Felizmente parece que minha inspiração criativa tem voltado da mão de meus sonhos das noites.
Como boa sonhadora e em pleno estado de procura, nascimento e reflorescimento, sigo tendo esses formosos sonhos positivos.
Desta vez sonhei que estava acima de uma árvore e por entre as suas verdes folhas podia ver o tronco com quadradinhos de madeiras atravessadas perpendicularmente tipo degraus para subir.
No pasto, apoiado contra a árvore tinha um bonito bebê com seu enxoval completo rindo alegremente.
E quando eu achava que estava sobre a copa da árvore vendo todo isso, acabou sendo que em realidade eu estava assomada em uma janela desde o alto do céu.
Assim, sonhar com uma árvore é algo positivo no terreno material, é um símbolo de proteção, se a árvore for frondosa como a de meu sonho é um sinal de satisfações, saúde e alegrias a meu redor. Também pode representar a proteção de um amigo e quanto mais forte e robusto seja, mais vai me proteger.
Sonhar com uma árvore em uma estação como o verão ou a primavera pressagia novas esperanças, crescimento, desejos, força, estabilidade, amor e amizade. Representa à pessoa que está concentrada em seu próprio desenvolvimento. Quanto está cheio de folhas verdes, anuncia ganâncias. E se estiver subida em uma árvore é augúrio de que conseguiremos os objetivos de nossa carreira e chegaremos a lugares altos da sociedade, teremos honores e fortuna.
A altura é outro fator positivo, quanto maior seja a altura, maior será o sucesso em atingir as metas ou objetivos.
As madeirinhas quadradas também são uma imagem de bonança, riqueza e satisfações. Simboliza a matéria-prima, a espiritualidade e a energia vital. Augura prosperidade e tranquilidade. Indica a necessidade de começar novamente, de voltar a empezar, de reconstruir e reorganizar minha vida.
Um tronco ancho e grosso como o da árvore de meu sonho significa que sou uma pessoa forte, robusta e durável.
E também é um símbolo fálico... noooossa!
Um tronco também representa velhas lembranças, ideais, esperanças e emoções, as raízes que temos e que nos ajudam a crescer, e significa uma sensação interior de bem-estar e de forte personalidade.
Um bebê em um sonho é como pôr em marcha a criatividade, significa que pronto começará um novo negócio ou que se reconheceram minhas habilidades.
A inocência de um bebê representa inícios bonitos cheios de calidez, e também são reflexo de que em meu interior ainda conservo algo puro e 100% incorruptível.
Além de que é um sinal de felicidade no lar.
O enxoval também augura felicidade.
E a janela que está aberta representa a novas esperanças e as brilhantes possibilidades que se apresentaram para mim no futuro. Se for quadrada e grande como a de meu sonho significa uma projeção no material ao largo prazo e se o que vemos através dela é agradável significa que essas esperanças e possibilidades se tornarão realidade em um futuro próximo.
Esta alegria transbordante não se contêm, esta esperança sincera não desaparece e esta marcha firme não para.
Tudo é possível, só tem que ser corajoso e perseverante.
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viernes, 31 de diciembre de 2010
domingo, 19 de diciembre de 2010
Sonhem, sonhem, sonhem... nunca deixem de sonhar!
Há Momentos
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector
Sonhei com um labirinto... Um dos objetos mais cheios de simbologia esotérica, espiritual e mitológica.
Meu labirinto era como esses da Inglaterra monárquica do medievo, de arbustos não muito altos como para olhar o caminho retorcido do outro lado, mas o suficiente como para não puderem ser saltos e evitar qualquer engano.
Segundo as várias interpretações de sonhos, um labirinto significa confusão, desorientação, enrascadas, conflitos, complicações, dificuldades... criadas frequentemente por amores/amantes. Estou tratando de esquecer um amante proibido, sem me esquecer do amor que consumamos e mantendo a paciência para esperá-lo até que o amor deixe de ser impossível.
Conforme a interpretação dos sonhos um labirinto de plantas, árvores ou vida significa o encontro da felicidade quando menos é esperada, augura inesperadas alegrias e a surpresa da prosperidade em momentos difíceis quando está se desesperado.
No final do sonho encontrava a saída do labirinto seguindo a origem da música "All You Need Is Love", de meus adorados Beatles.
Encontrar a saída = achar uma solução ou resposta.
A música é sempre um bom augúrio, presságio de felicidade e consideração. A música harmoniosa é presságio de prosperidade e prazer e expressar emoções positivas...
Além disso se dera-se em pessoas com aspirações espirituais é um indício de piedade e elevação. Esta procura de sacrifício por amor é dolorosa, mas terá sua recompensa.
E já começou me deixando improvisar esta publicação depois de 4 meses de seca silenciosa...
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector
Sonhei com um labirinto... Um dos objetos mais cheios de simbologia esotérica, espiritual e mitológica.
Meu labirinto era como esses da Inglaterra monárquica do medievo, de arbustos não muito altos como para olhar o caminho retorcido do outro lado, mas o suficiente como para não puderem ser saltos e evitar qualquer engano.
Segundo as várias interpretações de sonhos, um labirinto significa confusão, desorientação, enrascadas, conflitos, complicações, dificuldades... criadas frequentemente por amores/amantes. Estou tratando de esquecer um amante proibido, sem me esquecer do amor que consumamos e mantendo a paciência para esperá-lo até que o amor deixe de ser impossível.
Conforme a interpretação dos sonhos um labirinto de plantas, árvores ou vida significa o encontro da felicidade quando menos é esperada, augura inesperadas alegrias e a surpresa da prosperidade em momentos difíceis quando está se desesperado.
No final do sonho encontrava a saída do labirinto seguindo a origem da música "All You Need Is Love", de meus adorados Beatles.
Encontrar a saída = achar uma solução ou resposta.
A música é sempre um bom augúrio, presságio de felicidade e consideração. A música harmoniosa é presságio de prosperidade e prazer e expressar emoções positivas...
Além disso se dera-se em pessoas com aspirações espirituais é um indício de piedade e elevação. Esta procura de sacrifício por amor é dolorosa, mas terá sua recompensa.
E já começou me deixando improvisar esta publicação depois de 4 meses de seca silenciosa...
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miércoles, 25 de febrero de 2009
Organ Donation 02
And of course, I couldn't stop to consult at Wikipedia
Deontological issues
Certain groups, like the Roma (gypsies), oppose organ donation on religious grounds, but most of the world's religions support donation as a charitable act of great benefit to the community.
(...) Jewish medical ethics takes a unique approach. It accepts organ donation as a meritorious charitable act, but with two conditions: that the donor be deceased before removal of the organ and that the organ be treated respectfully (and not, for instance, merely discarded if it for some reason becomes unusable). The ethical problem stems from a lack of consensus on the definition of "deceased." According to the strictest interpretation of halachah, "deceased" means the cessation of all brain stem activity. For most organs, this point is too late for the donation to be medically useful; nevertheless, for the adherent to this view, any prior removal would be tantamount to murder. Given the nature of the market for donated organs, the second condition would limit donation to a case where there is a known and ready need for that specific organ. Alternatively, a promise can be made to ensure a proper burial for a donated organ in the event that it is not transplanted. A movement to promote organ donation from Jews to the general population in consonance with halachah has been spearheaded by the Halachic Organ Donor Society.
Religious scruples
Most religions like the Roman Catholic Church are in favor of organ donation as acts of charity and as a means of saving a life. Some impose certain restrictions. For example, Jehovah's Witnesses require that organs be drained of any blood, and Muslims require that the donor have provided written consent in advance. A few, such as certain branches of Orthodox Judaism consider it obligatory. However, a few groups disfavor organ transplantation or donation; notably, these include Shinto and those who follow the folk customs of the Gypsies.
Expanding a little more, here is what I found in reference of the Shinto beliefs:
Organ donation in Shinto
The Shinto faith is very much bound up with the idea of purity, and the wholeness of the physical body.
