Pecados Espirituales"... cualquiera escribe de cualquier cosa, sin ir más lejos acá estoy yo escribiendo una reseña de mi visita a la Feria del Libro. :-)
Lo único positivo que veo es que hace a la lectura y los libros más accesibles para todos. Estaba lleno de adolescentes buscando biografías de Justin Bieber, pero lectura no es sinónimo de literatura. Y cualquier libro tampoco creo que sea cultura, mas bien un complejo cambalache.

Otra curiosidad llamativa es la variedad de temas y subtemas sobre lo que se escribe. Ejemplo, un enorme tema puede ser relaciones laborales, luego hay enormes subtemas que dependen de diferentes enfoques: legal, social, económico, religioso, etc. Así en casi todas las ramas de todas las ciencias hay manuales de lo que uno quiera saber y hasta de situaciones cotidianas. "Manual de gestión documental", "Cómo hacer el punto cruz" o "Aprenda las mejores posturas para llegar al orgasmo".

Al final me llamó la atención la diferencia de precios entre ediciones y editoriales. Se me ocurrió lo que puede llegar a ser una idea para desarrollar en una página web, que aunque no creo que me vaya a llenar de plata sí creo que puede ser muy útil. Un comparador de ediciones y precios. Existen páginas que comparan precios de artículos en general, para quien está en búsqueda de la mejor relación costo-beneficio, pero en realidad no se si ese concepto se llevó al mundo editorial.
Así, creo que sería una herramienta muy útil poder comparar el precio y la calidad editorial de la misma obra literaria e informarse de las causas de esa diferencia en materiales, ilustraciones, colaboradores invitados, etc. y ayudar a que la masividad de la lectura, también sirva para una masificación de la literatura de calidad.

Feira do livro de Buenos Aires. A Bíblia chora junto a um aquecedor de água

Ontem fui à Feira do Livro de Buenos Aires.
Fiquei muito contente em um nível pessoal por me encontrar com Dani, um ex-colega de explotação de trabalho na IBM e em um nível de comunicadora várias coisas chamaram muito minha atenção.

Parece que a indústria editorial está mais sólida a cada vez. Achei que esta feira teve mais expositores, postos novos que não estiveram no ano passado e alguns dos tradicionais com maior espaço. Não só tem estandes de editoriais, também muitos livreiros animaram-se a exibir seus produtos.
A primeira vista este parece um estímulo cultural, embora eu não catalogaria todo na feira como cultural... Não falo dos postos de comida, porem de certas repetições que parecem mais uma pesca de pessoas para próprio negócio do que cultura.

Vamos ver, contei 3 postos de livros em miniatura. Faz muito tempo que são um clássico, mas agora parece que têm se multiplicado e já tem qualquer coisa publicada em miniatura. Estou esperando o lançamento das revistas, para quando uma Mini Caras ou Marie Claire? Seria uma boa opção para os leitores do trem em hora do rush.
O clássico "averigua o significado de teu nome" que estava em muitos estandes podia ter um valor de R$2 reais até $3.50 reais. Não me aproximei a perguntar o por quê da diferença de preços... especialmente por algo que graças à Internet é de graça.
Houve uma novidade, "conhece tua carta astral". Em um cantinho do posto, tinha uma senhora — que suponho seria astróloga, embora não estavam à vista os diplomas nem certificados que o avaliem — que com seu computador fazia a leitura e interpretação da carta astral do cliente. Pelo menos é algo interessante e inovador.

