Para continuar com o assunto dos discursos inspirativos, escolho outro muito famoso mas não tão conhecido. Como é isto? Pois é, o discurso é famoso, mas a história dele não tanto. Então aproveito para traduzir o discurso (ou os discursos, como vocês verão) e contar um pouco sua interessante história.
De fato, o discurso originou-se como uma coluna de opinião que a jornalista Mary Theresa Schmich publicou no Chicago Tribune no 1ro de junho de 1997 e por engano foi atribuída a um discurso de cerimônia de formatura dito por Kurt Vonnegut. É possível, pela similitude do assunto e do tom, que esteja baseado no poema Desiderata de 1927 do escritor Max Ehrmann, que foi mantido inédito durante toda sua vida e foi publicado só depois de ter sido encontrado no leito de morte de Adlai Stevenson em 1965, conseguindo fama a partir de umas gravações de começos dos anos 1970.
Comecemos pelo mais velho. Esta é a tradução de Desiderata:
Ande placidamente entre o ruído e a pressa, e lembre-se da paz que pode ter no silêncio. No possível sem se render fique em bons términos com todas as pessoas. Fale a sua verdade com calma e claramente; e escute aos outros, ainda os chatos e os ignorantes também têm sua história.
Evite as pessoas barulhentas e agressivas, são irritantes ao espírito. Se você se compara com outros, pode se tornar vaidoso ou amargo; pois sempre terá pessoas maiores e menores a você.
Curta suas conquistas tanto como seus planos. Fique interessado em sua própria carreira, embora simples; é uma possessão real na mudança fortuita do tempo.
Exercite a cautela em seus negócios comerciais; já que o mundo está cheio de trapaças. Mais não deixe que isso ofusque você da virtude que tem; muitas pessoas lutam por ideais altos; e em todos lados a vida está cheia de heroísmo.
Seja você mesmo. Especialmente, não finja afeição. Também não seja cínico com o amor; pois na frente de toda aridez e desencanto é tão perene como a grama.
Aceite bondosamente o conselho dos anos, ceda com dignidade às coisas da juventude. Alimente a força do espírito para ser proteção no repentino azar. Porem não se angustie com imaginações escuras. Muitos temores nascem da fatiga e a solidão.
Além da disciplina saudável, seja gentil com você mesmo. Você é uma criança do universo, não menos que as árvores e as estrelas; você tem o direito de estar aqui.
Embora para você seja claro ou não, sem dúvida o universo se desenrola como deve. Portanto, esteja em paz com Deus, como seja que você o conceba, e sejam qualquer os trabalhos e aspirações, na barulhenta confusão da vida mantenha a paz em sua alma. Além de toda sua farsa e tédio e sonhos partidos, ainda é um mundo bonito.
Seja alegre.
Batalhe por ser feliz.
Mas voltemos para "Use filtro Solar" e sua lenda urbana que o confundiu com um discurso. O nome original da matéria foi: "Conselhos, assim como juventude, provavelmente sejam desperdiçados pelos jovens" (Advice, like youth, probably just wasted on the young) porque Mary Schmich a pensou como os conselhos que ela diria para os estudantes no discurso de formatura. Pela internet, a cadeias de correios eletrônicos a espalharam como um discurso de formatura do MIT atribuído ao Kurt Vonnegut e, embora as explicações e provas oferecidas pela autora, já para 1999 tinha virado lenda urbana.
Além de toda esta controvérsia, no mesmo ano 1999 o diretor australiano Baz Luhrmann produziu um álbum chamado "Something for Everybody" (Algo para todos) com novas versões de músicas usadas em seus filmes, e usou uma versão remixe da música de Rozalla "Everybody's Free (To Feel Good)"/"Todos somos livres (para nos sentir bem)" de 1991 como base musical para a letra daquela matéria.
A partir desse momento surgiram milhares de versões desta música, que foi usada como parte da trilha sonora de William Shakespeare's Romeo + Juliet de 2007 e até a agência de publicidade brasileira DM9DDB usou a música para uma publicidade. A narração foi traduzida a várias línguas e virou um sucesso absoluto no mundo tudo.
Esta é a tradução da matéria original feita pelo Pedro Bial em 2003 e exibida no programa Fantástico da TV Globo:
Senhoras e senhores da turma de 1997:
Usem filtro solar.
Se eu pudesse dar só uma dica sobre o futuro seria o filtro solar. Os benefícios a longo prazo do uso de filtro solar estão provados e comprovados pela ciência, já o resto de meus conselhos não tem outra base confiável além de minha própria experiência errante. Mas agora eu vou compartilhar esses conselhos com vocês.
Aproveite bem, o máximo que puder, o poder e a beleza da juventude. Ou, então, esquece. Você nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude até que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos você vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que você nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como você realmente estava com tudo em cima, Você não está gordo ou gorda.
Não se preocupe com o futuro. Ou então preocupe-se, se quiser, mas saiba que pré-ocupação é tão eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equação de álgebra. As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabeça preocupada, e te pegam no ponto fraco às 4 da tarde de uma terça-feira modorrenta.
Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.
Cante.
Não seja leviano com o coração dos outros. Não ature gente de coração leviano.
Use fio dental.
Não perca tempo com inveja. Às vezes se está por cima, às vezes por baixo. A peleja é longa e, no fim, é só você contra você mesmo.
Não esqueça os elogios que receber. Esqueça as ofensas. Se conseguir isso, me ensine.
Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos bancários velhos.
Estique-se.
Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarentões mais interessantes que eu conheço ainda não sabem.
Tome bastante cálcio. Seja cuidadoso com os joelhos. Você vai sentir falta deles.
Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante. Faça o que fizer não se auto congratule demais, nem seja severo demais com você, as suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, é assim para todo mundo.
Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo. Não tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele. É o mais incrível instrumento que você jamais vai possuir.
Dance, mesmo que não tenha aonde além de seu próprio quarto.
Leia as instruções mesmo que não vá segui-las depois.
Não leia revistas de beleza, elas só vão fazer você se achar feio
Dedique-se a conhecer seus pais. É impossível prever quando eles terão ido embora, de vez. Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.
Entenda que amigos vão e vem, mas nunca abra mão de uns poucos e bons. Esforce-se de verdade para diminuir as distâncias geográficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho você ficar, mais você vai precisar das pessoas que você conheceu quando jovem.
More uma vez em Nova York, mas vá embora antes de endurecer. More uma vez no Havaí, mas se mande antes de amolecer. Viaje.
Aceite certas verdades inescapáveis: Os preços vão subir, os políticos vão saracotear, você também vai envelhecer. E quando isso acontecer você vai fantasiar que quando era jovem os preços eram razoáveis, os políticos eram decentes, e as crianças respeitavam os mais velhos.
Respeite os mais velhos.
E não espere que ninguém segure a sua barra. Talvez você arrume uma boa aposentadoria privada. Talvez você case com um bom partido, mas não esqueça que um dos dois de repente pode acabar.
