As I have written some time here and always say, I feel a special person, with a strong mystical-astrological connection or something like that.
And also, in a more earthly-medicinal field I'm a proud organ donor that always is defending that cause. I think that there isn't a more solidarity and loving gesture that a human being could do, helping other to live more and/or better.
Organ's donation, actually don't know very well why, always seemed to me that was what Jesuschrist meant when said: "Greater love than this no man hath, that a man lay down his life for his friends". (John 15, 13).
But that is a Catholic vision... what would other religions think?, how would the faithful of other beliefs feel?. So I started to look for if other ideologies, if the followers of other creeds also share this human brotherhood idea.
I found in this book: Into the Jaws of Yama, Lord of Death wrote by Karma Lekshe Tsomo, and talking about Buddhism, bioethics and death a chapter called: Buddhism and Organ Transplantation.
Karma Lekshe Tsomo - Into the Jaws of Yama, Lord of Death Buddhism, Bioethics, And Death
The practice of donating one’s vital organs for medical research or for transplantation by surgical means has become increasingly common in recent decades, but the ethical issues raised by the practice have yet to be thoroughly discussed in Buddhist circles. In conversations with Buddhists of various backgrounds, most respondents spontaneously supported the idea of donating one’s vital organs to save someone’s life as consistent with Buddhist values of generosity and loving kindness. Followers of the Theravada and the Japanese Zen tradition emphasized that, from a Buddhist point of view, the body is merely a collection of disposable parts that has no usefulness after death. The body will be burned or will decompose after we die anyway, so why not use it to benefit others? They believed that a person’s consciousness leaves the body at the time of death, so there is no harm in touching, washing, or cutting the body. A person after death is just a corpse—a heap of dead skin, bones, flesh, and other components destined to disintegrate. In Theravada Buddhist cultures, it is nevertheless customary to wash the body, dress it in fresh clothes, and leave it lying in state for some time (usually one to three days) until the time of cremation. These customs vary depending on the locality, the status of the deceased, the climate, and the wishes of survivors.
Mahayana informants have tended to emphasize the value of human life for spiritual practice. Because a human rebirth is difficult to attain, highly perishable, and essential for progressing on the path to enlightenment, practitioners regarded organ donation as an excellent way to create merit through the practice of compassion. To donate a vital organ gives another person the chance to have a longer life and to use it meaningfully for Dharma practice. After death, one’s vital organs are no longer useful, so they may as well be used to benefit others. As one bumper sticker reads: “Recycle yourself. Be an organ donor.” Organ donation is considered a valuable opportunity on several levels. First, to donate one’s body for research or organ transplantation is a way to sever attachment to one’s own body. Second, to place another person’s welfare above one’s own is a perfect expression of the bodhisattva ethic of compassion. Third, to donate one’s organs with the pure motivation to benefit others will bring great fruits of merit in future lives, enabling one to gain a fortunate rebirth and further opportunities for Dharma practice; if the gift is dedicated to the enlightenment of all beings, the fruits are immeasurable. Buddhist informants from a wide variety of ethnicities and traditions stressed the power of an organ donor’s motivation. To donate them for the sake of money or reputation is a defiled motivation.
(...) Overall, the intent to donate one’s body parts to charity is congruent with the Buddhists’ compassionate ideal. It meets with resistance only in those cultures influenced by the Confucian reluctance to disfigure the body. This reluctance accounts for the relatively low rate of organ donors in East Asian societies. Attitudes are changing, but the State of Hawai’i, with its large Asian population, still has the lowest rate of organ donations in the United States. Recent efforts by Buddhists to encourage organ donation in Korea and Taiwan have been remarkably successful, however. In all these cases, it is assumed that an organ donor is motivated purely by the thought to benefit, not money or reputation.