Organ transplantation is comparatively rare in Japan because the body after death is impure according to Shinto tradition.
Shinto traditions also state that interfering with a corpse brings bad luck.
Families are concerned that they might injure the relationship between the dead person and the bereaved (known as the itai) by interfering with the corpse.
This means that many followers of Shinto oppose the taking of organs from those who have just died, and also would refuse an organ transplanted from someone who has died.
Deontological issues
Certain groups, like the Roma (gypsies), oppose organ donation on religious grounds, but most of the world's religions support donation as a charitable act of great benefit to the community.
(...) Jewish medical ethics takes a unique approach. It accepts organ donation as a meritorious charitable act, but with two conditions: that the donor be deceased before removal of the organ and that the organ be treated respectfully (and not, for instance, merely discarded if it for some reason becomes unusable). The ethical problem stems from a lack of consensus on the definition of "deceased." According to the strictest interpretation of halachah, "deceased" means the cessation of all brain stem activity. For most organs, this point is too late for the donation to be medically useful; nevertheless, for the adherent to this view, any prior removal would be tantamount to murder. Given the nature of the market for donated organs, the second condition would limit donation to a case where there is a known and ready need for that specific organ. Alternatively, a promise can be made to ensure a proper burial for a donated organ in the event that it is not transplanted. A movement to promote organ donation from Jews to the general population in consonance with halachah has been spearheaded by the Halachic Organ Donor Society.
Religious scruples
Most religions like the Roman Catholic Church are in favor of organ donation as acts of charity and as a means of saving a life. Some impose certain restrictions. For example, Jehovah's Witnesses require that organs be drained of any blood, and Muslims require that the donor have provided written consent in advance. A few, such as certain branches of Orthodox Judaism consider it obligatory. However, a few groups disfavor organ transplantation or donation; notably, these include Shinto and those who follow the folk customs of the Gypsies.
Expanding a little more, here is what I found in reference of the Shinto beliefs:
Organ donation in Shinto
The Shinto faith is very much bound up with the idea of purity, and the wholeness of the physical body.
Organ transplantation is comparatively rare in Japan because the body after death is impure according to Shinto tradition.
Shinto traditions also state that interfering with a corpse brings bad luck.
Families are concerned that they might injure the relationship between the dead person and the bereaved (known as the itai) by interfering with the corpse.
This means that many followers of Shinto oppose the taking of organs from those who have just died, and also would refuse an organ transplanted from someone who has died.
Doação de órgãos 02
E claro, não podia deixar de consultar na Wikipédia:
Assuntos deontológicos
Certos grupos, como os Roma (ciganos), opõem-se a doação de órgãos por motivos religiosos, porem a maioria das religiões do mundo apóiam a doação como um ato de caridade de grande benefício para a comunidade.
(...) A ética médica dos judeus toma uma aproximação única. Aceita a doação de órgãos como um ato de caridade meritório, mas com duas condições: que o doador esteja falecido antes de remover o órgão e que o órgão seja tratado respeitosamente (e não, por exemplo, simplesmente descartado se por alguma razão se torna inutilizável). O problema ético deriva da falta de consenso na definição de "falecido". Segundo as interpretações mais estritas do halachah, "falecido" significa o cesse de toda atividade cerebral estimada. Para a maioria dos órgãos, este ponto é tarde demais para a doação for medicamente usável; no entanto, para os partidários de esta visão, qualquer remoção anterior seria o equivalente a assassinato. Dada a natureza do mercado de órgãos doados, a segunda condição limitaria a doação a casos onde tem uma necessidade conhecida e pronta para um órgão específico. Alternativamente, pode se fazer uma promessa de segurar o enterro apropriado para um órgão doado no evento que não seja transplantado. Tem sido liderado um movimento para promover a doação de órgãos de judeus à população geral pela Sociedade Halachic de Doadores de Órgãos em concordância com o halachah.
Escrúpulos religiosos
A maioria das religiões como a Igreja Católica Romana está a favor da doação de órgãos como atos de caridade e como meios de salvar uma vida. Alguns impõem certas restrições. Por exemplo, os Testemunhas de Jeová requerem que os órgãos sejam drenados de qualquer sangue, e os muçulmanos requerem que o doador tenha fornecido consentimento escrito antecipado. Uns poucos, como certas divisões do judaísmo ortodoxo o consideram obrigatório. No entanto, uns poucos grupos desaprovam a doação ou o transplante de órgãos; notavelmente, estes incluem shinto e aqueles que seguem os costumes dos ciganos.
Ampliando um pouquinho mais, aqui está o que achei referente às crenças dos Shinto:
Doação de órgãos nos Shinto
A fé Shinto está muito amarrada com a idéia da pureza, e a plenitude do corpo físico.
O transplante de órgãos é comparativamente raro em Japão porque o corpo depois da morte é impuro segundo a tradição shinto.
As tradições shinto também declaram que interferir com um cadáver traz má sorte.
As famílias ficam preocupadas por eles puderem ferir a relação entre a pessoa morta e os desconsolados (conhecidos como itai) por interferir com o cadáver.
Isto significa que muitos seguidores Shinto se opõem a tirar órgãos de aqueles que tem apenas morrido, e também recusariam um transplante de órgãos de alguém que tem morto.
Assuntos deontológicos
Certos grupos, como os Roma (ciganos), opõem-se a doação de órgãos por motivos religiosos, porem a maioria das religiões do mundo apóiam a doação como um ato de caridade de grande benefício para a comunidade.
(...) A ética médica dos judeus toma uma aproximação única. Aceita a doação de órgãos como um ato de caridade meritório, mas com duas condições: que o doador esteja falecido antes de remover o órgão e que o órgão seja tratado respeitosamente (e não, por exemplo, simplesmente descartado se por alguma razão se torna inutilizável). O problema ético deriva da falta de consenso na definição de "falecido". Segundo as interpretações mais estritas do halachah, "falecido" significa o cesse de toda atividade cerebral estimada. Para a maioria dos órgãos, este ponto é tarde demais para a doação for medicamente usável; no entanto, para os partidários de esta visão, qualquer remoção anterior seria o equivalente a assassinato. Dada a natureza do mercado de órgãos doados, a segunda condição limitaria a doação a casos onde tem uma necessidade conhecida e pronta para um órgão específico. Alternativamente, pode se fazer uma promessa de segurar o enterro apropriado para um órgão doado no evento que não seja transplantado. Tem sido liderado um movimento para promover a doação de órgãos de judeus à população geral pela Sociedade Halachic de Doadores de Órgãos em concordância com o halachah.
Escrúpulos religiosos
A maioria das religiões como a Igreja Católica Romana está a favor da doação de órgãos como atos de caridade e como meios de salvar uma vida. Alguns impõem certas restrições. Por exemplo, os Testemunhas de Jeová requerem que os órgãos sejam drenados de qualquer sangue, e os muçulmanos requerem que o doador tenha fornecido consentimento escrito antecipado. Uns poucos, como certas divisões do judaísmo ortodoxo o consideram obrigatório. No entanto, uns poucos grupos desaprovam a doação ou o transplante de órgãos; notavelmente, estes incluem shinto e aqueles que seguem os costumes dos ciganos.
Ampliando um pouquinho mais, aqui está o que achei referente às crenças dos Shinto:
Doação de órgãos nos Shinto
A fé Shinto está muito amarrada com a idéia da pureza, e a plenitude do corpo físico.
O transplante de órgãos é comparativamente raro em Japão porque o corpo depois da morte é impuro segundo a tradição shinto.
As tradições shinto também declaram que interferir com um cadáver traz má sorte.
As famílias ficam preocupadas por eles puderem ferir a relação entre a pessoa morta e os desconsolados (conhecidos como itai) por interferir com o cadáver.
Isto significa que muitos seguidores Shinto se opõem a tirar órgãos de aqueles que tem apenas morrido, e também recusariam um transplante de órgãos de alguém que tem morto.