Em geral, além das editoriais e livrarias especializadas, os livros que mais se exibiam nos postos são de Interesse Geral e Autoajuda, embora em muitos casos a segunda categoria está incluída na primeira. Assim, Interesse Geral pode ser "Aprenda Linux", "Como superar a infidelidade matrimonial" ou "Sem reservas" de Martin Redrado... e aí pensei em várias coisas.
Por um lado, a publicidade. Parece que o importante é vender, o consumismo por sobre o conteúdo literário do livro que se vende. Então, por exemplo, na conferência de imprensa do Chefe de Gabinete, Aníbal Fernández, que apresentou seu livro "Bobagens Argentinas e outras ervas", que poderia ser uma versão revista do original de Arturo Jauretche, fez uma espécie de campanha política pro-reeleição de CFK. Ou o livro de economia de Martin Lousteau que aproveita a promoção na mídia de um escândalo de infidelidade conjugal com Juana Viale.
Por outro lado, qualquer pode virar em autor de um livro e escrever de absolutamente qualquer coisa. Especialmente no rubro de "Autoajuda"... é verdade que não sou fã de gastar R$30 reais para que alguém me diga como me sentir feliz, prefiro fazer a minha própria experiência e em definitiva descobrir a vida, é mais barato, divertido - embora pode ser doloroso - e satisfatório.
Então encontro que a locutora que eu escutava durante minha adolescência nos "40 principais" da FM Hit, agora se transformou em guru espiritual e escreveu o livro "Pecados Espirituais"... qualquer um escreve de qualquer coisa, sem ir mais longe eu estou aqui escrevendo uma resenha de minha visita à Feira do Livro. :-)
A única coisa positiva que vejo é que faz a leitura e os livros mais acessível para todos. Estava cheio de adolescentes procurando biografias de Justin Bieber, mas leitura não é sinônimo de literatura. E também eu não acredito que qualquer livro seja cultura, mais bem um complexo ferro-velho.

Outra curiosidade chamativa é a variedade de temas e subtemas sobre o que se escreve. Exemplo, um enorme tema pode ser relações de trabalho, depois tem enormes subtemas que dependem de diferentes enfoques: legal, social, econômico, religioso, etc. Por isso em quase todas as ramas de todas as ciências tem manuais do que um quiser conhecer e até de situações cotidianas. "Manual de gestão documental", "Como fazer o ponto de cruz" ou "Aprenda as melhores posturas para chegar ao orgasmo".

No final chamou minha atenção a diferença de preços entre edições e editoriais. Tive uma ideia que pode chegar a ser um desenvolvimento de uma página web, embora não acredito que vá me encher de dinheiro acredito sim que pode ser muito útil. Um comparador de edições e preços. Tem páginas que comparam preços de produtos em geral, para quem está em busca da melhor relação custo-benefício, mas na realidade não sei se esse conceito foi levado para o mundo editorial.
Então, acredito que seria uma ferramenta muito útil para comparar o preço e a qualidade editorial da mesma obra literária e se informar das causas dessa diferença em materiais, ilustrações, colaboradores convidados, etc. e ajudar a que o maciço da leitura, também serva para uma massificação da literatura de qualidade.

Buenos Aires Book Fair 2011. The Bible is crying next to a water heater.

Yesterday I went to de Buenos Aires' Book Fair.
On a personal level I was very glad to find with Dani, a former coworker of exploitation at IBM and on a communication level several things call my attention.

It seems that publishing industry is increasingly solid. Seem to me that this fair had more expositors, new stands that weren't last year and some of the traditional with greater space. Not only publishers stands, but also many booksellers encourage themselves to exhibit their products.
At a glance this seems a cultural incentive, although I wouldn't catalog all the fair as cultural... I don't mean the food places, but some replays that seem more like people's fishing to own profit instead of culture.

Let's see, I count like 3 places of miniature books. Are a classic from a long time, but now it seems that have multiplied and anything is published in miniature. I'm waiting for the premiere of the magazines. When will the mini Newsweek or the mini Cosmopolitan be issued? It would be a good option for the train readers in rush hour.
The classic "find out the meaning of your name" that was in several stands could cost from $1.5 to $2.10 USD. I didn't approach to ask why the price difference... especially for something that thanks to Internet one can find out for free.
There was a novelty, "know your astral reading". In a corner of a stand, there was a lady - I suppose she was astrologer, though I couldn't see any diploma or certificate to back her up - that with her computer did the reading and interpretation of the clients astral chart. At least is something interesting and innovative.