Two questions remain that may cause Buddhists to hesitate in agreeing to organ donation. First, if the organs must be harvested before the vital signs cease, this will cause the death of the patient, which is unfortunate for both the medical technician and the patient. Second, even if the organs are harvested after the vital signs cease, the procedure may disturb the dying person’s consciousness and lead to an unfortunate rebirth. One’s state of mind during the process of dying is of crucial importance for determining one’s future rebirth. Ridding oneself of personal attachments and antipathies before the time of death helps make the transition to the next life easier. Prayers may be offered to benefit the deceased in the next life. To die in an angry state of mind, on the other hand, can lead to a hellish rebirth. Manuals such as Liberation by Hearing in the Intermediate State (Bar do tho drol) describe the terrifying visions and sensations a person may experience during the dying process and provide instructions about how to traverse the intermediate state without fear, anger, or trepidation. With such manuals as a guide, practitioners can train their minds beforehand and prepare themselves to die intelligently and consciously.
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miércoles, 25 de febrero de 2009
Doação de órgãos 01
Como tenho escrito alguma vez aqui e sempre digo, sinto-me uma pessoa especial, com uma forte conexão místico-astrológica ou algo pelo estilo.
E além, em um âmbito mais terreno-medicinal eu sou uma orgulhosa doadora de órgãos que sempre está defendendo essa causa. Acredito que não tem uma ação mais solidária e amorosa que possa realizar um ser humano, que ajudar outro viver mais e/ou melhor.
A doação de órgãos, na verdade não sei muito bem por que, sempre me pareceu que era o que Jesus Cristo falava quando disse: "Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos". (João 15, 13).
No entanto, essa é uma visão católica... O que acharam as outras religiões?, como se sentiram os fiéis de outras crenças?. Então pus-me procurar se em outras ideologias, se os seguidores de outros credos também dividem esta idéia da irmandade humana.
Achei neste livro: Into the Jaws of Yama, Lord of Death (Dentro dos maxilares de Yama, senhor da morte) escrito por Karma Lekshe Tsomo, e que fala do Budismo, bioética e a morte um capítulo chamado: Budismo e transplante de órgãos.
A prática de doar os órgãos vitais de um para investigação médica ou para transplante por meios cirúrgicos tem-se virado crescentemente comum em décadas recentes, mas os assuntos éticos elevados pela prática ainda tem que ser minuciosamente discutidos nos círculos budistas. Em conversas com budistas de várias experiências, a maioria dos entrevistados apoiaram espontaneamente a idéia de doar os órgãos vitais de um para salvar a vida de alguém mais como sendo consistente com os valores budistas de generosidade e bondade amorosa. Os seguidores de Therevada e a tradição de japonês Zen fizeram questão em que, desde um ponto de vista budista, o corpo é apenas uma coleção de partes descartáveis que não tem uso após a morte. O corpo será queimado o se decomporá depois que a gente morre de qualquer forma, então por que não usá-lo para beneficiar outros? Acreditam que a consciência deixa o corpo no momento da morte, então não tem nenhum dano em tocar, lavar, ou cortar o corpo. A pessoa depois de morta é só um corpo - um monte de pele morta, ossos, carne, e outros componentes destinados a se desintegrar. Nas culturas Budistas Therevada, no entanto é costume lavar o corpo, vesti-lo com roupas novas, e deixá-lo deitado em estado por algum tempo (geralmente de um para três dias) até o tempo da cremação. Estes costumes mudam dependendo da localidade, o estado do falecido, o clima, e os desejos dos sobreviventes.
Os informantes Mahayana têm feito questão em tomar conta o valor da vida humana pela prática espiritual. Porque um renascimento humano é difícil de alcançar, altamente perecível, e essencial para progredir na trilha para iluminação, praticantes consideraram a doação de órgãos como um jeito excelente para criar mérito através da prática da compaixão. Doar um órgão vital dá a outra pessoa a chance de ter uma vida mais longa e usá-la significativamente para a prática Dharma. Depois da morte, os órgãos vitais de um já não são úteis, então bem podem ser usados para benefício de outros. Como diz um adesivo de pára-choque: "Recicla-te. Seja um doador de órgãos." A doação de órgãos está considerada uma oportunidade valiosa em vários níveis. Primeiro, doar o corpo de um para investigação ou para transplante de órgãos é uma forma de cortar a ligação com o próprio corpo. Segundo, colocar o bem-estar de outra pessoa sobre o próprio é uma expressão perfeita de ética bodhisattva da compaixão. Terceiro, doar os órgãos de um com a pura motivação de beneficiar outros trará grandes frutos de mérito em vidas futuras, permitindo ganhar um renascimento venturoso e maiores oportunidades para a prática Dharma; se o presente está dedicado a iluminação de todos os seres, os frutos são incomensuráveis. Os informantes budistas de uma grande variedade de etnias e tradições destacaram o poder da motivação de um doador de órgãos. Doar-los pelo motivo do dinheiro ou reputação é uma motivação poluída.