Donación de órganos 02
Y por supuesto, no podía dejar de consultar en Wikipedia:
Asuntos deontológicos
Ciertos grupos, como los Roma (gitanos), se oponen a la donación por razones religiosas, pero la mayoría de las religiones del mundo apoyan la donación como un acto caritativo de gran beneficio para la comunidad.
(...) La ética médica judía hace una acercamiento único. Acepta la donación de órganos como un acto meritorio caritativamente, pero con dos condiciones: que el donante este fallecido antes de la extracción del órgano y que el órgano sea tratado respetuosamente (y no, por ejemplo, meramente descartado si por alguna razón se convierte en inservible). Los problemas éticos provienen de una falta de consenso en la definición de "fallecido". De acuerdo con las interpretaciones más estrictas del halachah, "fallecer" significa la cesación de toda actividad proveniente del cerebro. Para la mayoría de los órganos, este punto es demasiado tarde para que la donación sea médicamente útil; sin embargo, para el partidario de esta visión, cualquier extracción anterior sería equivalente a asesinato. Dada la naturaleza del mercado de órganos donados, la segunda condición limitaría la donación a una caso donde hay una necesidad conocida y lista de un órgano específico. Alternativamente, puede hacerse una promesa para asegurar un entierro apropiado para un órgano donado en el caso que no sea transplantado. Un movimiento para promocionar la donación de órganos de judíos a la población general en consonancia con el halatach ha sido dirigida por la Sociedad Donante de örganos Halachic.
Escrúpulos religiosos
La mayoría de las religiones como la Iglesia Católica Romana están a favor de la donación de órganos como actos de caridad y como un medio para salvar una vida. Algunas imponene ciertas restricciones. Por ejemplo, los Testigos de Jehová requieren que los órganos sean drenados de sangre, y los musulmanes requieren que el donante haya provisto consentimiento escrito por adelantado. Unas pocas, como ciertas ramas del judaismo ortodoxo lo consideran obligatorio. Sin embargo, unos pocos grupos desaprueban los transplantes de órganos o la donación; notablemente, estos incluyen a los Shinto y aquellos que siguen las costumbres folclóricas de los gitanos.
Ampliando un poquito más, aquí está lo que encontré referente a las creencias de los Shinto:
Donación de órganos en Shinto
La fe Shinto está muy vinculada con la idea de pureza, y la plenitud del cuerpo físico. Los transplantes de órganos son comparativamente raros en Japón porque el cuerpo después de la muerte es impuro de acuerdo con la tradición Shinto.
Las tradiciones SHinto también consideran que interferir con un cadaver trae mala suerte.
Las familias se preocupan de que puedan herir la relación entre la persona muerta y los afligidos (conocidos como los itai) interfiriendo con el cadaver.
Esto significa que muchos seguidores de Shinto se oponen a sacar los órganos de aquellos que acaban de morir, y también se niegan a que sean transplantados órganos de alguien que ha muerto.
Asuntos deontológicos
Ciertos grupos, como los Roma (gitanos), se oponen a la donación por razones religiosas, pero la mayoría de las religiones del mundo apoyan la donación como un acto caritativo de gran beneficio para la comunidad.
(...) La ética médica judía hace una acercamiento único. Acepta la donación de órganos como un acto meritorio caritativamente, pero con dos condiciones: que el donante este fallecido antes de la extracción del órgano y que el órgano sea tratado respetuosamente (y no, por ejemplo, meramente descartado si por alguna razón se convierte en inservible). Los problemas éticos provienen de una falta de consenso en la definición de "fallecido". De acuerdo con las interpretaciones más estrictas del halachah, "fallecer" significa la cesación de toda actividad proveniente del cerebro. Para la mayoría de los órganos, este punto es demasiado tarde para que la donación sea médicamente útil; sin embargo, para el partidario de esta visión, cualquier extracción anterior sería equivalente a asesinato. Dada la naturaleza del mercado de órganos donados, la segunda condición limitaría la donación a una caso donde hay una necesidad conocida y lista de un órgano específico. Alternativamente, puede hacerse una promesa para asegurar un entierro apropiado para un órgano donado en el caso que no sea transplantado. Un movimiento para promocionar la donación de órganos de judíos a la población general en consonancia con el halatach ha sido dirigida por la Sociedad Donante de örganos Halachic.
Escrúpulos religiosos
La mayoría de las religiones como la Iglesia Católica Romana están a favor de la donación de órganos como actos de caridad y como un medio para salvar una vida. Algunas imponene ciertas restricciones. Por ejemplo, los Testigos de Jehová requieren que los órganos sean drenados de sangre, y los musulmanes requieren que el donante haya provisto consentimiento escrito por adelantado. Unas pocas, como ciertas ramas del judaismo ortodoxo lo consideran obligatorio. Sin embargo, unos pocos grupos desaprueban los transplantes de órganos o la donación; notablemente, estos incluyen a los Shinto y aquellos que siguen las costumbres folclóricas de los gitanos.
Ampliando un poquito más, aquí está lo que encontré referente a las creencias de los Shinto:
Donación de órganos en Shinto
La fe Shinto está muy vinculada con la idea de pureza, y la plenitud del cuerpo físico. Los transplantes de órganos son comparativamente raros en Japón porque el cuerpo después de la muerte es impuro de acuerdo con la tradición Shinto.
Las tradiciones SHinto también consideran que interferir con un cadaver trae mala suerte.
Las familias se preocupan de que puedan herir la relación entre la persona muerta y los afligidos (conocidos como los itai) interfiriendo con el cadaver.
Esto significa que muchos seguidores de Shinto se oponen a sacar los órganos de aquellos que acaban de morir, y también se niegan a que sean transplantados órganos de alguien que ha muerto.
Organ Donation 01
As I have written some time here and always say, I feel a special person, with a strong mystical-astrological connection or something like that.
And also, in a more earthly-medicinal field I'm a proud organ donor that always is defending that cause. I think that there isn't a more solidarity and loving gesture that a human being could do, helping other to live more and/or better.
Organ's donation, actually don't know very well why, always seemed to me that was what Jesuschrist meant when said: "Greater love than this no man hath, that a man lay down his life for his friends". (John 15, 13).
But that is a Catholic vision... what would other religions think?, how would the faithful of other beliefs feel?. So I started to look for if other ideologies, if the followers of other creeds also share this human brotherhood idea.
I found in this book: Into the Jaws of Yama, Lord of Death wrote by Karma Lekshe Tsomo, and talking about Buddhism, bioethics and death a chapter called: Buddhism and Organ Transplantation.
Karma Lekshe Tsomo - Into the Jaws of Yama, Lord of Death Buddhism, Bioethics, And Death
The practice of donating one’s vital organs for medical research or for transplantation by surgical means has become increasingly common in recent decades, but the ethical issues raised by the practice have yet to be thoroughly discussed in Buddhist circles. In conversations with Buddhists of various backgrounds, most respondents spontaneously supported the idea of donating one’s vital organs to save someone’s life as consistent with Buddhist values of generosity and loving kindness. Followers of the Theravada and the Japanese Zen tradition emphasized that, from a Buddhist point of view, the body is merely a collection of disposable parts that has no usefulness after death. The body will be burned or will decompose after we die anyway, so why not use it to benefit others? They believed that a person’s consciousness leaves the body at the time of death, so there is no harm in touching, washing, or cutting the body. A person after death is just a corpse—a heap of dead skin, bones, flesh, and other components destined to disintegrate. In Theravada Buddhist cultures, it is nevertheless customary to wash the body, dress it in fresh clothes, and leave it lying in state for some time (usually one to three days) until the time of cremation. These customs vary depending on the locality, the status of the deceased, the climate, and the wishes of survivors.