Não mexa demais nos cabelos se não quando você chegar aos 40 vai aparentar 85.
Cuidado com os conselhos que comprar, mas seja paciente com aqueles que os oferecem. Conselho é uma forma de nostalgia. Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo, esfregá-lo, repintar as partes feias e reciclar tudo por mais do que vale.
Mas no filtro solar, acredite.
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viernes, 10 de agosto de 2012
Desiderata: usa protector solar
Para continuar con los discursos inspiradores, elijo otro muy famoso pero no tan conocido. ¿Cómo es eso? Sí, el discurso es famoso, pero la historia de él no tanto. Entonces aprovecho para traducir el discurso (o los discursos, como verán) y contar un poco su interesante historia.
La verdad, el discurso se originó como una columna de opinión que la periodista Mary Theresa Schmich publicó en el Chicago Tribune el 1ro de junio de 1997 y por error se le atribuyó a un discurso de ceremonia de graduación dicho por Kurt Vonnegut. Es posible, por la similitud del tema y del tono, que este basado en el poema Desiderata de 1927 del escritor Max Ehrmann, que lo mantuvo inédito durante toda su vida y se publicó solo después de haber sido encontrado en el lecho de muerte de Adlai Stevenson en 1965, y consiguió fama a partir de una grabaciones de comienzos de los años 1970.
Comencemos por lo más viejo. Esta es la traducción de Desiderata:
Andá plácido entre el ruido y el apuro, y recorda la paz quee puede haber en el silencio. En lo posible y sin rendirte mantené buenos términos con todas las personas. Decí tu verdad con tranquilidad y claridad; y escuchá a los otros, incluso los aburridos y los ignorantes también tienen su historia.
Evitá a las personas ruidosas y agresivas, son irritantes al espíritu. Si te comparás con otros, puede que te amargues y te vuelvas vanidoso; porque siempre habrá personas mayores y menores que vos.
Disfrutá tus logros como también tus planes. Mantenete interesado en tu propia carrera aunque sea humilde; es un verdadero tesoro en el fortuito cambio del tiempo.
Ejercitá la prudencia en tus asuntos comerciales, porque el mundo está lleno de artimañas. Pero no dejes que esto te enceguezca de la virtud que existe; muchas personas luchan por los ideales nobles y en todos lados la vida está llena de heroismo.
Se vos mismo. En especial no finjas el afecto. Tampoco seas cínico con el amor; porque frente a toda la aridez y desilusión es tan perenne como el pasto.
Acepta con amabilidad el consejo de los años, rendite con gracias a las cosas de la juventud. Nutrí la fuerza del espíritu para que te proteja en la repentina desgracia. Pero no te angusties con pensamientos erróneos y oscuros. Muchos temores nacen de la fatiga y la soledad.
Más allá de una disciplina sana, se gentil con vos mismo. Sos un niño del universo, no sos menos que los árboles o las estrellas; tenes el derecho de estar acá.
Y sea que lo tengas claro o no, no tengas ninguna duda de que el universo se desarrolla como debería. Por lo tanto andá en paz com Dios, cualquiera sea tu idea de Él y tus labores e inspiraciones, en la ruidosa confusión de la vida mantené la paz en tu alma. Aún con toda la farsa, el sacrificio y los sueños rotos, continúa siendo un mundo hermoso.
Se alegre.
Pelea por ser feliz.
Pero volvamos a "Usa Protector Solar" y su leyenda urbana que lo confundió con un discurso. El nombre original del artículo fue: "Los consejos, como la juventud, es probable que se desperdicién en los jóvenes" (Advice, like youth, probably just wasted on the young) porque Mary Schmich lo pensó como los consejos que ella le diría a los estudiantes en un discurso de graduación. Internet mediante, las cadenas de correos electrónicos lo desparramaron como un discurso de graduación del MIT atribuido a Kurt Vonnegut, y a pesar de las explicaciones y pruebas ofrecidas por la autora para 1999 ya se había transformado en una leyenda urbana.
Más allá de toda esta polémica, en el mismo 1999 el director australiano Baz Luhrmann produjo un álbum llamado "Something for Everybody" (Algo Para Todos) con nuevas versiones de canciones usadas en sus filmes, y usó una versión remixada del tema de Rozalla "Everybody's Free (To Feel Good)"/"Todos somos libres (Para sentirnos bien)" de 1991 como base musical para la letra de aquella columna de opinión.
A partir de ese momento surgieron miles de versiones de este tema, que se usó como parte de la banda de sonido de William Shakespeare's Romeo + Juliet de 2007 y hasta la agencia de publicidad brasileña DM9DDB la usó para una publicidad. Se tradujo la narración a varios idiomas y se transformó en un éxito absoluto en todo el mundo.
Esta es la traducción de la columna original:
Damas y caballeros de la clase de 1997:
Usen protector solar.
Si solo pudiera ofrecerles un consejo práctico para el futuro, sería el protector solar. Los ciéntíficos han probado los beneficios a largo plazo del protector solar, mientras que el resto de mis consejos no tienen bases más confiables que mi propia experiencia zigzagueante. Ofrezco ahora este consejo.
Disfrutá el poder y la belleza de tu juventud. Ah, no importa. No entenderás el poder y la belleza de tu juventud hasta que se haya marchitado. Pero confia en mi, en 20 años mirarás las fotos de vos mismo y recordarás de una forma que no puedes captar ahora, cuantas posibilidades tienes por delante y que fabuloso te veías. No estás tan gordo como lo imaginas.
No te preocupes por el futuro. O preocupate, pero sabiendo que preocuparte es tan efectivo como tratar de resolver un problema de álgebra masticando chicle. Los problemas reales en tu vida pueden ser cosas que nunca se cruzaron por tu mente preocupada, de los que te agarran desprevenido a las 4 de la tarde en algún martes cualquiera.
Todos los días hace algo que te asuste.
Cantá.
No seas imprudente con los corazones de los demás. No aguantes a la gente que es imprudente con el tuyo.
Mandate la parte.
No pierdas el tiempo en celos. A veces estás adelante, a veces detrás. La carrera es larga y, al final, sos vos quien la corre.
Acordate de los elogios que recibas. Olvidate de los insultos. Si tenes éxito haciendo esto, decime cómo se hace.
Guarda tus viejas cartas de amor. Tirá los viejos extractos bancarios.
Estirate.
No te sientas culpable si no sabes que hacer con tu vida. Las personas más interesantes que conozco a los 22 años no sabían que querían hacer con su vida. Algunas de las personas de 40 años más interesantes que conozco todavía no lo saben.
Tomá mucho calcio. Se bueno con tus rodillas. Las extrañarás cuando te fallen.
Tal vez te cases, tal vez no. Tal vez tengas hijos, tal vez no. Tal vez te divorcies a los 40, tal vez bailes el baile del pollito en las bodas de brillantes. Lo que sea que hagas, no te felicites mucho ni te reprendas a vos mismo. Siempre tenes la mitad de las chances. Como todos los demás.