(...) Afinal, a tentativa de doar as partes do corpo de um para caridade é congruente com o ideal compassivo dos budistas. Encontra resistência só em aquelas culturas influenciadas pela relutância do Confúcio de desfigurar o corpo. Esta relutância justifica a taxa relativamente baixa de doadores de órgãos nas sociedades do leste asiático. As atitudes estão mudando, porem o estado de Hawai'i, com a sua grande população asiática, ainda tem a taxa mais baixa de doações de órgãos nos Estados Unidos. No entanto, esforços recentes para encorajar a doação de órgãos em Coréia e Taiwan têm tido um sucesso extraordinário. Em todos os casos, se supõe que o doador de órgãos está motivado puramente pelo pensamento de benefício, não de dinheiro ou reputação.
Duas perguntas permanecem que podem causar os budistas duvidarem em concordar com a doação de órgãos. Primeiro, se os órgãos devem ser colhidos antes que os signos vitais cessem, isto causará a morte do paciente, o que é infeliz tanto para o médico como para o paciente. Segundo, incluso se os órgãos são colhidos após os signos vitais cessarem, o procedimento poderia perturbar a consciência da pessoa morrendo e levar a um renascimento infeliz. O estado mental de um durante o processo de morrer é de crucial importância para determinar o futuro renascimento. Se desfazer de ligações pessoais e antipatias antes do tempo da morte ajuda fazer a transição para a próxima vida mais fácil. Preces podem ser oferecidas para benefício do falecido na próxima vida. Morrer em um estado mental de raiva, por outro lado, pode levar a um renascimento infernal. Manuais como a Liberação pela Audição no Estado Intermediário (Bar do tho drol) descreve as visões e sensações aterrorizantes que uma pessoa pode experimentar durante o processo de morrer e fornece instruções sobre como atravessar o estado intermediário sem medo, irritação ou receio. Com tais manuais como guia, os praticantes podem treinar suas mentes antecipadamente e se preparar para morrer inteligente e conscientemente.
E além, em um âmbito mais terreno-medicinal eu sou uma orgulhosa doadora de órgãos que sempre está defendendo essa causa. Acredito que não tem uma ação mais solidária e amorosa que possa realizar um ser humano, que ajudar outro viver mais e/ou melhor.
A doação de órgãos, na verdade não sei muito bem por que, sempre me pareceu que era o que Jesus Cristo falava quando disse: "Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos". (João 15, 13).
No entanto, essa é uma visão católica... O que acharam as outras religiões?, como se sentiram os fiéis de outras crenças?. Então pus-me procurar se em outras ideologias, se os seguidores de outros credos também dividem esta idéia da irmandade humana.
Achei neste livro: Into the Jaws of Yama, Lord of Death (Dentro dos maxilares de Yama, senhor da morte) escrito por Karma Lekshe Tsomo, e que fala do Budismo, bioética e a morte um capítulo chamado: Budismo e transplante de órgãos.