Mahayana informants have tended to emphasize the value of human life for spiritual practice. Because a human rebirth is difficult to attain, highly perishable, and essential for progressing on the path to enlightenment, practitioners regarded organ donation as an excellent way to create merit through the practice of compassion. To donate a vital organ gives another person the chance to have a longer life and to use it meaningfully for Dharma practice. After death, one’s vital organs are no longer useful, so they may as well be used to benefit others. As one bumper sticker reads: “Recycle yourself. Be an organ donor.” Organ donation is considered a valuable opportunity on several levels. First, to donate one’s body for research or organ transplantation is a way to sever attachment to one’s own body. Second, to place another person’s welfare above one’s own is a perfect expression of the bodhisattva ethic of compassion. Third, to donate one’s organs with the pure motivation to benefit others will bring great fruits of merit in future lives, enabling one to gain a fortunate rebirth and further opportunities for Dharma practice; if the gift is dedicated to the enlightenment of all beings, the fruits are immeasurable. Buddhist informants from a wide variety of ethnicities and traditions stressed the power of an organ donor’s motivation. To donate them for the sake of money or reputation is a defiled motivation.
(...) Overall, the intent to donate one’s body parts to charity is congruent with the Buddhists’ compassionate ideal. It meets with resistance only in those cultures influenced by the Confucian reluctance to disfigure the body. This reluctance accounts for the relatively low rate of organ donors in East Asian societies. Attitudes are changing, but the State of Hawai’i, with its large Asian population, still has the lowest rate of organ donations in the United States. Recent efforts by Buddhists to encourage organ donation in Korea and Taiwan have been remarkably successful, however. In all these cases, it is assumed that an organ donor is motivated purely by the thought to benefit, not money or reputation.
Two questions remain that may cause Buddhists to hesitate in agreeing to organ donation. First, if the organs must be harvested before the vital signs cease, this will cause the death of the patient, which is unfortunate for both the medical technician and the patient. Second, even if the organs are harvested after the vital signs cease, the procedure may disturb the dying person’s consciousness and lead to an unfortunate rebirth. One’s state of mind during the process of dying is of crucial importance for determining one’s future rebirth. Ridding oneself of personal attachments and antipathies before the time of death helps make the transition to the next life easier. Prayers may be offered to benefit the deceased in the next life. To die in an angry state of mind, on the other hand, can lead to a hellish rebirth. Manuals such as Liberation by Hearing in the Intermediate State (Bar do tho drol) describe the terrifying visions and sensations a person may experience during the dying process and provide instructions about how to traverse the intermediate state without fear, anger, or trepidation. With such manuals as a guide, practitioners can train their minds beforehand and prepare themselves to die intelligently and consciously.
And also, in a more earthly-medicinal field I'm a proud organ donor that always is defending that cause. I think that there isn't a more solidarity and loving gesture that a human being could do, helping other to live more and/or better.
Organ's donation, actually don't know very well why, always seemed to me that was what Jesuschrist meant when said: "Greater love than this no man hath, that a man lay down his life for his friends". (John 15, 13).
But that is a Catholic vision... what would other religions think?, how would the faithful of other beliefs feel?. So I started to look for if other ideologies, if the followers of other creeds also share this human brotherhood idea.
I found in this book: Into the Jaws of Yama, Lord of Death wrote by Karma Lekshe Tsomo, and talking about Buddhism, bioethics and death a chapter called: Buddhism and Organ Transplantation.
Karma Lekshe Tsomo - Into the Jaws of Yama, Lord of Death Buddhism, Bioethics, And Death
The practice of donating one’s vital organs for medical research or for transplantation by surgical means has become increasingly common in recent decades, but the ethical issues raised by the practice have yet to be thoroughly discussed in Buddhist circles. In conversations with Buddhists of various backgrounds, most respondents spontaneously supported the idea of donating one’s vital organs to save someone’s life as consistent with Buddhist values of generosity and loving kindness. Followers of the Theravada and the Japanese Zen tradition emphasized that, from a Buddhist point of view, the body is merely a collection of disposable parts that has no usefulness after death. The body will be burned or will decompose after we die anyway, so why not use it to benefit others? They believed that a person’s consciousness leaves the body at the time of death, so there is no harm in touching, washing, or cutting the body. A person after death is just a corpse—a heap of dead skin, bones, flesh, and other components destined to disintegrate. In Theravada Buddhist cultures, it is nevertheless customary to wash the body, dress it in fresh clothes, and leave it lying in state for some time (usually one to three days) until the time of cremation. These customs vary depending on the locality, the status of the deceased, the climate, and the wishes of survivors.
Mahayana informants have tended to emphasize the value of human life for spiritual practice. Because a human rebirth is difficult to attain, highly perishable, and essential for progressing on the path to enlightenment, practitioners regarded organ donation as an excellent way to create merit through the practice of compassion. To donate a vital organ gives another person the chance to have a longer life and to use it meaningfully for Dharma practice. After death, one’s vital organs are no longer useful, so they may as well be used to benefit others. As one bumper sticker reads: “Recycle yourself. Be an organ donor.” Organ donation is considered a valuable opportunity on several levels. First, to donate one’s body for research or organ transplantation is a way to sever attachment to one’s own body. Second, to place another person’s welfare above one’s own is a perfect expression of the bodhisattva ethic of compassion. Third, to donate one’s organs with the pure motivation to benefit others will bring great fruits of merit in future lives, enabling one to gain a fortunate rebirth and further opportunities for Dharma practice; if the gift is dedicated to the enlightenment of all beings, the fruits are immeasurable. Buddhist informants from a wide variety of ethnicities and traditions stressed the power of an organ donor’s motivation. To donate them for the sake of money or reputation is a defiled motivation.
(...) Overall, the intent to donate one’s body parts to charity is congruent with the Buddhists’ compassionate ideal. It meets with resistance only in those cultures influenced by the Confucian reluctance to disfigure the body. This reluctance accounts for the relatively low rate of organ donors in East Asian societies. Attitudes are changing, but the State of Hawai’i, with its large Asian population, still has the lowest rate of organ donations in the United States. Recent efforts by Buddhists to encourage organ donation in Korea and Taiwan have been remarkably successful, however. In all these cases, it is assumed that an organ donor is motivated purely by the thought to benefit, not money or reputation.
Two questions remain that may cause Buddhists to hesitate in agreeing to organ donation. First, if the organs must be harvested before the vital signs cease, this will cause the death of the patient, which is unfortunate for both the medical technician and the patient. Second, even if the organs are harvested after the vital signs cease, the procedure may disturb the dying person’s consciousness and lead to an unfortunate rebirth. One’s state of mind during the process of dying is of crucial importance for determining one’s future rebirth. Ridding oneself of personal attachments and antipathies before the time of death helps make the transition to the next life easier. Prayers may be offered to benefit the deceased in the next life. To die in an angry state of mind, on the other hand, can lead to a hellish rebirth. Manuals such as Liberation by Hearing in the Intermediate State (Bar do tho drol) describe the terrifying visions and sensations a person may experience during the dying process and provide instructions about how to traverse the intermediate state without fear, anger, or trepidation. With such manuals as a guide, practitioners can train their minds beforehand and prepare themselves to die intelligently and consciously.
Doação de órgãos 01
Como tenho escrito alguma vez aqui e sempre digo, sinto-me uma pessoa especial, com uma forte conexão místico-astrológica ou algo pelo estilo.
E além, em um âmbito mais terreno-medicinal eu sou uma orgulhosa doadora de órgãos que sempre está defendendo essa causa. Acredito que não tem uma ação mais solidária e amorosa que possa realizar um ser humano, que ajudar outro viver mais e/ou melhor.
A doação de órgãos, na verdade não sei muito bem por que, sempre me pareceu que era o que Jesus Cristo falava quando disse: "Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos". (João 15, 13).
No entanto, essa é uma visão católica... O que acharam as outras religiões?, como se sentiram os fiéis de outras crenças?. Então pus-me procurar se em outras ideologias, se os seguidores de outros credos também dividem esta idéia da irmandade humana.
Achei neste livro: Into the Jaws of Yama, Lord of Death (Dentro dos maxilares de Yama, senhor da morte) escrito por Karma Lekshe Tsomo, e que fala do Budismo, bioética e a morte um capítulo chamado: Budismo e transplante de órgãos.