Disfruta de tu cuerpo. Usalo en todas las formas que puedas. No le tengas miedo ni tengas miedo de lo que otros pueden pensar sobre él. Es el instrumento más grande que hayas poseido.
Baila, incluso si el único lugar donde podes hacerlo es tu sala de estar.
Lee las instrucciones, aunque no las cumplas.
No leas revistas de belleza. Solo te van a hacer sentir feo.
Aprendé a conocer a tus padres. Nunca sabes cuando se irán para siempre. Se bueno con tus hermanos. Son tu mejor enlace a tu pasado y las personas que más van a permanecer fieles contigo en el futuro.
Entendé que los amigos van y vienen, pero que debes agarrarte a unos pocos apreciados. Trabajá mucho para acortar distancias geográficas y de estilo de vida, porque cuanto más viejo seas más vas a necesitar a la gente que conociste cuando eras joven.
Viví una vez en Nueva York, pero mudate antes de que se te haga difícil. Viví en el norte de California alguna vez, pero mudate antes de que te ablande. Viaja.
Aceptá algunas verdades ineludibles: los precios aumentarán, los políticos serán mujeriegos, y vos también envejecerás. Y cuando lo hagas fantasearás con que cuando eras joven los precios eran razonables, los políticos eran nobles y los chicos respetaban a los mayores.
Respetá a tus mayores.
No esperes que nadie te mantenga. Quizás tengas un fideicomiso. Quizás tendrás un esposo rico. Pero nunca sabes cuando cualquiera se puede agotar.
No hagas mucho lío con tu cabello o para cuando tengas 40 vas a parecer de 85.
Tené cuidado con lo que te aconsejan, pero se paciente con quienes te aconsejan. Aconsejar es una forma de nostalgia. Ofrecer consejos es un modo de rescatar el pasado de los desechos, limpiarlo, pintar las partes feas y reciclarlo para darle más valor.
Pero haceme caso con lo del protector solar.
La verdad, el discurso se originó como una columna de opinión que la periodista Mary Theresa Schmich publicó en el Chicago Tribune el 1ro de junio de 1997 y por error se le atribuyó a un discurso de ceremonia de graduación dicho por Kurt Vonnegut. Es posible, por la similitud del tema y del tono, que este basado en el poema Desiderata de 1927 del escritor Max Ehrmann, que lo mantuvo inédito durante toda su vida y se publicó solo después de haber sido encontrado en el lecho de muerte de Adlai Stevenson en 1965, y consiguió fama a partir de una grabaciones de comienzos de los años 1970.
Comencemos por lo más viejo. Esta es la traducción de Desiderata:
Andá plácido entre el ruido y el apuro, y recorda la paz quee puede haber en el silencio. En lo posible y sin rendirte mantené buenos términos con todas las personas. Decí tu verdad con tranquilidad y claridad; y escuchá a los otros, incluso los aburridos y los ignorantes también tienen su historia.
Evitá a las personas ruidosas y agresivas, son irritantes al espíritu. Si te comparás con otros, puede que te amargues y te vuelvas vanidoso; porque siempre habrá personas mayores y menores que vos.
Disfrutá tus logros como también tus planes. Mantenete interesado en tu propia carrera aunque sea humilde; es un verdadero tesoro en el fortuito cambio del tiempo.
Ejercitá la prudencia en tus asuntos comerciales, porque el mundo está lleno de artimañas. Pero no dejes que esto te enceguezca de la virtud que existe; muchas personas luchan por los ideales nobles y en todos lados la vida está llena de heroismo.
Se vos mismo. En especial no finjas el afecto. Tampoco seas cínico con el amor; porque frente a toda la aridez y desilusión es tan perenne como el pasto.
Acepta con amabilidad el consejo de los años, rendite con gracias a las cosas de la juventud. Nutrí la fuerza del espíritu para que te proteja en la repentina desgracia. Pero no te angusties con pensamientos erróneos y oscuros. Muchos temores nacen de la fatiga y la soledad.
Más allá de una disciplina sana, se gentil con vos mismo. Sos un niño del universo, no sos menos que los árboles o las estrellas; tenes el derecho de estar acá.
Y sea que lo tengas claro o no, no tengas ninguna duda de que el universo se desarrolla como debería. Por lo tanto andá en paz com Dios, cualquiera sea tu idea de Él y tus labores e inspiraciones, en la ruidosa confusión de la vida mantené la paz en tu alma. Aún con toda la farsa, el sacrificio y los sueños rotos, continúa siendo un mundo hermoso.
Se alegre.
Pelea por ser feliz.
Pero volvamos a "Usa Protector Solar" y su leyenda urbana que lo confundió con un discurso. El nombre original del artículo fue: "Los consejos, como la juventud, es probable que se desperdicién en los jóvenes" (Advice, like youth, probably just wasted on the young) porque Mary Schmich lo pensó como los consejos que ella le diría a los estudiantes en un discurso de graduación. Internet mediante, las cadenas de correos electrónicos lo desparramaron como un discurso de graduación del MIT atribuido a Kurt Vonnegut, y a pesar de las explicaciones y pruebas ofrecidas por la autora para 1999 ya se había transformado en una leyenda urbana.
Más allá de toda esta polémica, en el mismo 1999 el director australiano Baz Luhrmann produjo un álbum llamado "Something for Everybody" (Algo Para Todos) con nuevas versiones de canciones usadas en sus filmes, y usó una versión remixada del tema de Rozalla "Everybody's Free (To Feel Good)"/"Todos somos libres (Para sentirnos bien)" de 1991 como base musical para la letra de aquella columna de opinión.
A partir de ese momento surgieron miles de versiones de este tema, que se usó como parte de la banda de sonido de William Shakespeare's Romeo + Juliet de 2007 y hasta la agencia de publicidad brasileña DM9DDB la usó para una publicidad. Se tradujo la narración a varios idiomas y se transformó en un éxito absoluto en todo el mundo.
Esta es la traducción de la columna original:
Damas y caballeros de la clase de 1997:
Usen protector solar.
Si solo pudiera ofrecerles un consejo práctico para el futuro, sería el protector solar. Los ciéntíficos han probado los beneficios a largo plazo del protector solar, mientras que el resto de mis consejos no tienen bases más confiables que mi propia experiencia zigzagueante. Ofrezco ahora este consejo.
Disfrutá el poder y la belleza de tu juventud. Ah, no importa. No entenderás el poder y la belleza de tu juventud hasta que se haya marchitado. Pero confia en mi, en 20 años mirarás las fotos de vos mismo y recordarás de una forma que no puedes captar ahora, cuantas posibilidades tienes por delante y que fabuloso te veías. No estás tan gordo como lo imaginas.
No te preocupes por el futuro. O preocupate, pero sabiendo que preocuparte es tan efectivo como tratar de resolver un problema de álgebra masticando chicle. Los problemas reales en tu vida pueden ser cosas que nunca se cruzaron por tu mente preocupada, de los que te agarran desprevenido a las 4 de la tarde en algún martes cualquiera.