A prática de doar os órgãos vitais de um para investigação médica ou para transplante por meios cirúrgicos tem-se virado crescentemente comum em décadas recentes, mas os assuntos éticos elevados pela prática ainda tem que ser minuciosamente discutidos nos círculos budistas. Em conversas com budistas de várias experiências, a maioria dos entrevistados apoiaram espontaneamente a idéia de doar os órgãos vitais de um para salvar a vida de alguém mais como sendo consistente com os valores budistas de generosidade e bondade amorosa. Os seguidores de Therevada e a tradição de japonês Zen fizeram questão em que, desde um ponto de vista budista, o corpo é apenas uma coleção de partes descartáveis que não tem uso após a morte. O corpo será queimado o se decomporá depois que a gente morre de qualquer forma, então por que não usá-lo para beneficiar outros? Acreditam que a consciência deixa o corpo no momento da morte, então não tem nenhum dano em tocar, lavar, ou cortar o corpo. A pessoa depois de morta é só um corpo - um monte de pele morta, ossos, carne, e outros componentes destinados a se desintegrar. Nas culturas Budistas Therevada, no entanto é costume lavar o corpo, vesti-lo com roupas novas, e deixá-lo deitado em estado por algum tempo (geralmente de um para três dias) até o tempo da cremação. Estes costumes mudam dependendo da localidade, o estado do falecido, o clima, e os desejos dos sobreviventes.
Os informantes Mahayana têm feito questão em tomar conta o valor da vida humana pela prática espiritual. Porque um renascimento humano é difícil de alcançar, altamente perecível, e essencial para progredir na trilha para iluminação, praticantes consideraram a doação de órgãos como um jeito excelente para criar mérito através da prática da compaixão. Doar um órgão vital dá a outra pessoa a chance de ter uma vida mais longa e usá-la significativamente para a prática Dharma. Depois da morte, os órgãos vitais de um já não são úteis, então bem podem ser usados para benefício de outros. Como diz um adesivo de pára-choque: "Recicla-te. Seja um doador de órgãos." A doação de órgãos está considerada uma oportunidade valiosa em vários níveis. Primeiro, doar o corpo de um para investigação ou para transplante de órgãos é uma forma de cortar a ligação com o próprio corpo. Segundo, colocar o bem-estar de outra pessoa sobre o próprio é uma expressão perfeita de ética bodhisattva da compaixão. Terceiro, doar os órgãos de um com a pura motivação de beneficiar outros trará grandes frutos de mérito em vidas futuras, permitindo ganhar um renascimento venturoso e maiores oportunidades para a prática Dharma; se o presente está dedicado a iluminação de todos os seres, os frutos são incomensuráveis. Os informantes budistas de uma grande variedade de etnias e tradições destacaram o poder da motivação de um doador de órgãos. Doar-los pelo motivo do dinheiro ou reputação é uma motivação poluída.
(...) Afinal, a tentativa de doar as partes do corpo de um para caridade é congruente com o ideal compassivo dos budistas. Encontra resistência só em aquelas culturas influenciadas pela relutância do Confúcio de desfigurar o corpo. Esta relutância justifica a taxa relativamente baixa de doadores de órgãos nas sociedades do leste asiático. As atitudes estão mudando, porem o estado de Hawai'i, com a sua grande população asiática, ainda tem a taxa mais baixa de doações de órgãos nos Estados Unidos. No entanto, esforços recentes para encorajar a doação de órgãos em Coréia e Taiwan têm tido um sucesso extraordinário. Em todos os casos, se supõe que o doador de órgãos está motivado puramente pelo pensamento de benefício, não de dinheiro ou reputação.
Duas perguntas permanecem que podem causar os budistas duvidarem em concordar com a doação de órgãos. Primeiro, se os órgãos devem ser colhidos antes que os signos vitais cessem, isto causará a morte do paciente, o que é infeliz tanto para o médico como para o paciente. Segundo, incluso se os órgãos são colhidos após os signos vitais cessarem, o procedimento poderia perturbar a consciência da pessoa morrendo e levar a um renascimento infeliz. O estado mental de um durante o processo de morrer é de crucial importância para determinar o futuro renascimento. Se desfazer de ligações pessoais e antipatias antes do tempo da morte ajuda fazer a transição para a próxima vida mais fácil. Preces podem ser oferecidas para benefício do falecido na próxima vida. Morrer em um estado mental de raiva, por outro lado, pode levar a um renascimento infernal. Manuais como a Liberação pela Audição no Estado Intermediário (Bar do tho drol) descreve as visões e sensações aterrorizantes que uma pessoa pode experimentar durante o processo de morrer e fornece instruções sobre como atravessar o estado intermediário sem medo, irritação ou receio. Com tais manuais como guia, os praticantes podem treinar suas mentes antecipadamente e se preparar para morrer inteligente e conscientemente.