A prática de doar os órgãos vitais de um para investigação médica ou para transplante por meios cirúrgicos tem-se virado crescentemente comum em décadas recentes, mas os assuntos éticos elevados pela prática ainda tem que ser minuciosamente discutidos nos círculos budistas. Em conversas com budistas de várias experiências, a maioria dos entrevistados apoiaram espontaneamente a idéia de doar os órgãos vitais de um para salvar a vida de alguém mais como sendo consistente com os valores budistas de generosidade e bondade amorosa. Os seguidores de Therevada e a tradição de japonês Zen fizeram questão em que, desde um ponto de vista budista, o corpo é apenas uma coleção de partes descartáveis que não tem uso após a morte. O corpo será queimado o se decomporá depois que a gente morre de qualquer forma, então por que não usá-lo para beneficiar outros? Acreditam que a consciência deixa o corpo no momento da morte, então não tem nenhum dano em tocar, lavar, ou cortar o corpo. A pessoa depois de morta é só um corpo - um monte de pele morta, ossos, carne, e outros componentes destinados a se desintegrar. Nas culturas Budistas Therevada, no entanto é costume lavar o corpo, vesti-lo com roupas novas, e deixá-lo deitado em estado por algum tempo (geralmente de um para três dias) até o tempo da cremação. Estes costumes mudam dependendo da localidade, o estado do falecido, o clima, e os desejos dos sobreviventes.
Os informantes Mahayana têm feito questão em tomar conta o valor da vida humana pela prática espiritual. Porque um renascimento humano é difícil de alcançar, altamente perecível, e essencial para progredir na trilha para iluminação, praticantes consideraram a doação de órgãos como um jeito excelente para criar mérito através da prática da compaixão. Doar um órgão vital dá a outra pessoa a chance de ter uma vida mais longa e usá-la significativamente para a prática Dharma. Depois da morte, os órgãos vitais de um já não são úteis, então bem podem ser usados para benefício de outros. Como diz um adesivo de pára-choque: "Recicla-te. Seja um doador de órgãos." A doação de órgãos está considerada uma oportunidade valiosa em vários níveis. Primeiro, doar o corpo de um para investigação ou para transplante de órgãos é uma forma de cortar a ligação com o próprio corpo. Segundo, colocar o bem-estar de outra pessoa sobre o próprio é uma expressão perfeita de ética bodhisattva da compaixão. Terceiro, doar os órgãos de um com a pura motivação de beneficiar outros trará grandes frutos de mérito em vidas futuras, permitindo ganhar um renascimento venturoso e maiores oportunidades para a prática Dharma; se o presente está dedicado a iluminação de todos os seres, os frutos são incomensuráveis. Os informantes budistas de uma grande variedade de etnias e tradições destacaram o poder da motivação de um doador de órgãos. Doar-los pelo motivo do dinheiro ou reputação é uma motivação poluída.
(...) Afinal, a tentativa de doar as partes do corpo de um para caridade é congruente com o ideal compassivo dos budistas. Encontra resistência só em aquelas culturas influenciadas pela relutância do Confúcio de desfigurar o corpo. Esta relutância justifica a taxa relativamente baixa de doadores de órgãos nas sociedades do leste asiático. As atitudes estão mudando, porem o estado de Hawai'i, com a sua grande população asiática, ainda tem a taxa mais baixa de doações de órgãos nos Estados Unidos. No entanto, esforços recentes para encorajar a doação de órgãos em Coréia e Taiwan têm tido um sucesso extraordinário. Em todos os casos, se supõe que o doador de órgãos está motivado puramente pelo pensamento de benefício, não de dinheiro ou reputação.
Duas perguntas permanecem que podem causar os budistas duvidarem em concordar com a doação de órgãos. Primeiro, se os órgãos devem ser colhidos antes que os signos vitais cessem, isto causará a morte do paciente, o que é infeliz tanto para o médico como para o paciente. Segundo, incluso se os órgãos são colhidos após os signos vitais cessarem, o procedimento poderia perturbar a consciência da pessoa morrendo e levar a um renascimento infeliz. O estado mental de um durante o processo de morrer é de crucial importância para determinar o futuro renascimento. Se desfazer de ligações pessoais e antipatias antes do tempo da morte ajuda fazer a transição para a próxima vida mais fácil. Preces podem ser oferecidas para benefício do falecido na próxima vida. Morrer em um estado mental de raiva, por outro lado, pode levar a um renascimento infernal. Manuais como a Liberação pela Audição no Estado Intermediário (Bar do tho drol) descreve as visões e sensações aterrorizantes que uma pessoa pode experimentar durante o processo de morrer e fornece instruções sobre como atravessar o estado intermediário sem medo, irritação ou receio. Com tais manuais como guia, os praticantes podem treinar suas mentes antecipadamente e se preparar para morrer inteligente e conscientemente.
E além, em um âmbito mais terreno-medicinal eu sou uma orgulhosa doadora de órgãos que sempre está defendendo essa causa. Acredito que não tem uma ação mais solidária e amorosa que possa realizar um ser humano, que ajudar outro viver mais e/ou melhor.
A doação de órgãos, na verdade não sei muito bem por que, sempre me pareceu que era o que Jesus Cristo falava quando disse: "Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos". (João 15, 13).
No entanto, essa é uma visão católica... O que acharam as outras religiões?, como se sentiram os fiéis de outras crenças?. Então pus-me procurar se em outras ideologias, se os seguidores de outros credos também dividem esta idéia da irmandade humana.
Achei neste livro: Into the Jaws of Yama, Lord of Death (Dentro dos maxilares de Yama, senhor da morte) escrito por Karma Lekshe Tsomo, e que fala do Budismo, bioética e a morte um capítulo chamado: Budismo e transplante de órgãos.
A prática de doar os órgãos vitais de um para investigação médica ou para transplante por meios cirúrgicos tem-se virado crescentemente comum em décadas recentes, mas os assuntos éticos elevados pela prática ainda tem que ser minuciosamente discutidos nos círculos budistas. Em conversas com budistas de várias experiências, a maioria dos entrevistados apoiaram espontaneamente a idéia de doar os órgãos vitais de um para salvar a vida de alguém mais como sendo consistente com os valores budistas de generosidade e bondade amorosa. Os seguidores de Therevada e a tradição de japonês Zen fizeram questão em que, desde um ponto de vista budista, o corpo é apenas uma coleção de partes descartáveis que não tem uso após a morte. O corpo será queimado o se decomporá depois que a gente morre de qualquer forma, então por que não usá-lo para beneficiar outros? Acreditam que a consciência deixa o corpo no momento da morte, então não tem nenhum dano em tocar, lavar, ou cortar o corpo. A pessoa depois de morta é só um corpo - um monte de pele morta, ossos, carne, e outros componentes destinados a se desintegrar. Nas culturas Budistas Therevada, no entanto é costume lavar o corpo, vesti-lo com roupas novas, e deixá-lo deitado em estado por algum tempo (geralmente de um para três dias) até o tempo da cremação. Estes costumes mudam dependendo da localidade, o estado do falecido, o clima, e os desejos dos sobreviventes.
Os informantes Mahayana têm feito questão em tomar conta o valor da vida humana pela prática espiritual. Porque um renascimento humano é difícil de alcançar, altamente perecível, e essencial para progredir na trilha para iluminação, praticantes consideraram a doação de órgãos como um jeito excelente para criar mérito através da prática da compaixão. Doar um órgão vital dá a outra pessoa a chance de ter uma vida mais longa e usá-la significativamente para a prática Dharma. Depois da morte, os órgãos vitais de um já não são úteis, então bem podem ser usados para benefício de outros. Como diz um adesivo de pára-choque: "Recicla-te. Seja um doador de órgãos." A doação de órgãos está considerada uma oportunidade valiosa em vários níveis. Primeiro, doar o corpo de um para investigação ou para transplante de órgãos é uma forma de cortar a ligação com o próprio corpo. Segundo, colocar o bem-estar de outra pessoa sobre o próprio é uma expressão perfeita de ética bodhisattva da compaixão. Terceiro, doar os órgãos de um com a pura motivação de beneficiar outros trará grandes frutos de mérito em vidas futuras, permitindo ganhar um renascimento venturoso e maiores oportunidades para a prática Dharma; se o presente está dedicado a iluminação de todos os seres, os frutos são incomensuráveis. Os informantes budistas de uma grande variedade de etnias e tradições destacaram o poder da motivação de um doador de órgãos. Doar-los pelo motivo do dinheiro ou reputação é uma motivação poluída.