Buenos Aires World Book Capital 2011 by UNESCO
Generally, beyond the publishers and specialized booksellers, the more exposed books in the stands were the Public Interest and Self-help books, although in many cases the second category is included in the first. So, Public Interest can be "Learn Linux," "How to overcome a marital infidelity" or Martin Redrado's "No Reserve"... and here I thought several things.
On the one hand, advertising. It seems that selling is the only important thing, consumerism over literary content of a book that is being selling. So, for example, in the press conference that the Chief of Staff, Anibal Fernandez presented his book "Argentine Stupidity and other herbs," that could be a revised version of the Arturo Jauretche's original, made a sort of political campaign pro-reelection of CFK. Or the economy book of Martin Lousteau that takes advantage of the media promotion about the conjugal infidelity scandal with Juana Viale.
On the other hand, anyone can become author of a book and write of absolutely anything. Specially in the "Self-help" category... it's true that I'm not fan to spend $20 USD for someone to tell me how to feel happy, I prefer to do my own experience and in short discover life, it's cheaper, more fun - though could be painful - and satisfying.
So I find that the radio speaker that I used to listen as teenager at "Top 40" from FM Hit, has now become a spiritual guru and wrote the book "Spiritual Sins"... anyone writes about anything, without going any further here I am writing a review about my visit to the Fair Book. :-)
The only positive thing I see is that makes reading and books more accessible for anyone. It was full of teenagers looking for Justin Bieber biographies, but reading isn't synonym of literature. And I think that any book isn't either culture, more like a complex junk shop.

Other flashy curiosity is the variety of topics and subtopics about what's writing. Example, one huge subject could be labor relations, then there are huge subtopics depending of different points of view: legal, social, economical, religious, etc. So, in almost all the science's branches there are manuals of anything one want to learn and even daily situations. "Manual of Records Management," "How to make cross-stitch" or "Learn the better positions to reach the orgasm".

At the end called my attention the prices' difference between editions and publishers. I come up with an idea that could develop a web page, although I don't think I get rich I do think that could be useful. An editions' and prices' comparator. There are pages that compare prices of general products, for whom is searching the best cost-benefit relation, but actually I don't know if that concept was brought to the publishing world.
So, I think that could be a useful tool to compare price and publishing quality of the same literary work and get informed of the causes of that difference in materials, illustrations, invited collaborators, etc. and help that reading massiveness could also be useful for a massification of quality literature too.

viernes, 18 de junio de 2010

{Información + Pluralismo} x Creatividad = Crecimiento

Estuve un tiempo sin mi computadora y usando una prestada...
Aparte de extrañar mi teclado ergonómico y mi monitor de 17" lo que más extrañé fueron mis notas. No me refiero a los papelitos de colores con recordatorios, sino a mis textos, mis manuscritos, mis poemas, mis 'ensayos' si es que algún literato considera que mis observaciones pueden llegar a serlo. Extrañé mi información.

Se dice que el siglo XXI es el siglo de la información, que el valor más importante además de los recursos naturales que escasean es la información que cada uno de nosotros posee o puede generar. En la primera década de este siglo todos fuimos testigos de como se llegaron a inventar falsas informaciones para permitir que un estado derrocara a un gobierno extranjero (¿Dónde están las armas de destrucción masiva que almacenaba Saddam?), vimos a medios de comunicación pública inventando noticias para conseguir mayor audiencia y hemos conocido algunos excesos que se han cometido para conseguir información "en la guerra anti-terrorista".
En estos primeros 10 años del siglo de la información ya experimentamos que está permitido el "vale todo" con tal de conseguir información. Información que yo tengo y otro puede querer o necesitar...
Igualmente no tengo información clasificada de ninguna célula inactiva esperando para atacar, lo aclaro antes de que me caiga un escuadrón en mi casa y me lleven por la fuerza hasta algún 'centro de detención'.