Donación de órganos 01
Como he escrito alguna vez aquí y siempre digo, me siento una persona especial, con una fuerte conexión místico-astrológica o algo por el estilo.
Y además, en un ámbito más terreno-medicinal soy una orgullosa donante de órganos que siempre está defendiendo esa causa. Creo que no hay una acción más solidaria y amorosa que pueda realizar un ser humano, que ayudar a otro a vivir más y/o mejor.
La donación de órganos, en realidad no se muy bien por qué, siempre me pareció que era a lo que Jesucristo se refería cuando dijo: "No hay amor más grande que dar la vida por los amigos". (Juan 15, 13).
Pero esa es una visión católica... ¿qué pensarán las otras religiones?, ¿cómo se sentiran los fieles de otras creencias?. Así que me puse a buscar si en otras ideologías, si los seguidores de otros credos también compartían esta idea de hermandad humana.
Encontré en este libro: Into the Jaws of Yama, Lord of Death (Dentro de las fauces de Yama, Señor de la Muerte) escrito por Karma Lekshe Tsomo, y que habla de Budismo, bioética y la muerte un capítulo llamado: Budismo y transplante de órganos.
La práctica de donar los órganos vitales de uno para investigación médica o para transplantes por medios quirúrgicos se ha convertido en algo cada vez más comun en décadas recientes, pero los temas éticos nacidos por la práctica aún tienen que ser discutidos a fondo en los círculos budistas. En conversaciones con budistas de varios orígenes, la mayoría de los encuestados apoyó espontáneamente la idea de sonar los órganos vitales de uno para salvar la vida de alguien como consistente con los valores budistas de generosidad y amorosa bondad. Seguidores de la Theravada y la tradición japonesa Zen enfatizaron que, desde un punto de vista budista, el cuerpo es meramente una colección de partes desechables que no tiene utilidad después de la muerte. De cualquier forma, el cuerpo será quemado o se descompondrá después que morimos, así que ¿por qué no usarlo para beneficiar a otros? Creen que la conciencia de una persona deja el cuerpo al moment ode su muerte, así que no hay daño en tocar, lavar o cortar el cuerpo. Una persona después de la muerte es solo un cuerpo-un montón de piel muerta, huesos, carne, y otros componentes destinados a desintegrarse. En las culturas Budistas Theravada, sin embargo se acostumbra lavar el cuerpo, vestirlo con ropas nuevas, y dejarlo acostado por algún tiempo (generalmente de uno a tres días) hasta el tiempo de la cremación. Estas costumbres varian dependiendo de la localidad, el estado del fallecido, el clima y los deseos de los sobrevivientes.
Los informantes Mahayama se han ocupado de enfatizar el valor de la vida humana para la práctica espiritual. Porque el renacimiento humano es defícil de alcanzar, altamente perecedero, y esencial para progresar en el camino de la iluminación, los practicantes consideraron la donación de órganos como una forma excelente de crear mérito a través de la práctica de la compasión. Donar un órgano vital le da a otra persona la chance de tener una vida más larga y usarla de modo significativo para la práctica del Dharma. Después de la muerte, los órganos vitales de uno ya no son útiles, así que bien pueden ser usados para beneficiar a otros. Como dice una calcomanía de paragolpes: “Reciclate. Se un donante de órganos.” La donación de órganos está considerada una oportunidad valorable en varios niveles. Primero, donar el cuerpo de uno para investigación o transplante de órganos es una forma de romper el apego al propio cuerpo de uno. Segundo, colocar el bienestar de otra persona por sobre el propio es una expresión perfecta de la ética bodhisattva de compasión. Tercero, donar los órganos de uno con la pura motivación de beneficiar a otros traerá grandes frutos de mérito en vidas futuras, permitiéndole a uno ganar la fortuna de un renacimiento y mayores oportunidades de práctica Dharma; si el regalo es dedicado a la iluminación de todos los seres, los frutos son inconmensurables. Los informantes budistas de una amplia variedad de etnicidades y tradiciones hicieron hincapié en el poder de la motivación de un donante de órganos. Donarlos por el bien monetario o la reputación es una motivación profanada.