(...) Afinal, a tentativa de doar as partes do corpo de um para caridade é congruente com o ideal compassivo dos budistas. Encontra resistência só em aquelas culturas influenciadas pela relutância do Confúcio de desfigurar o corpo. Esta relutância justifica a taxa relativamente baixa de doadores de órgãos nas sociedades do leste asiático. As atitudes estão mudando, porem o estado de Hawai'i, com a sua grande população asiática, ainda tem a taxa mais baixa de doações de órgãos nos Estados Unidos. No entanto, esforços recentes para encorajar a doação de órgãos em Coréia e Taiwan têm tido um sucesso extraordinário. Em todos os casos, se supõe que o doador de órgãos está motivado puramente pelo pensamento de benefício, não de dinheiro ou reputação.
Duas perguntas permanecem que podem causar os budistas duvidarem em concordar com a doação de órgãos. Primeiro, se os órgãos devem ser colhidos antes que os signos vitais cessem, isto causará a morte do paciente, o que é infeliz tanto para o médico como para o paciente. Segundo, incluso se os órgãos são colhidos após os signos vitais cessarem, o procedimento poderia perturbar a consciência da pessoa morrendo e levar a um renascimento infeliz. O estado mental de um durante o processo de morrer é de crucial importância para determinar o futuro renascimento. Se desfazer de ligações pessoais e antipatias antes do tempo da morte ajuda fazer a transição para a próxima vida mais fácil. Preces podem ser oferecidas para benefício do falecido na próxima vida. Morrer em um estado mental de raiva, por outro lado, pode levar a um renascimento infernal. Manuais como a Liberação pela Audição no Estado Intermediário (Bar do tho drol) descreve as visões e sensações aterrorizantes que uma pessoa pode experimentar durante o processo de morrer e fornece instruções sobre como atravessar o estado intermediário sem medo, irritação ou receio. Com tais manuais como guia, os praticantes podem treinar suas mentes antecipadamente e se preparar para morrer inteligente e conscientemente.
Donación de órganos 01
Como he escrito alguna vez aquí y siempre digo, me siento una persona especial, con una fuerte conexión místico-astrológica o algo por el estilo.
Y además, en un ámbito más terreno-medicinal soy una orgullosa donante de órganos que siempre está defendiendo esa causa. Creo que no hay una acción más solidaria y amorosa que pueda realizar un ser humano, que ayudar a otro a vivir más y/o mejor.
La donación de órganos, en realidad no se muy bien por qué, siempre me pareció que era a lo que Jesucristo se refería cuando dijo: "No hay amor más grande que dar la vida por los amigos". (Juan 15, 13).
Pero esa es una visión católica... ¿qué pensarán las otras religiones?, ¿cómo se sentiran los fieles de otras creencias?. Así que me puse a buscar si en otras ideologías, si los seguidores de otros credos también compartían esta idea de hermandad humana.
Encontré en este libro: Into the Jaws of Yama, Lord of Death (Dentro de las fauces de Yama, Señor de la Muerte) escrito por Karma Lekshe Tsomo, y que habla de Budismo, bioética y la muerte un capítulo llamado: Budismo y transplante de órganos.
La práctica de donar los órganos vitales de uno para investigación médica o para transplantes por medios quirúrgicos se ha convertido en algo cada vez más comun en décadas recientes, pero los temas éticos nacidos por la práctica aún tienen que ser discutidos a fondo en los círculos budistas. En conversaciones con budistas de varios orígenes, la mayoría de los encuestados apoyó espontáneamente la idea de sonar los órganos vitales de uno para salvar la vida de alguien como consistente con los valores budistas de generosidad y amorosa bondad. Seguidores de la Theravada y la tradición japonesa Zen enfatizaron que, desde un punto de vista budista, el cuerpo es meramente una colección de partes desechables que no tiene utilidad después de la muerte. De cualquier forma, el cuerpo será quemado o se descompondrá después que morimos, así que ¿por qué no usarlo para beneficiar a otros? Creen que la conciencia de una persona deja el cuerpo al moment ode su muerte, así que no hay daño en tocar, lavar o cortar el cuerpo. Una persona después de la muerte es solo un cuerpo-un montón de piel muerta, huesos, carne, y otros componentes destinados a desintegrarse. En las culturas Budistas Theravada, sin embargo se acostumbra lavar el cuerpo, vestirlo con ropas nuevas, y dejarlo acostado por algún tiempo (generalmente de uno a tres días) hasta el tiempo de la cremación. Estas costumbres varian dependiendo de la localidad, el estado del fallecido, el clima y los deseos de los sobrevivientes.
Los informantes Mahayama se han ocupado de enfatizar el valor de la vida humana para la práctica espiritual. Porque el renacimiento humano es defícil de alcanzar, altamente perecedero, y esencial para progresar en el camino de la iluminación, los practicantes consideraron la donación de órganos como una forma excelente de crear mérito a través de la práctica de la compasión. Donar un órgano vital le da a otra persona la chance de tener una vida más larga y usarla de modo significativo para la práctica del Dharma. Después de la muerte, los órganos vitales de uno ya no son útiles, así que bien pueden ser usados para beneficiar a otros. Como dice una calcomanía de paragolpes: “Reciclate. Se un donante de órganos.” La donación de órganos está considerada una oportunidad valorable en varios niveles. Primero, donar el cuerpo de uno para investigación o transplante de órganos es una forma de romper el apego al propio cuerpo de uno. Segundo, colocar el bienestar de otra persona por sobre el propio es una expresión perfecta de la ética bodhisattva de compasión. Tercero, donar los órganos de uno con la pura motivación de beneficiar a otros traerá grandes frutos de mérito en vidas futuras, permitiéndole a uno ganar la fortuna de un renacimiento y mayores oportunidades de práctica Dharma; si el regalo es dedicado a la iluminación de todos los seres, los frutos son inconmensurables. Los informantes budistas de una amplia variedad de etnicidades y tradiciones hicieron hincapié en el poder de la motivación de un donante de órganos. Donarlos por el bien monetario o la reputación es una motivación profanada.
(...) En general, la intención de donar las partes del cuerpo de uno a caridad es congruente con el ideal compasivo de los budistas. Se encuentra con resistencia solo en aquellas culturas influenciadas por la renuencia de Confusio a desfigurar el cuerpo. Esta renuencia cuenta para la tasa relativamente baja de donantes de órganos en las sociedades del este asiático. Las actitudes están cambiando, pero el Estado de Hawai, con su gran población asiática, aún tiene la tasa más baja de donaciones de órganos en los Estados Unidos. Sin embargo, los esfuerzos recientes de los budistas para alentar la donación de órganos en Corea y Taiwan ha sido notablemente exitosa. En todos estos casos, se presume que un donante de órganos está motivado puramente por el pensamiento de beneficio, no por dinero o reputación.
Dos preguntas permanecen que pueden causar que los budistas duden en estar de acuerdo con la donación de órganos. Primero, si los órganos deben ser extraidos antes de que cesen los signos vitales, esto causará la muerte del paciente, que es desafortunado tanto para el médico y el paciente. Segundo, incluso si los órganos son extraidos después que los signos vitales cesaron, el procedimiento puede molestar la consciencia de la persona que está muriendo y llevar a un desafortunado renacimiento. El estado mental de uno durante el proceso de morir es de crucial importancia para determinar el futuro renacimiento de uno. Deshacerse de apegos personales y antipatías antes del momento de la muerte ayuda a hacer la transición a la próxima vida más fácil. Oraciones pueden ser ofrecidas para beneficio del fallecido en la próxima vida. Morir en un estado mental enojado, por otro lado, puiede llevar a un renacimiento infernal. Manuales tales como Liberación mediante la Escucha en el Estado Intermedio (Bar do tho drol) describen las terribles visiones y sensaciones que una persona puede experimentar durante el proceso de morir y provee instrucciones sobre como atravesar el estado intermedio sin miedo, ira, o ansiedad. Con tales manuales como guía, los practicantes pueden entrenar sus mentes de antemano y prepararse para morir inteligente y conscientemente.