Se habla de que el siglo XXI es el siglo de la comunicación, que internet mediante nos permite conectarnos con cualquier persona al instante desde cualquier punto del planeta, y saber cómo está vestida o 'qué está pensando ahora'. Podemos saber información de esa persona con solo Googlear su nombre o buscarlo en una red social, lo que puede abrir muchísimas puertas o cerrar enormes oportunidades... sin contar con los peligros que eso puede generarnos. ¿Qué es más peligroso? ¿Qué alguien sepa mi dirección de correo electrónico (que todos nos preocupamos por asegurarla con contraseñas sofisticadas) o que voluntariamente le cuente al mundo que creo que ninguna religión es ejemplo de moral o ética? Y realmente lo creo - otra historia 'discursiva' relacionada con la masividad y el individualismo.
En estos primeros 10 años del siglo los gurues nos han enseñado sobre la Web 2.0 lo que nos hace no solo testigos de la información, sino creadores de ella. Gracias a esta nueva participación social hemos adquirido un nuevo escalafón: somos usuarios. Podemos escalar la teoría del Caos - ¿recuerdan? esa que dice que "el aleteo de una mariposa en San Francisco puede provocar un terremoto en Hong-Kong" - y hacerla realidad hasta niveles insospechados... ¿O acaso el marketing Viral no es eso?

Este valor alcanzado por la información, no sería tal si todos tuvieramos la misma capacidad de generar informaciones. Si todos accedieramos a una única fuente de información, esta se volvería masiva y nadie sabría nada diferente... no sería necesario torturar a un enemigo en nombre de la "seguridad nacional" como tampoco necesitaríamos contraseñas para acceder a nuestros perfiles en una red social. Todos estaríamos informados en forma homogenea, todos accederíamos a los mismos conocimientos, pero ¿todos procesaríamos esa información igual? No lo creo.
Ese es el poder de la información. No es la información en si misma, sino como nuestra individualidad puede transformar esa información en un bien que nos diferencia unos de otros.
Y me di cuenta que eso es lo que extraño... MI información. Esos textos, manuscritos, poemas que solo yo puedo crear con la información que absorbo de la realidad tamizada a través de mis experiencias o vivencias.

Y esta reflexión me hizo pensar que no existe ninguna Ley de Medios que nos pueda obligar a dejar de usar el criterio o a olvidarnos de pensar por nosotros mismos.
Esa volatilidad con que se intenta dividir las opiniones con enfrentamientos no significa que estemos obligados a solo escuchar una campana ni a tener que salomonizar entre absolutismos.
Periodismo es un ejercicio de sentido común y la pluralidad no entiende de censura... sin importar quien la ejerce si la "Televisión Pública" o "el monopolio".

Espero que eso no suceda... ni pronto ni nunca. Y me encantaría que tampoco estuviese sucediendo ahora en otros lugares del mundo (soy una soñadora estilo Lennon). Espero que seamos responsables por el nuevo rol de 'usuarios', 'Twitteros' o 'bloggers', por el nuevo estatus de 'informadores' que este siglo de la comunicación instantánea nos ha dado, y que sepamos defender esa libertad sin que signifique "todo está permitido" con tal de mantener una pluralidad de información.
Finalmente, a nivel más personal me encantaría poder transformar este talento individual mio, que nadie puede reemplazar ni hacer en mi nombre, en una fuente de ingresos... (como también creo en la ley de atracción, espero que esto se note en este relato y me atraiga esa oportunidad).

{Informaço + Pluralismo} * Criatividade = Crescimento

Estive um tempo sem meu computador e usando um emprestado...
Além de ter saudade de meu teclado ergonômico e meu monitor de 17" o que mais saudade me deu foram minhas notas. Não me refiro aos papeizinhos de cores com lembretes, porem a meus textos, meus manuscritos, meus poemas, meus 'ensaios' se algum literato considerar minhas observações puderem sê-lo. Tive saudade de minha informação.