Todos los días hace algo que te asuste.
Cantá.
No seas imprudente con los corazones de los demás. No aguantes a la gente que es imprudente con el tuyo.
Mandate la parte.
No pierdas el tiempo en celos. A veces estás adelante, a veces detrás. La carrera es larga y, al final, sos vos quien la corre.
Acordate de los elogios que recibas. Olvidate de los insultos. Si tenes éxito haciendo esto, decime cómo se hace.
Guarda tus viejas cartas de amor. Tirá los viejos extractos bancarios.
Estirate.
No te sientas culpable si no sabes que hacer con tu vida. Las personas más interesantes que conozco a los 22 años no sabían que querían hacer con su vida. Algunas de las personas de 40 años más interesantes que conozco todavía no lo saben.
Tomá mucho calcio. Se bueno con tus rodillas. Las extrañarás cuando te fallen.
Tal vez te cases, tal vez no. Tal vez tengas hijos, tal vez no. Tal vez te divorcies a los 40, tal vez bailes el baile del pollito en las bodas de brillantes. Lo que sea que hagas, no te felicites mucho ni te reprendas a vos mismo. Siempre tenes la mitad de las chances. Como todos los demás.
Disfruta de tu cuerpo. Usalo en todas las formas que puedas. No le tengas miedo ni tengas miedo de lo que otros pueden pensar sobre él. Es el instrumento más grande que hayas poseido.
Baila, incluso si el único lugar donde podes hacerlo es tu sala de estar.
Lee las instrucciones, aunque no las cumplas.
No leas revistas de belleza. Solo te van a hacer sentir feo.
Aprendé a conocer a tus padres. Nunca sabes cuando se irán para siempre. Se bueno con tus hermanos. Son tu mejor enlace a tu pasado y las personas que más van a permanecer fieles contigo en el futuro.
Entendé que los amigos van y vienen, pero que debes agarrarte a unos pocos apreciados. Trabajá mucho para acortar distancias geográficas y de estilo de vida, porque cuanto más viejo seas más vas a necesitar a la gente que conociste cuando eras joven.
Viví una vez en Nueva York, pero mudate antes de que se te haga difícil. Viví en el norte de California alguna vez, pero mudate antes de que te ablande. Viaja.
Aceptá algunas verdades ineludibles: los precios aumentarán, los políticos serán mujeriegos, y vos también envejecerás. Y cuando lo hagas fantasearás con que cuando eras joven los precios eran razonables, los políticos eran nobles y los chicos respetaban a los mayores.
Respetá a tus mayores.
No esperes que nadie te mantenga. Quizás tengas un fideicomiso. Quizás tendrás un esposo rico. Pero nunca sabes cuando cualquiera se puede agotar.
No hagas mucho lío con tu cabello o para cuando tengas 40 vas a parecer de 85.
Tené cuidado con lo que te aconsejan, pero se paciente con quienes te aconsejan. Aconsejar es una forma de nostalgia. Ofrecer consejos es un modo de rescatar el pasado de los desechos, limpiarlo, pintar las partes feas y reciclarlo para darle más valor.
Pero haceme caso con lo del protector solar.
Catalogos:
Consejos,
Desiderata,
Felicidad,
Grandes discursos,
Leyendas Urbanas,
Usa Protector Solar
miércoles, 28 de diciembre de 2011
Internacionalización del Amazonas
¿Saben lo que son las leyendas urbanas?
Son historias con características sobrenaturales que involucran personas famosas o incluyen algún evento importante y que por repetirse en el boca a boca cotidiano permanecen en la cultura popular. La mayoría de estas historias mezclan hechos reales con ficciones, por esto presentan muchas dudas, y resulta difícil encontrar su origen o investigar su veracidad.
Con la masividad de internet las leyendas urbanas pasaron a multiplicarse en las cadenas de correo electrónico, se tradujeron a otros idiomas y llegaron a los blogs de miles de redactores en todo el mundo.
En este caso esta leyenda urbana en realidad nació por desconocimiento y confusión de muchos datos. Pero lo bueno es que el mensaje positivo que transmite permaneció más allá de las dudas y los misterios.
Yo creo que es una de esas historias que debería trascender el umbral de las leyendas urbanas, por eso aquí la comparto con ustedes.
Este material llamado "Internacionalización del Mundo" fue presentado en una conferencia realizada en Noviembre de 2007 en la universidad de Texas-Pan American.
El discurso fue escrito por Cristovam Buarque que es Profesor con Doctorado en Economía de la Sorbonne, fue Rector de la Universidad de Brasilia y Ministro de Educación del primer gobierno de Lula en 2003, en la actualidad es Senador Federal y tiene más de 20 libros publicados.
Este discurso está incluido en el libro "100 Discursos Históricos Brasileiros" de Carlos Figueiredo.
Los personajes de esta historia que dan testimonio de la verdad de este discurso son:
* Olga, de la tribu Kumaruman-Amapá,
* Xauane, de la Tribu Pataxó-Bahia,
* Ubiranan, de la Tribu Pataxó-Bahia,
* Eveline Ofugi, estudiante del Districto Federal,
* Maria das Dores, de la Tribu Amapá,
* Raimundo, de la Tribu Arapium-Bahia,
* Gisela Mattoso, abogada, y
* Emilia Queiroga, Investigadora y educadora.
Emilia Queiroga: «En esa época yo era la representante de Latinoamérica en el Foro del Estado del Mundo. Es un foro mundial donde se discute el estado del mundo. Quien lidera el foro es Mikhail Gorbachov, con Mauricio Strong del Consejo de la Tierra de Costa Rica que se encontraron para hacer un gran foro e invitaron a personas de todo el mundo para debatir temas de interés mundial».
Gisela Mattoso: «Estuve muy feliz de tener la suerte de poder hablar en ese momento exacto, en los días del foro en setiembre del 2000».
Emilia Queiroga: «En esa época era responsable de organizar una comisión de personas de Brasil. Empresarios, políticos, personas que realmente pudieran hacer una diferencia en el foro. Y fue lo que hice, y lógicamente en mi lista estaba el senador Cristovam.
Gisela Mattoso: Al senador Cristovam que estaba participando allá, lo invitó un grupo de universitarios a través de la Universidad de Nueva York, tal vez porque sabían que el senador es una persona que vale la pena escuchar, entonces lo invitaron a que participara de un debate. Se levantó un estudiante universitario y le preguntó lo siguiente al senador: ¿Qué pensaría como humanista si el Amazonas fuese internacionalizado? Considerando el papel de reserva ambiental que es necesario para todo el mundo. Entonces ahí pasó un momento raro y bonito que guardamos para siempre.
Cristovam comenta: «Fue la primera vez que un participante de un debate determinó el punto de vista humanista para una respuesta mía. Y de hecho, como brasileño, simplemente habría dicho que estoy en contra de la internacionalización del Amazonas.»
Olga lee: «Por más que nuestros gobiernos no tengan un debido cuidado con este patrimonio, es nuestro».