Y además, en un ámbito más terreno-medicinal soy una orgullosa donante de órganos que siempre está defendiendo esa causa. Creo que no hay una acción más solidaria y amorosa que pueda realizar un ser humano, que ayudar a otro a vivir más y/o mejor.
La donación de órganos, en realidad no se muy bien por qué, siempre me pareció que era a lo que Jesucristo se refería cuando dijo: "No hay amor más grande que dar la vida por los amigos". (Juan 15, 13).
Pero esa es una visión católica... ¿qué pensarán las otras religiones?, ¿cómo se sentiran los fieles de otras creencias?. Así que me puse a buscar si en otras ideologías, si los seguidores de otros credos también compartían esta idea de hermandad humana.
Encontré en este libro: Into the Jaws of Yama, Lord of Death (Dentro de las fauces de Yama, Señor de la Muerte) escrito por Karma Lekshe Tsomo, y que habla de Budismo, bioética y la muerte un capítulo llamado: Budismo y transplante de órganos.
La práctica de donar los órganos vitales de uno para investigación médica o para transplantes por medios quirúrgicos se ha convertido en algo cada vez más comun en décadas recientes, pero los temas éticos nacidos por la práctica aún tienen que ser discutidos a fondo en los círculos budistas. En conversaciones con budistas de varios orígenes, la mayoría de los encuestados apoyó espontáneamente la idea de sonar los órganos vitales de uno para salvar la vida de alguien como consistente con los valores budistas de generosidad y amorosa bondad. Seguidores de la Theravada y la tradición japonesa Zen enfatizaron que, desde un punto de vista budista, el cuerpo es meramente una colección de partes desechables que no tiene utilidad después de la muerte. De cualquier forma, el cuerpo será quemado o se descompondrá después que morimos, así que ¿por qué no usarlo para beneficiar a otros? Creen que la conciencia de una persona deja el cuerpo al moment ode su muerte, así que no hay daño en tocar, lavar o cortar el cuerpo. Una persona después de la muerte es solo un cuerpo-un montón de piel muerta, huesos, carne, y otros componentes destinados a desintegrarse. En las culturas Budistas Theravada, sin embargo se acostumbra lavar el cuerpo, vestirlo con ropas nuevas, y dejarlo acostado por algún tiempo (generalmente de uno a tres días) hasta el tiempo de la cremación. Estas costumbres varian dependiendo de la localidad, el estado del fallecido, el clima y los deseos de los sobrevivientes.
Los informantes Mahayama se han ocupado de enfatizar el valor de la vida humana para la práctica espiritual. Porque el renacimiento humano es defícil de alcanzar, altamente perecedero, y esencial para progresar en el camino de la iluminación, los practicantes consideraron la donación de órganos como una forma excelente de crear mérito a través de la práctica de la compasión. Donar un órgano vital le da a otra persona la chance de tener una vida más larga y usarla de modo significativo para la práctica del Dharma. Después de la muerte, los órganos vitales de uno ya no son útiles, así que bien pueden ser usados para beneficiar a otros. Como dice una calcomanía de paragolpes: “Reciclate. Se un donante de órganos.” La donación de órganos está considerada una oportunidad valorable en varios niveles. Primero, donar el cuerpo de uno para investigación o transplante de órganos es una forma de romper el apego al propio cuerpo de uno. Segundo, colocar el bienestar de otra persona por sobre el propio es una expresión perfecta de la ética bodhisattva de compasión. Tercero, donar los órganos de uno con la pura motivación de beneficiar a otros traerá grandes frutos de mérito en vidas futuras, permitiéndole a uno ganar la fortuna de un renacimiento y mayores oportunidades de práctica Dharma; si el regalo es dedicado a la iluminación de todos los seres, los frutos son inconmensurables. Los informantes budistas de una amplia variedad de etnicidades y tradiciones hicieron hincapié en el poder de la motivación de un donante de órganos. Donarlos por el bien monetario o la reputación es una motivación profanada.
(...) En general, la intención de donar las partes del cuerpo de uno a caridad es congruente con el ideal compasivo de los budistas. Se encuentra con resistencia solo en aquellas culturas influenciadas por la renuencia de Confusio a desfigurar el cuerpo. Esta renuencia cuenta para la tasa relativamente baja de donantes de órganos en las sociedades del este asiático. Las actitudes están cambiando, pero el Estado de Hawai, con su gran población asiática, aún tiene la tasa más baja de donaciones de órganos en los Estados Unidos. Sin embargo, los esfuerzos recientes de los budistas para alentar la donación de órganos en Corea y Taiwan ha sido notablemente exitosa. En todos estos casos, se presume que un donante de órganos está motivado puramente por el pensamiento de beneficio, no por dinero o reputación.
Dos preguntas permanecen que pueden causar que los budistas duden en estar de acuerdo con la donación de órganos. Primero, si los órganos deben ser extraidos antes de que cesen los signos vitales, esto causará la muerte del paciente, que es desafortunado tanto para el médico y el paciente. Segundo, incluso si los órganos son extraidos después que los signos vitales cesaron, el procedimiento puede molestar la consciencia de la persona que está muriendo y llevar a un desafortunado renacimiento. El estado mental de uno durante el proceso de morir es de crucial importancia para determinar el futuro renacimiento de uno. Deshacerse de apegos personales y antipatías antes del momento de la muerte ayuda a hacer la transición a la próxima vida más fácil. Oraciones pueden ser ofrecidas para beneficio del fallecido en la próxima vida. Morir en un estado mental enojado, por otro lado, puiede llevar a un renacimiento infernal. Manuales tales como Liberación mediante la Escucha en el Estado Intermedio (Bar do tho drol) describen las terribles visiones y sensaciones que una persona puede experimentar durante el proceso de morir y provee instrucciones sobre como atravesar el estado intermedio sin miedo, ira, o ansiedad. Con tales manuales como guía, los practicantes pueden entrenar sus mentes de antemano y prepararse para morir inteligente y conscientemente.
martes, 27 de enero de 2009
Memorias de un tal Joseph B. Jehová
Joseph B. Jehova era un hombre pequeño y callado, torpe e indefenso. Durante años llevó una vida apagada concurriendo a su rutinario trabajo en su diminuta dependencia de una larga fila de escritorios.
Este estado de las cosas provocaron en Joseph graves alteraciones psíquicas. Pero no se volvió loco. Algo peor, se volvió solipsista. Esta enfermedad lo hizo creer que él era la única cosa que existía realmente, que todo su entorno no era más que su imaginación, y que si dejara de imaginarlo dejaría de existir.
Así fue como un día, cansado de su trabajo, de su vida y del mundo, decidió terminar con todo. Comenzó pensando en todos los escritorios que lo rodeaban, y estos dejaron de existir. Luego quiso que el edificio entero desapareciera y este se esfumó completamente. Pensó en el mundo y al instante se vio suspendido en el vacío. Finalmente se deshizo fácilmente de su cuerpo, pero cuando quiso dejar de existir, nada ocurrió.
"¿Entonces hay un límite para el solipsismo?" se preguntó. "Sí", dijo una voz. "¿Quien eres?"; "El que creó el universo que tú acabas de hacer desaparecer". Hubo un profundo suspiro y continuó: "Y ahora que has tomado mi lugar, puedo retirarme a descansar en paz y dejar que tú continues". "Pero, ¿cómo puedo yo dejar de existir? Eso es lo que quiero." "Sí, ya sé - dijo la voz . Tienes que seguir el camino que he seguido yo. Crea un universo. Espera a que alguien crea lo mismo que has creído tú y quiera dejar de existir. Entonces podrás retirarte y dejar que él siga. Y ahora, adios."