Se diz que o século XXI é o século da informação, que o valor mais importante, além dos recursos naturais que escasseiam, é a informação que cada um de nós possui ou pode gerar. Na primeira década deste século todos fomos testemunhas de como chegaram a inventar falsas informações para permitir um Estado derrocar um governo estrangeiro (Cadê as armas de destruição em massa que armazenava Saddam?), vimos aos meios de comunicação pública inventando notícias para conseguir maior audiência e temos conhecido alguns excessos que tem se cometido para conseguir informação "na guerra antiterrorista".
Nestes primeiros 10 anos de século da informação já experimentamos que está permitido o "vale tudo" com tal de conseguir informação. Informação que eu tenho e outro pode querer ou necessitar...
Mesmo assim não tenho informação classificada de nenhuma célula inativa esperando para atacar, clareio antes de me cair um esquadrão em minha casa e me levem pela força até algum 'centro de detenção'.

Fala-se que o século XXI é o século da comunicação, que internet mediante permite nos conectar com qualquer pessoa ao instante desde qualquer ponto do planeta, e saber como está vestida ou 'que você está pensando agora'. Podemos saber informação dessa pessoa com apenas Googlar seu nome ou procurá-la em uma rede social, o que pode abrir muitíssimas portas ou fechar enormes oportunidades... sem contar com os perigos que isso pode nos gerar. O que é mais perigoso? Que alguém souber nosso endereço de correio eletrônico (que todos nos preocupamos por segurar com senhas sofisticadas) ou que voluntariamente conte para o mundo que acredito que nenhuma religião é exemplo de moral ou ética? E acredito mesmo - outra história 'discursiva' relacionada com o massivo e o individualismo.
Nestes primeiros 10 anos do século os gurus tem nos ensinado sobre a Web 2.0 o que nos faz não só testemunhas da informação, mas criadores dela. Graças a esta nova participação social temos adquirido um novo escalão: somos usuários. Podemos escalar a teoria do Caos - lembram? Essa que diz que "o adejo de uma borboleta em São Francisco pode provocar um terremoto em Hong-Kong" - e faze-la realidade até níveis insuspeitos... Ou por caso o marketing viral não é isso?

Este valor atingido pela informação, não seria tal se todos tivermos a mesma capacidade de gerar informações. Se todos acedermos a uma única fonte de informação, esta viraria massiva e ninguém saberia nada diferente... Não seria necessário torturar um inimigo em nome da "segurança nacional" como também não necessitaríamos senhas para acessar nossos perfis em uma rede social. Todos estaríamos informados em forma homogênea, todos teríamos acesso aos mesmos conhecimentos, no entanto, todos processaríamos essa informação do mesmo jeito? Acredito que não.
Esse é o poder da informação. Não é a informação em si mesma, porem como nossa individualidade pode transformar essa informação em um bem que nos diferença uns de outros.
E me dei conta que é disso que tenho saudade... MINHA informação. Esses textos, manuscritos, poemas que só eu posso criar com a informação que absorvo da realidade tamisada através de minhas experiências ou vivências.

E esta reflexão me fez pensar que não existe nenhuma Lei de Mídia que possa nos obrigar a deixar de usar o critério ou fazer nos esquecer de pensar por nós mesmos.
Essa volatilidade com que se tenta dividir as opiniões com enfrentamentos não significa que a gente esteja obrigada a escutar só um sino nem ter que salomonizar entre absolutismos.
Jornalismo é um exercício de senso comum e a pluralidade não entende de censura... sem importar quem a exerce se a "Televisão Pública" ou "o Monopólio".