Cristovam: «Pero respondí que como humanista, sintiendo el riesgo ambiental que pesa sobre el Amazonas, hasta podía imaginar la internacionalización. Pero también la internacionalización de todo lo otro que tiene importancia para la humanidad. Porque si el Amazonas bajo una óptica humanista tiene que ser internacionalizado, entonces también internacionalicemos las reservas de petróleo del mundo entero».
Maria das Dores lee: «El petróleo es tan importante para el bienestar de la humanidad como el Amazonas lo es para nuestro futuro».
Cristovam: «Pero a pesar de eso, los dueños de las reservas de petróleo se creen con derecho de aumentar o disminuir la extracción y subir o bajar el precio. Y los ricos del mundo se sienten con derecho a quemar este inmenso patrimonio de la humanidad. De la misma forma el capital financiero de los países ricos debería ser internacionalizado, no podemos dejar que haya capital financiero para quemar países enteros en la voluptuosidad de la especulación. Si el Amazonas es una reserva para todos los seres humanos...»
Xauane lee: «No puede ser quemada por voluntad de un dueño o de un país».
Cristovam: «Sin embargo, quemar el Amazonas es tan grave como el desempleo provocado por las decisiones arbitrarias de los especuladores globales. Antes del Amazonas, me gustaría ver la internacionalización de todos los grandes museos del mundo. El Louvre no debe pertenecer solo a Francia. Cada museo del mundo es el guardián de las piezas más bellas producidas por el genio humano. No se puede dejar que el patrimonio sea natural, sea cultural pueda ser manipulado por el gusto de un propietario o de un país. No hace mucho un millonario japonés decidió enterrarse con el cuadro de un gran maestro, antes de eso el cuadro debió internacionalizarse. Durante el mismo encuentro en el que me hicieron la pregunta la ONU reunió el Foro del Milenio, pero algunos presidentes tuvieron dificultades para ir a un encuentro por los problemas que sufrieron en la frontera de los Estados Unidos. Por eso, dije allá en Nueva York, que como sede de las Naciones Unidas, Nueva York debería ser internacionalizada. Por lo menos Manhattan debería pertenecer a toda la humanidad. Y también París, Venecia, Roma, Londres, Río de Janeiro, Brasilia, Recife, cada ciudad con su belleza específica, con su parte de la historia del mundo, debería pertenecer al mundo entero. Si los Estados Unidos quieren internacionalizar el Amazonas por el riesgo de dejarlo en manos de brasileños, está bien, pero internacionalicemos todos los arsenales nucleares de los EE.UU. porque los norteamericanos ya demostraron que son capaces de usar esas armas provocando una destrucción millares de veces mayor que la destrucción provocada por las quemas de los bosques de Brasil. En sus debates, los candidatos a la presidencia de los Estados Unidos defendieron la idea de internacionalizar las reservas forestales del mundo a cambio de la deuda».
Eveline lee: «Comencemos usando esa deuda para garantizar que cada chico del mundo tenga la posibilidad de ir a la escuela».
Cristovam: «Internacionalicemos a los chicos. Tratando a todos ellos, sin importar el país donde nacieron, como patrimonio que merece cuidados del mundo entero, todavía más de lo que merece el Amazonas. Cuando los dirigentes del mundo, traten a los chicos pobres...»
Ubiranan lee: «Como un patrimonio de la humanidad...»
Cristovam: «...No van a dejar que trabajen cuando deberían estudiar ni que mueran cuando deberían vivir. Como humanista acepto...»
Raimundo lee: «...Defender la internacionalización del mundo...»
Cristovam: «Pero mientras el mundo me trate como brasileño, lucharé para que el Amazonas sea nuestro. Solo nuestro.»
Gisela Mattoso, comenta: «Después de eso, no hubo debate».
Emilia Queiroga agrega: «Creo que las cosas que tienen fuerza, lo tienen por ellas mismas y es inevitable un impacto exponencial».
Gisela Mattoso: «Pensé que iba a oir palabras como frontera, soldados, vigilancia... y ninguna palabra así en el sentido bélico surgió en ese momento. Me quedé con el alma lavada. Fue un momento muy especial y estaba muy feliz y orgullosa de tener un brasileño dando una respuesta con tamaña sabiduría».
El video que está a continuación demuestra que el discurso existió, que no es apenas una leyenda urbana con una linda moraleja, sino que fue un hecho que sucedió en la realidad.
Como dice el refrán, no todo lo que brilla es oro. Y como dijo Fedro, el escritor de fábulas romano: «Las cosas no son siempre lo que parecen, la apariencias engañan a muchos, pero la inteligencia de unos pocos percibe aquello que se oculta».
Investiguen siempre, no se queden con una sola opinión de algo, pregunten siempre y nunca agoten su curiosidad.
Son historias con características sobrenaturales que involucran personas famosas o incluyen algún evento importante y que por repetirse en el boca a boca cotidiano permanecen en la cultura popular. La mayoría de estas historias mezclan hechos reales con ficciones, por esto presentan muchas dudas, y resulta difícil encontrar su origen o investigar su veracidad.
Con la masividad de internet las leyendas urbanas pasaron a multiplicarse en las cadenas de correo electrónico, se tradujeron a otros idiomas y llegaron a los blogs de miles de redactores en todo el mundo.
En este caso esta leyenda urbana en realidad nació por desconocimiento y confusión de muchos datos. Pero lo bueno es que el mensaje positivo que transmite permaneció más allá de las dudas y los misterios.
Yo creo que es una de esas historias que debería trascender el umbral de las leyendas urbanas, por eso aquí la comparto con ustedes.
Este material llamado "Internacionalización del Mundo" fue presentado en una conferencia realizada en Noviembre de 2007 en la universidad de Texas-Pan American.
El discurso fue escrito por Cristovam Buarque que es Profesor con Doctorado en Economía de la Sorbonne, fue Rector de la Universidad de Brasilia y Ministro de Educación del primer gobierno de Lula en 2003, en la actualidad es Senador Federal y tiene más de 20 libros publicados.
Este discurso está incluido en el libro "100 Discursos Históricos Brasileiros" de Carlos Figueiredo.
Los personajes de esta historia que dan testimonio de la verdad de este discurso son:
* Olga, de la tribu Kumaruman-Amapá,
* Xauane, de la Tribu Pataxó-Bahia,
* Ubiranan, de la Tribu Pataxó-Bahia,
* Eveline Ofugi, estudiante del Districto Federal,
* Maria das Dores, de la Tribu Amapá,
* Raimundo, de la Tribu Arapium-Bahia,
* Gisela Mattoso, abogada, y
* Emilia Queiroga, Investigadora y educadora.
Emilia Queiroga: «En esa época yo era la representante de Latinoamérica en el Foro del Estado del Mundo. Es un foro mundial donde se discute el estado del mundo. Quien lidera el foro es Mikhail Gorbachov, con Mauricio Strong del Consejo de la Tierra de Costa Rica que se encontraron para hacer un gran foro e invitaron a personas de todo el mundo para debatir temas de interés mundial».