(...) En general, la intención de donar las partes del cuerpo de uno a caridad es congruente con el ideal compasivo de los budistas. Se encuentra con resistencia solo en aquellas culturas influenciadas por la renuencia de Confusio a desfigurar el cuerpo. Esta renuencia cuenta para la tasa relativamente baja de donantes de órganos en las sociedades del este asiático. Las actitudes están cambiando, pero el Estado de Hawai, con su gran población asiática, aún tiene la tasa más baja de donaciones de órganos en los Estados Unidos. Sin embargo, los esfuerzos recientes de los budistas para alentar la donación de órganos en Corea y Taiwan ha sido notablemente exitosa. En todos estos casos, se presume que un donante de órganos está motivado puramente por el pensamiento de beneficio, no por dinero o reputación.
Dos preguntas permanecen que pueden causar que los budistas duden en estar de acuerdo con la donación de órganos. Primero, si los órganos deben ser extraidos antes de que cesen los signos vitales, esto causará la muerte del paciente, que es desafortunado tanto para el médico y el paciente. Segundo, incluso si los órganos son extraidos después que los signos vitales cesaron, el procedimiento puede molestar la consciencia de la persona que está muriendo y llevar a un desafortunado renacimiento. El estado mental de uno durante el proceso de morir es de crucial importancia para determinar el futuro renacimiento de uno. Deshacerse de apegos personales y antipatías antes del momento de la muerte ayuda a hacer la transición a la próxima vida más fácil. Oraciones pueden ser ofrecidas para beneficio del fallecido en la próxima vida. Morir en un estado mental enojado, por otro lado, puiede llevar a un renacimiento infernal. Manuales tales como Liberación mediante la Escucha en el Estado Intermedio (Bar do tho drol) describen las terribles visiones y sensaciones que una persona puede experimentar durante el proceso de morir y provee instrucciones sobre como atravesar el estado intermedio sin miedo, ira, o ansiedad. Con tales manuales como guía, los practicantes pueden entrenar sus mentes de antemano y prepararse para morir inteligente y conscientemente.
Y además, en un ámbito más terreno-medicinal soy una orgullosa donante de órganos que siempre está defendiendo esa causa. Creo que no hay una acción más solidaria y amorosa que pueda realizar un ser humano, que ayudar a otro a vivir más y/o mejor.
La donación de órganos, en realidad no se muy bien por qué, siempre me pareció que era a lo que Jesucristo se refería cuando dijo: "No hay amor más grande que dar la vida por los amigos". (Juan 15, 13).
Pero esa es una visión católica... ¿qué pensarán las otras religiones?, ¿cómo se sentiran los fieles de otras creencias?. Así que me puse a buscar si en otras ideologías, si los seguidores de otros credos también compartían esta idea de hermandad humana.
Encontré en este libro: Into the Jaws of Yama, Lord of Death (Dentro de las fauces de Yama, Señor de la Muerte) escrito por Karma Lekshe Tsomo, y que habla de Budismo, bioética y la muerte un capítulo llamado: Budismo y transplante de órganos.
La práctica de donar los órganos vitales de uno para investigación médica o para transplantes por medios quirúrgicos se ha convertido en algo cada vez más comun en décadas recientes, pero los temas éticos nacidos por la práctica aún tienen que ser discutidos a fondo en los círculos budistas. En conversaciones con budistas de varios orígenes, la mayoría de los encuestados apoyó espontáneamente la idea de sonar los órganos vitales de uno para salvar la vida de alguien como consistente con los valores budistas de generosidad y amorosa bondad. Seguidores de la Theravada y la tradición japonesa Zen enfatizaron que, desde un punto de vista budista, el cuerpo es meramente una colección de partes desechables que no tiene utilidad después de la muerte. De cualquier forma, el cuerpo será quemado o se descompondrá después que morimos, así que ¿por qué no usarlo para beneficiar a otros? Creen que la conciencia de una persona deja el cuerpo al moment ode su muerte, así que no hay daño en tocar, lavar o cortar el cuerpo. Una persona después de la muerte es solo un cuerpo-un montón de piel muerta, huesos, carne, y otros componentes destinados a desintegrarse. En las culturas Budistas Theravada, sin embargo se acostumbra lavar el cuerpo, vestirlo con ropas nuevas, y dejarlo acostado por algún tiempo (generalmente de uno a tres días) hasta el tiempo de la cremación. Estas costumbres varian dependiendo de la localidad, el estado del fallecido, el clima y los deseos de los sobrevivientes.