Espero que isso não aconteça... nem logo nem nunca. E adoraria que também não estivesse acontecendo agora em outros lugares do mundo (sou uma sonhadora estilo Lennon). Espero que sejamos responsáveis pelo novo rol de 'usuários', 'Twitteros' ou 'bloggers', pelo novo status de 'informadores' que este século da comunicação instantânea tem nos dado, e saibamos defender essa liberdade sem que signifique "todo está permitido" com tal de manter uma pluralidade de informação.
Enfim, a nível mais pessoal adoraria poder transformar este talento individual meu, que ninguém pode substituir nem fazer em meu nome, em uma fonte de ingressos... (como também acredito na lei de atração, espero que isto se note neste relato e me atraia essa oportunidade).

{Information + Pluralism} * Creativity = Growth

I was for some time without my computer and using a borrowed one...
Besides missing my ergonomic keyboard and my 17" screen what I missed most were my notes. I don't mean the sticky notes with reminders, but to my texts, my manuscript, my poems, my 'essays' if some man of letters consider my observations could get to be. I missed my information.

They say that XXI century is the information century that the more important value, in addition to the natural resources that fall short, it's the information that each one of us has or could generate. In the first decade of this century we were all witness of how they come to invent false information to allow a State to overthrow a foreign government (Where are the weapons of mass destruction that Saddam stored?), we saw public media inventing news to get more audience and we have known some abuse that have committed to get information "on the anti-terrorist war".
In this first 10 years of the information century we already experienced that it's allowed the "anything goes" as long as getting information. Information that I have and another may want or need...
Likewise I don't have classified information of any inactive cell waiting to attack, I want to make it clear before falling over me some squad at my house and take me by force to some 'detention center'.

They say that XXI century is the communication century that by means of internet allow us to connect with any person instantly from any point of the planet, and know how he/she is dressed or 'what's on his/her mind'. We can know information of that person with only Googling his/her name or searched on a social network, what can open a lot of doors or close huge opportunities... not to count the dangers that can generate to us. What's more dangerous? To someone known my email address (that we all worry to secure with sophisticated passwords) or that I tell voluntarily to the world that I think that no religion is example of moral and ethics? And I really believe so - another 'discursive' story related with massive and individualism.
In this first 10 years of the century the gurus have taught about the Web 2.0 what makes us not only witness of information, but creators of it. Thanks to the new social participation we have acquired a new grade scale: we are users. We can escalate the Chaos theory - Remember? that one that says: "the flutter of a butterfly in San Francisco could cause an earthquake in Hong-Kong" - and make it reality until unexpected levels... Or isn't this the Viral Marketing?

This value reached by information, wouldn't be such if we all have the same ability to generate information. If we all access to some unique source of information, this would turn massive and nobody would know anything different... it wouldn't be necessary to torture the enemy in the name of "national security" like neither we would need passwords to log in our profiles in a social network. We would be all informed in homogeneous way, we would all access to the same knowledge, but would all process information in the same way? I don't think so.
This is the power of information. Isn't information itself, but how our individuality could transform that information in an asset that differentiate one from each other.
And I realise that I missed that... MY information. Those texts, manuscripts, poems that only I can create with the information that absorb from reality sieved through my experiences or livings.

And this meditation made me think that doesn't exist no Media Law that could compel us to stop using the judgment or forget to think by ourselves.
That volatility with what opinions are tried to get divided with confrontation doesn't mean that we are obliged to listen only one bell not having to split in Solomon style between absolutism.
Journalist is an exercise of common sense and plurality doesn't understand of censorship... no matter who practice if "Public Television" or the "Monopoly".

Hope this won't happen...not soon not ever. I would love it doesn't happen now in other places of the world (I'm a dreamer Lennon style). Hope we be responsible for the new 'users', 'twitters' or 'bloggers' role, for the new status of 'informers' that this century of the instant communication has given us, and we know to defend this freedom without it means that "anything goes" so long as we keep information's plurality.
Finally, on a more personal level I would love to transform this individual talent of mine that no one can replace not do in my name, in a source of incomes... (as I do also believe in the attraction law, I hope this could be notice in this log and bring that opportunity in).
 
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