Gisela Mattoso: «Estuve muy feliz de tener la suerte de poder hablar en ese momento exacto, en los días del foro en setiembre del 2000».
Emilia Queiroga: «En esa época era responsable de organizar una comisión de personas de Brasil. Empresarios, políticos, personas que realmente pudieran hacer una diferencia en el foro. Y fue lo que hice, y lógicamente en mi lista estaba el senador Cristovam.
Gisela Mattoso: Al senador Cristovam que estaba participando allá, lo invitó un grupo de universitarios a través de la Universidad de Nueva York, tal vez porque sabían que el senador es una persona que vale la pena escuchar, entonces lo invitaron a que participara de un debate. Se levantó un estudiante universitario y le preguntó lo siguiente al senador: ¿Qué pensaría como humanista si el Amazonas fuese internacionalizado? Considerando el papel de reserva ambiental que es necesario para todo el mundo. Entonces ahí pasó un momento raro y bonito que guardamos para siempre.
Cristovam comenta: «Fue la primera vez que un participante de un debate determinó el punto de vista humanista para una respuesta mía. Y de hecho, como brasileño, simplemente habría dicho que estoy en contra de la internacionalización del Amazonas.»
Olga lee: «Por más que nuestros gobiernos no tengan un debido cuidado con este patrimonio, es nuestro».
Cristovam: «Pero respondí que como humanista, sintiendo el riesgo ambiental que pesa sobre el Amazonas, hasta podía imaginar la internacionalización. Pero también la internacionalización de todo lo otro que tiene importancia para la humanidad. Porque si el Amazonas bajo una óptica humanista tiene que ser internacionalizado, entonces también internacionalicemos las reservas de petróleo del mundo entero».
Maria das Dores lee: «El petróleo es tan importante para el bienestar de la humanidad como el Amazonas lo es para nuestro futuro».
Cristovam: «Pero a pesar de eso, los dueños de las reservas de petróleo se creen con derecho de aumentar o disminuir la extracción y subir o bajar el precio. Y los ricos del mundo se sienten con derecho a quemar este inmenso patrimonio de la humanidad. De la misma forma el capital financiero de los países ricos debería ser internacionalizado, no podemos dejar que haya capital financiero para quemar países enteros en la voluptuosidad de la especulación. Si el Amazonas es una reserva para todos los seres humanos...»
Xauane lee: «No puede ser quemada por voluntad de un dueño o de un país».
Cristovam: «Sin embargo, quemar el Amazonas es tan grave como el desempleo provocado por las decisiones arbitrarias de los especuladores globales. Antes del Amazonas, me gustaría ver la internacionalización de todos los grandes museos del mundo. El Louvre no debe pertenecer solo a Francia. Cada museo del mundo es el guardián de las piezas más bellas producidas por el genio humano. No se puede dejar que el patrimonio sea natural, sea cultural pueda ser manipulado por el gusto de un propietario o de un país. No hace mucho un millonario japonés decidió enterrarse con el cuadro de un gran maestro, antes de eso el cuadro debió internacionalizarse. Durante el mismo encuentro en el que me hicieron la pregunta la ONU reunió el Foro del Milenio, pero algunos presidentes tuvieron dificultades para ir a un encuentro por los problemas que sufrieron en la frontera de los Estados Unidos. Por eso, dije allá en Nueva York, que como sede de las Naciones Unidas, Nueva York debería ser internacionalizada. Por lo menos Manhattan debería pertenecer a toda la humanidad. Y también París, Venecia, Roma, Londres, Río de Janeiro, Brasilia, Recife, cada ciudad con su belleza específica, con su parte de la historia del mundo, debería pertenecer al mundo entero. Si los Estados Unidos quieren internacionalizar el Amazonas por el riesgo de dejarlo en manos de brasileños, está bien, pero internacionalicemos todos los arsenales nucleares de los EE.UU. porque los norteamericanos ya demostraron que son capaces de usar esas armas provocando una destrucción millares de veces mayor que la destrucción provocada por las quemas de los bosques de Brasil. En sus debates, los candidatos a la presidencia de los Estados Unidos defendieron la idea de internacionalizar las reservas forestales del mundo a cambio de la deuda».
Eveline lee: «Comencemos usando esa deuda para garantizar que cada chico del mundo tenga la posibilidad de ir a la escuela».
Cristovam: «Internacionalicemos a los chicos. Tratando a todos ellos, sin importar el país donde nacieron, como patrimonio que merece cuidados del mundo entero, todavía más de lo que merece el Amazonas. Cuando los dirigentes del mundo, traten a los chicos pobres...»
Ubiranan lee: «Como un patrimonio de la humanidad...»
Cristovam: «...No van a dejar que trabajen cuando deberían estudiar ni que mueran cuando deberían vivir. Como humanista acepto...»
Raimundo lee: «...Defender la internacionalización del mundo...»
Cristovam: «Pero mientras el mundo me trate como brasileño, lucharé para que el Amazonas sea nuestro. Solo nuestro.»
Gisela Mattoso, comenta: «Después de eso, no hubo debate».
Emilia Queiroga agrega: «Creo que las cosas que tienen fuerza, lo tienen por ellas mismas y es inevitable un impacto exponencial».
Gisela Mattoso: «Pensé que iba a oir palabras como frontera, soldados, vigilancia... y ninguna palabra así en el sentido bélico surgió en ese momento. Me quedé con el alma lavada. Fue un momento muy especial y estaba muy feliz y orgullosa de tener un brasileño dando una respuesta con tamaña sabiduría».
El video que está a continuación demuestra que el discurso existió, que no es apenas una leyenda urbana con una linda moraleja, sino que fue un hecho que sucedió en la realidad.
Como dice el refrán, no todo lo que brilla es oro. Y como dijo Fedro, el escritor de fábulas romano: «Las cosas no son siempre lo que parecen, la apariencias engañan a muchos, pero la inteligencia de unos pocos percibe aquello que se oculta».
Investiguen siempre, no se queden con una sola opinión de algo, pregunten siempre y nunca agoten su curiosidad.
Internacionalização da Amazonia
Sabem o que são as lendas urbanas?
São histórias com características sobrenaturais que envolvem pessoas famosas ou incluem algum evento importante e que por se repetirem de boca em boca cotidianamente permanecem na cultura popular. A maioria destas histórias misturam fatos reais com ficções, por isso apresentam muitas dúvidas, e é difícil achar sua origem ou investigar sua veracidade.
Com a massificação da Internet, as lendas urbanas se multiplicaram nas correntes de correio eletrônico, se traduziram a outras línguas e chegaram aos blogs de milhares de redatores pelo mundo todo.
Neste caso, esta lenda urbana na realidade nasceu pelo desconhecimento e confusão de muitos dados. Mas o bom é que a mensagem positiva que transmite permaneceu além das dúvidas e os mistérios.