Y la voz calló. Joseph B. Jeohova quedó solo en el vacío, y solo había una cosa que pudiera hacer: creó los cielos y la tierra. Y tardó siete días...
Este estado de las cosas provocaron en Joseph graves alteraciones psíquicas. Pero no se volvió loco. Algo peor, se volvió solipsista. Esta enfermedad lo hizo creer que él era la única cosa que existía realmente, que todo su entorno no era más que su imaginación, y que si dejara de imaginarlo dejaría de existir.
Así fue como un día, cansado de su trabajo, de su vida y del mundo, decidió terminar con todo. Comenzó pensando en todos los escritorios que lo rodeaban, y estos dejaron de existir. Luego quiso que el edificio entero desapareciera y este se esfumó completamente. Pensó en el mundo y al instante se vio suspendido en el vacío. Finalmente se deshizo fácilmente de su cuerpo, pero cuando quiso dejar de existir, nada ocurrió.
"¿Entonces hay un límite para el solipsismo?" se preguntó. "Sí", dijo una voz. "¿Quien eres?"; "El que creó el universo que tú acabas de hacer desaparecer". Hubo un profundo suspiro y continuó: "Y ahora que has tomado mi lugar, puedo retirarme a descansar en paz y dejar que tú continues". "Pero, ¿cómo puedo yo dejar de existir? Eso es lo que quiero." "Sí, ya sé - dijo la voz . Tienes que seguir el camino que he seguido yo. Crea un universo. Espera a que alguien crea lo mismo que has creído tú y quiera dejar de existir. Entonces podrás retirarte y dejar que él siga. Y ahora, adios."
Y la voz calló. Joseph B. Jeohova quedó solo en el vacío, y solo había una cosa que pudiera hacer: creó los cielos y la tierra. Y tardó siete días...
Memórias de um tal José B. Jeová
Joseph B. Jeová era um homem pequeno e calado, tolo e indefeso. Durante anos levou uma vida apagada concorrendo a seu rotineiro trabalho em sua diminuta dependência de uma longa fila de escritórios.
Este estado das coisas provocaram em Joseph graves alterações psíquicas. Mas não se tornou louco. Algo pior, se tornou solipsista. Esta doença fez ele acreditar que era a única coisa que existia realmente, que todo o seu entorno não era mais do que sua imaginação, e que se deixar de imaginá-lo deixaria de existir.
Assim foi como um dia, cansado do seu trabalho, de sua vida e do mundo, decidiu acabar com tudo. Começou pensando em todos os escritórios que o rodeavam, e estes deixaram de existir. Depois quis que o edifício inteiro desaparecesse e este se esfumou completamente. Pensou no mundo e ao instante viu-se suspenso no vazio. Finalmente se desfez facilmente de seu corpo, porem quando quis deixar de existir, nada aconteceu.
"Então tem um limite para o solipsismo?" Perguntou-se. "Sim", disse uma voz. "Quem é?"; "O que criou o universo que você acaba de fazer desaparecer". Houve um profundo suspiro e continuou: "E agora que tem tomado meu lugar, posso retirar-me e descansar em paz e deixar que você continue". "Mas, como posso eu deixar de existir? Isso é o que quero." "Sim, já sei - disse a voz. Tem que seguir o caminho que tem seguido eu. Cria um universo. Espera que alguém acredite o mesmo que tem acreditado você e queira deixar de existir. Então você poderá se aposentar e deixar que ele siga. E agora, adeus."
E a voz calou. Joseph B. Jeová ficou sozinho no vazio, e só tinha uma coisa que pudesse fazer: criou os céus e a terra. E tardou sete dias...
Este estado das coisas provocaram em Joseph graves alterações psíquicas. Mas não se tornou louco. Algo pior, se tornou solipsista. Esta doença fez ele acreditar que era a única coisa que existia realmente, que todo o seu entorno não era mais do que sua imaginação, e que se deixar de imaginá-lo deixaria de existir.
Assim foi como um dia, cansado do seu trabalho, de sua vida e do mundo, decidiu acabar com tudo. Começou pensando em todos os escritórios que o rodeavam, e estes deixaram de existir. Depois quis que o edifício inteiro desaparecesse e este se esfumou completamente. Pensou no mundo e ao instante viu-se suspenso no vazio. Finalmente se desfez facilmente de seu corpo, porem quando quis deixar de existir, nada aconteceu.
"Então tem um limite para o solipsismo?" Perguntou-se. "Sim", disse uma voz. "Quem é?"; "O que criou o universo que você acaba de fazer desaparecer". Houve um profundo suspiro e continuou: "E agora que tem tomado meu lugar, posso retirar-me e descansar em paz e deixar que você continue". "Mas, como posso eu deixar de existir? Isso é o que quero." "Sim, já sei - disse a voz. Tem que seguir o caminho que tem seguido eu. Cria um universo. Espera que alguém acredite o mesmo que tem acreditado você e queira deixar de existir. Então você poderá se aposentar e deixar que ele siga. E agora, adeus."
E a voz calou. Joseph B. Jeová ficou sozinho no vazio, e só tinha uma coisa que pudesse fazer: criou os céus e a terra. E tardou sete dias...
Memories of someone called Joseph B. Jehovah
Joseph B. Jehovah was a small and quiet man, clumsy and defenseless. During years he led a spiritless life going to his monotonous job in his tiny room of a long line of desks.
This condition of the things caused in Joseph serious psychical distortions. But he didn't go crazy. Something worst, he went solipsist. This illness made him believe that he was the only thing that actually existed that all his environment wasn't more than his imagination, and that if he stopped to imagining it would stop existing.
Thus it was as one day, tired of his work, his life and the world, decided to end with all. Started to think in all the desks that surround him, and these ceased to exist. Then, he wanted the entire building to disappear and this vanished completely. Thought in the world and right away saw himself suspended in the vacuum. Finally, he got rid of his body easily, but when he wanted to stop existing, nothing happened.
"So there's a limit for solipsism?" wonder. "Yes", a voice said. "Who are you?"; "The one that created the universe you just make disappear". There was a deep sigh and continued: "And now that you take my place, I can retire to rest in peace and leave you to continue". "But how do I stop existing? That's what I want." "Yes, I know - the voice said. You have to follow the path that I have followed. Create a universe. Wait to someone to believe the same that you have believed and wanted to stop existing. So you could retire and let him to go on. And now, goodbye."
And the voice shut up. Joseph B. Jehovah remained alone in the vacuum, and there was just one thing he could do: created the Skies and the Earth. And took seven days...
This condition of the things caused in Joseph serious psychical distortions. But he didn't go crazy. Something worst, he went solipsist. This illness made him believe that he was the only thing that actually existed that all his environment wasn't more than his imagination, and that if he stopped to imagining it would stop existing.
Thus it was as one day, tired of his work, his life and the world, decided to end with all. Started to think in all the desks that surround him, and these ceased to exist. Then, he wanted the entire building to disappear and this vanished completely. Thought in the world and right away saw himself suspended in the vacuum. Finally, he got rid of his body easily, but when he wanted to stop existing, nothing happened.
"So there's a limit for solipsism?" wonder. "Yes", a voice said. "Who are you?"; "The one that created the universe you just make disappear". There was a deep sigh and continued: "And now that you take my place, I can retire to rest in peace and leave you to continue". "But how do I stop existing? That's what I want." "Yes, I know - the voice said. You have to follow the path that I have followed. Create a universe. Wait to someone to believe the same that you have believed and wanted to stop existing. So you could retire and let him to go on. And now, goodbye."
And the voice shut up. Joseph B. Jehovah remained alone in the vacuum, and there was just one thing he could do: created the Skies and the Earth. And took seven days...
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