Los informantes Mahayama se han ocupado de enfatizar el valor de la vida humana para la práctica espiritual. Porque el renacimiento humano es defícil de alcanzar, altamente perecedero, y esencial para progresar en el camino de la iluminación, los practicantes consideraron la donación de órganos como una forma excelente de crear mérito a través de la práctica de la compasión. Donar un órgano vital le da a otra persona la chance de tener una vida más larga y usarla de modo significativo para la práctica del Dharma. Después de la muerte, los órganos vitales de uno ya no son útiles, así que bien pueden ser usados para beneficiar a otros. Como dice una calcomanía de paragolpes: “Reciclate. Se un donante de órganos.” La donación de órganos está considerada una oportunidad valorable en varios niveles. Primero, donar el cuerpo de uno para investigación o transplante de órganos es una forma de romper el apego al propio cuerpo de uno. Segundo, colocar el bienestar de otra persona por sobre el propio es una expresión perfecta de la ética bodhisattva de compasión. Tercero, donar los órganos de uno con la pura motivación de beneficiar a otros traerá grandes frutos de mérito en vidas futuras, permitiéndole a uno ganar la fortuna de un renacimiento y mayores oportunidades de práctica Dharma; si el regalo es dedicado a la iluminación de todos los seres, los frutos son inconmensurables. Los informantes budistas de una amplia variedad de etnicidades y tradiciones hicieron hincapié en el poder de la motivación de un donante de órganos. Donarlos por el bien monetario o la reputación es una motivación profanada.
(...) En general, la intención de donar las partes del cuerpo de uno a caridad es congruente con el ideal compasivo de los budistas. Se encuentra con resistencia solo en aquellas culturas influenciadas por la renuencia de Confusio a desfigurar el cuerpo. Esta renuencia cuenta para la tasa relativamente baja de donantes de órganos en las sociedades del este asiático. Las actitudes están cambiando, pero el Estado de Hawai, con su gran población asiática, aún tiene la tasa más baja de donaciones de órganos en los Estados Unidos. Sin embargo, los esfuerzos recientes de los budistas para alentar la donación de órganos en Corea y Taiwan ha sido notablemente exitosa. En todos estos casos, se presume que un donante de órganos está motivado puramente por el pensamiento de beneficio, no por dinero o reputación.
Dos preguntas permanecen que pueden causar que los budistas duden en estar de acuerdo con la donación de órganos. Primero, si los órganos deben ser extraidos antes de que cesen los signos vitales, esto causará la muerte del paciente, que es desafortunado tanto para el médico y el paciente. Segundo, incluso si los órganos son extraidos después que los signos vitales cesaron, el procedimiento puede molestar la consciencia de la persona que está muriendo y llevar a un desafortunado renacimiento. El estado mental de uno durante el proceso de morir es de crucial importancia para determinar el futuro renacimiento de uno. Deshacerse de apegos personales y antipatías antes del momento de la muerte ayuda a hacer la transición a la próxima vida más fácil. Oraciones pueden ser ofrecidas para beneficio del fallecido en la próxima vida. Morir en un estado mental enojado, por otro lado, puiede llevar a un renacimiento infernal. Manuales tales como Liberación mediante la Escucha en el Estado Intermedio (Bar do tho drol) describen las terribles visiones y sensaciones que una persona puede experimentar durante el proceso de morir y provee instrucciones sobre como atravesar el estado intermedio sin miedo, ira, o ansiedad. Con tales manuales como guía, los practicantes pueden entrenar sus mentes de antemano y prepararse para morir inteligente y conscientemente.
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