Eu acredito que é uma dessas histórias que deveria transcender a soleira das lendas urbanas, por isso compartilho ela aqui com vocês.
Este material chamado "Internacionalização do Mundo" foi apresentado em uma palestra realizada em Novembro de 2007 na universidade de Texas-Pan American.
O discurso foi escrito pelo Cristovam Buarque que é professor com Doutorado em Economia da Sorbonne, foi Reitor da Universidade de Brasília e Ministro de Educação do primeiro governo de Lula em 2003, atualmente é Senador Federal e tem mais de 20 livros publicados.
Este discurso está incluído no livro "100 Discursos Históricos Brasileiros" de Carlos Figueiredo.
As personagens desta história que dão testemunha da verdade deste discurso são:
* Olga, da tribo Kumaruman-Amapá,
* Xauane, da Tribo Pataxó-Bahia,
* Ubiranan, da Tribo Pataxó-Bahia,
* Eveline Ofugi, estudante do Distrito Federal,
* Maria das Dores, da Tribo Amapá,
* Raimundo, da Tribo Arapium-Bahia,
* Gisela Mattoso, Advogada, e
* Emília Queiroga, Pesquisadora e educadora.
Emília Queiroga: “Eu na época, eu era a representante para América Latina do State of the World Forum. Que esse foro que acontece mundial onde se discute o estado do mundo. E quem está frente desse foro é Mikhail Gorbachev, com Mauricio Strong do Conselho da Terra, do Earth Council da Costa Rica, né? Onde se encontraram para montar exatamente um grande foro e convidando pessoas do mundo inteiro para debater temas de interesse mundial.”
Gisela Mattoso: “Eu fiquei muito feliz de ter tido a sorte de estar lá naquele exato momento, naqueles dias do fórum, setembro de 2000.”
Emília Queiroga: “Eu era responsável na época por organizar uma comissão de pessoas aqui do Brasil. Empresários, políticos, né? Pessoas que realmente pudessem fazer diferença no foro. E foi o que eu fiz. E na minha lista logicamente estava o senador Cristovam.”
Gisela Mattoso: “O senador Cristovam que estava lá participando desse foro, foi convidado por um grupo de universitários através da Universidade de Nova Iorque, talvez porque eles tivessem tomado conhecimento, alguém me disse isso, que o senador era uma pessoa que valeria a pena ser ouvida, né? E então fizeram um convite para que ele participasse de um debate. Levantou um estudante universitário e fez a seguinte pergunta ao senador: O que ele acharia como humanista, o que ele acharia se a Amazônia fosse internacionalizada? Tendo em vista o seu papel de reserva ambiental necessário para o mundo todo, né? Foi aí então que aconteceu um desses momentos raros e bonitos que a gente guarda para sempre.”
Cristovam: “Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como ponto de partida para uma resposta minha. De fato, como brasileiro simplesmente teria dito que era contra a internacionalização da Amazônia.”
Olga lê: “Por mais que nossos governos não tenham um devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.”
Cristovam: “Mas respondi que como humanista, sintindo o risco da degradação ambiental que pesa sobre a Amazônia, eu até podia imaginar a internacionalização. Mas também a internacionalização de todo o mais que têm importância para a humanidade. Porque se a Amazônia sob a ótica humanista deve ser internacionalizada, então internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.”
Maria das Dores lê: “O petróleo é tão importante para o bienestar da humanidade quanto a Amazônia é para o nosso futuro.”
Cristovam: “Mas apesar disso, os donos das reservas de petróleo sentem-se no direito para aumentar ou diminuir a extrasão de petróleo, subir ou baixar o seu preço. E os ricos do mundo sentem-se no direito de queimar este imenso patrimônio da humanidade. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado, não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos...”
Xauane lê: “Ela não pode ser queimada pela vontade de um dono ou de um país.”
Cristovam: “Mas queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas a França. Cada museu do mundo é o guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar que o patrimônio cultural, seja natural, seja cultural possa ser manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonés decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre, antes disso aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante o mesmo encontro em que me fizeram a pergunta as Nações Unidas reunião o Foro do Milênio, mas alguns presidentes tiveram dificuldades de comparecer ao encontro por constrangimentos que sufreram nas fronteiras dos Estados Unidos. Por isso, eu disse lá mesmo em Nova Iorque, que como sede das Nações Unidas, Nova Iorque deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Mas também Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade com sua beleza específica, com sua parte da história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. Se os Estados Unidos querem internacionalizar a Amazônia pelo risco de deixá-la nas mão de brasileiros, tudo bem, mas internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos Estados Unidos até porque os americanos já demonstraram que são capazes de usar essas armas provocando uma destruição milhares de vezes maior do que a destruição provocada pelas queimadas feitas nas florestas do Brasil. Em seus debates, os candidatos a presidência dos Estados Unidos tem defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.”
Eveline lê: “Começemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha a posibilidade de ir a escola.”
Cristovam: “Internacionalizemos as crianças. Tratando-as todas elas, não importando o país onde nasceram como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro, ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes do mundo, tratarem as crianças pobres do mundo...”
Ubiranan lê: “Como patrimônio da humanidade...”
Cristovam: “Eles não vão deixar que elas trabalhem quando deveriam estudar nem que morram quando deveriam viver. Como humanista eu aceito...”
Raimundo lê: “Defender a internacionalização do mundo...”
Cristovam: “Mas enquanto o mundo me tratar como brasileiro, eu lutarei para que a Amazônia seja nossa. E só nossa!”
Gisela Mattoso, comenta: “Depois disso, não houve debate.”
Emília Queiroga acrescenta: “Acredito que as coisas que tem força, elas tem força por si próprias, é inevitável o impacto exponencial.”
Gisela Mattoso: “Achei que eu iria ouvir palavras como fronteira, soldados, policiamento, né? e tudo, e nenhuma palavra no sentido bélico assím surgiu naquele momento. Aqui que eu fiquei realmente assím com a alma lavada. Foi um momento muito especial e eu fiquei muito feliz e orgulhosa de ver um brasileiro alí dando uma resposta com tamanha sabedoria.”
O vídeo que está a seguir demonstra que o discurso existiu, que não é apenas uma lenda urbana com uma linda moral, porém foi um fato que aconteceu na realidade.
Como diz o dito popular, não todo o que brilha é ouro. E como disse Fedro, o escritor de fábulas romano: “Coisas não são sempre como parecem, a primeira aparição engana muitos. A inteligência de alguns é perceber o que foi cuidadosamente escondido.”
Investiguem sempre, não fiquem só com uma opinião de alguma coisa, perguntem sempre e nunca esgotem sua curiosidade.
São histórias com características sobrenaturais que envolvem pessoas famosas ou incluem algum evento importante e que por se repetirem de boca em boca cotidianamente permanecem na cultura popular. A maioria destas histórias misturam fatos reais com ficções, por isso apresentam muitas dúvidas, e é difícil achar sua origem ou investigar sua veracidade.
Com a massificação da Internet, as lendas urbanas se multiplicaram nas correntes de correio eletrônico, se traduziram a outras línguas e chegaram aos blogs de milhares de redatores pelo mundo todo.
Neste caso, esta lenda urbana na realidade nasceu pelo desconhecimento e confusão de muitos dados. Mas o bom é que a mensagem positiva que transmite permaneceu além das dúvidas e os mistérios.
Eu acredito que é uma dessas histórias que deveria transcender a soleira das lendas urbanas, por isso compartilho ela aqui com vocês.
Este material chamado "Internacionalização do Mundo" foi apresentado em uma palestra realizada em Novembro de 2007 na universidade de Texas-Pan American.
O discurso foi escrito pelo Cristovam Buarque que é professor com Doutorado em Economia da Sorbonne, foi Reitor da Universidade de Brasília e Ministro de Educação do primeiro governo de Lula em 2003, atualmente é Senador Federal e tem mais de 20 livros publicados.
Este discurso está incluído no livro "100 Discursos Históricos Brasileiros" de Carlos Figueiredo.
As personagens desta história que dão testemunha da verdade deste discurso são:
* Olga, da tribo Kumaruman-Amapá,
* Xauane, da Tribo Pataxó-Bahia,
* Ubiranan, da Tribo Pataxó-Bahia,
* Eveline Ofugi, estudante do Distrito Federal,
* Maria das Dores, da Tribo Amapá,
* Raimundo, da Tribo Arapium-Bahia,
* Gisela Mattoso, Advogada, e
* Emília Queiroga, Pesquisadora e educadora.
Emília Queiroga: “Eu na época, eu era a representante para América Latina do State of the World Forum. Que esse foro que acontece mundial onde se discute o estado do mundo. E quem está frente desse foro é Mikhail Gorbachev, com Mauricio Strong do Conselho da Terra, do Earth Council da Costa Rica, né? Onde se encontraram para montar exatamente um grande foro e convidando pessoas do mundo inteiro para debater temas de interesse mundial.”
Gisela Mattoso: “Eu fiquei muito feliz de ter tido a sorte de estar lá naquele exato momento, naqueles dias do fórum, setembro de 2000.”
Emília Queiroga: “Eu era responsável na época por organizar uma comissão de pessoas aqui do Brasil. Empresários, políticos, né? Pessoas que realmente pudessem fazer diferença no foro. E foi o que eu fiz. E na minha lista logicamente estava o senador Cristovam.”
Gisela Mattoso: “O senador Cristovam que estava lá participando desse foro, foi convidado por um grupo de universitários através da Universidade de Nova Iorque, talvez porque eles tivessem tomado conhecimento, alguém me disse isso, que o senador era uma pessoa que valeria a pena ser ouvida, né? E então fizeram um convite para que ele participasse de um debate. Levantou um estudante universitário e fez a seguinte pergunta ao senador: O que ele acharia como humanista, o que ele acharia se a Amazônia fosse internacionalizada? Tendo em vista o seu papel de reserva ambiental necessário para o mundo todo, né? Foi aí então que aconteceu um desses momentos raros e bonitos que a gente guarda para sempre.”
Cristovam: “Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como ponto de partida para uma resposta minha. De fato, como brasileiro simplesmente teria dito que era contra a internacionalização da Amazônia.”
Olga lê: “Por mais que nossos governos não tenham um devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.”
Cristovam: “Mas respondi que como humanista, sintindo o risco da degradação ambiental que pesa sobre a Amazônia, eu até podia imaginar a internacionalização. Mas também a internacionalização de todo o mais que têm importância para a humanidade. Porque se a Amazônia sob a ótica humanista deve ser internacionalizada, então internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.”
Maria das Dores lê: “O petróleo é tão importante para o bienestar da humanidade quanto a Amazônia é para o nosso futuro.”
Cristovam: “Mas apesar disso, os donos das reservas de petróleo sentem-se no direito para aumentar ou diminuir a extrasão de petróleo, subir ou baixar o seu preço. E os ricos do mundo sentem-se no direito de queimar este imenso patrimônio da humanidade. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado, não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos...”
Xauane lê: “Ela não pode ser queimada pela vontade de um dono ou de um país.”
Cristovam: “Mas queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas a França. Cada museu do mundo é o guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar que o patrimônio cultural, seja natural, seja cultural possa ser manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonés decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre, antes disso aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante o mesmo encontro em que me fizeram a pergunta as Nações Unidas reunião o Foro do Milênio, mas alguns presidentes tiveram dificuldades de comparecer ao encontro por constrangimentos que sufreram nas fronteiras dos Estados Unidos. Por isso, eu disse lá mesmo em Nova Iorque, que como sede das Nações Unidas, Nova Iorque deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Mas também Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade com sua beleza específica, com sua parte da história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. Se os Estados Unidos querem internacionalizar a Amazônia pelo risco de deixá-la nas mão de brasileiros, tudo bem, mas internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos Estados Unidos até porque os americanos já demonstraram que são capazes de usar essas armas provocando uma destruição milhares de vezes maior do que a destruição provocada pelas queimadas feitas nas florestas do Brasil. Em seus debates, os candidatos a presidência dos Estados Unidos tem defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.”
Eveline lê: “Começemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha a posibilidade de ir a escola.”
Cristovam: “Internacionalizemos as crianças. Tratando-as todas elas, não importando o país onde nasceram como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro, ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes do mundo, tratarem as crianças pobres do mundo...”
Ubiranan lê: “Como patrimônio da humanidade...”
Cristovam: “Eles não vão deixar que elas trabalhem quando deveriam estudar nem que morram quando deveriam viver. Como humanista eu aceito...”
Raimundo lê: “Defender a internacionalização do mundo...”
Cristovam: “Mas enquanto o mundo me tratar como brasileiro, eu lutarei para que a Amazônia seja nossa. E só nossa!”
Gisela Mattoso, comenta: “Depois disso, não houve debate.”
Emília Queiroga acrescenta: “Acredito que as coisas que tem força, elas tem força por si próprias, é inevitável o impacto exponencial.”
Gisela Mattoso: “Achei que eu iria ouvir palavras como fronteira, soldados, policiamento, né? e tudo, e nenhuma palavra no sentido bélico assím surgiu naquele momento. Aqui que eu fiquei realmente assím com a alma lavada. Foi um momento muito especial e eu fiquei muito feliz e orgulhosa de ver um brasileiro alí dando uma resposta com tamanha sabedoria.”
O vídeo que está a seguir demonstra que o discurso existiu, que não é apenas uma lenda urbana com uma linda moral, porém foi um fato que aconteceu na realidade.
Como diz o dito popular, não todo o que brilha é ouro. E como disse Fedro, o escritor de fábulas romano: “Coisas não são sempre como parecem, a primeira aparição engana muitos. A inteligência de alguns é perceber o que foi cuidadosamente escondido.”
Investiguem sempre, não fiquem só com uma opinião de alguma coisa, perguntem sempre e nunca esgotem sua curiosidade.
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