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domingo, 15 de mayo de 2011

Ser mendigo na Argentina, UM GRANDE NEGÓCIO!!!

Este correio foi me mandado de um dos sítios web onde tenho carregado meu CV para procurar trabalho... A Argentina na que vieram a trabalhar meus bisavôs está caindo abaixo rápido por demais. Que pena, apenas acabe de estudar fujo deste lixo e vou morar em um País, qualquer País de verdade.

UM SINAL muda de estado, na média, cada 30 segundos (30 segundos em vermelho e 30 segundos em verde). Portanto, a cada minuto, um mendigo tem 30 segundos de tempo útil para conseguir faturar um mínimo de $1.
Seguindo este esquema, em 1 hora de trabalho terá coletado: 60 minutos x $1/minuto = $60/hora. Se o mendigo trabalhasse 8 horas por dia, descansando nos domingos, daria uma média de 25 dias no mês, o que deixa um faturamento de: 25 dias/mês x 8 horas/dia x $60/hora = $12000/mês. Será que esta é uma conta absurda?

(Com certeza todos temos alguém conhecido que tem um salário de 12 mil por mês, sem ter estudos nem ser gerente ou diretivo, não é?...)

As pessoas que colaboram nem sempre dão só $1... As vezes dão $2 e tem visto dar aos mais generosos até $5. No entanto, vamos ser conservadores e assumir que na realidade o mendigo só arrecada a metade da conta inicial, ou seja: $30/hora. Fazendo as contas novamente teremos um valor final de $6.000/mês. Trabalhando 48 horas nominais pela semana, e ainda tendo que ir os domingos para resolver as bagunças de manutenção (não quero analisar no caso de mestres, docentes, enfermeiros, mas vocês podem fazê-lo).
Deste jeito, quando o mendigo recebe uma nota de $5, (que não é nada estranho...) pode descansar tranquilo embaixo de uma árvore pelas próximas 5 mudanças do sinal e sem nenhum chefe que controle ele por causa deste descanso em meio da jornada de trabalho. Mas até aqui é teoria...
Agora vamos ao mundo real: com estes dados na mão, fui entrevistar uma mulher que pede esmola e que sempre vai trocar as moedas em um bar. Perguntei para ela quanto faturava por dia. Sabem o que respondeu? Pois a conta inicial esteve bastante aproximada: uma média dentre $450 a $600 diários...!!!!!! Com isto, fica um ingresso mensal de: (25 dias/mês x $450/dia) de $11.250/mês ou de (25 dias/mês x $600/dia)= $15.000/mês. Que dá uma média de: $13.125/mês!!!!
E ainda pior, senhores... ela disse para mim que jamais trabalha nem perto de 8 horas diárias. Esforce-se sendo um bom mendigo... Pedir esmola é mais lucrativo do que trabalhar.

(É bem clara a última frase, certo?... e sem contar subsídios por planos vários, por participar de marchas políticas ou por fazer campanha para tal ou qual candidato.)

Tem que lembrar que quando o sinal está verde para um lado, é vermelho para o outro, e o mendigo vai esmolar na rua que atravessa. Isto dá 120 sinais vermelhos por hora. Mas tem que considerar que o pobre cara 'trabalha' a céu aberto, como a maioria dos operários da construção, os lixeiros - que além carregam pacotes e correm trás o camião - e muitos policiais, carteiros, garçons de entrega, auxiliares de escritório, etc., etc...
Obrigado por escutar um humilde trabalhador. Passe este email que não é piada, é justiça e está em você fazer que a pobreza acabe, não que seja multiplicada e que ainda a gente seja responsável.

Seja generoso... ajude uma criança com câncer, uma mãe que queira ter um filho, um ser humano para conseguir emprego. Ou no entanto... seja mendigo, posso assegurar que vai andar muito bem.

martes, 3 de mayo de 2011

O trabalho de procurar trabalho

O domingo foi primeiro de maio, o dia internacional do trabalhador. Data escolhida originalmente pelo Congresso Operário Socialista da Segunda Internacional de Paris em 1889, como homenagem e reivindicação aos Mártires de Chicago... embora nos próprios EUA não adiram a esta celebração e tenham seu Labor Day na primeira segunda de setembro.

Faz mais ou menos um ano que estou sem emprego fixo nem estável, o tipo de emprego que aparece nas estatísticas nacionais. Ou seja, faz um ano que estou sobrevivendo com tarefas temporais mas que como podem me ocupar mais de 1 hora à semana, segundo o Censo 2010 não pertenço à porcentagem de desempregados...
Já cansei de perder o tempo em entrevistas de trabalho, feitas por recrutadores que não conhecem o valor da palavra e só aprenderam a repetir sem dar um pio a fórmula: "Vamos te ligar para avisar se você fica com a vaga ou não, porque a gente sabe que é importante." Uma mentira maior do que uma cratera lunar.

O trabalho de procurar trabalho é muito mais esgotador do que ter trabalho. Cansei de mendigar oportunidades mal pagas, com disponibilidades horárias eternas e longe demais do que eu tenho interesse ou gosto.
Cansei de ter que estudar de cor sempre a mesma prosa que é a única na qual os recrutadores são treinados para ouvirem e que magicamente abre a porta do emprego. Cansei de ter que automatizar minha espontaneidade para responder o que eles necessitam e não o que eu quero.
O trabalho de procurar trabalho é pior do que passar pelo interrogatório da mãe de teu namorado. O escrutínio dos detalhes do CV é mais falso que a recontagem de votos de uma eleição oficial. E então é lamentável que em muitos casos não fique outra opção que omitir ou exagerar para poder ter a mínima chance de aceder à entrevista... com o recrutador que vai perguntar inconsistências sem senso, só para "quebrar o gelo" antes do test (porque tem que dizê-lo em inglês que parece mais culto que dizer prova) psicológico o de que seja obrigada a desenhar uma pessoa sob a chuva com guarda-chuva.

Tenho escutado respostas tão absurdas como: você está sobre preparada para esta vaga. O quê? Será que eles estão procurando pessoas mais ignorantes ou manipuláveis? Outra típica resposta é: Você respondeu bem todo o questionário - que pode ter demorado 2 horas e meia - mas não dá com o perfil. Uma vez tive a ideia de perguntar a recrutadora que parecia apenas formada de segundo grau, qual é o perfil que procuram? E a resposta me deixou um grande ensino: nunca desafie a inteligência de um recrutador, nem tente expressar originalidade, porque como disse Ernesto Sábato: "Ser original é de certo jeito pôr de manifesto a mediocridade dos outros..."

O trabalho de procurar trabalho não conhece férias, feriados nem fins de semana. Não tem horário fixo, nem escritório permanente. Exige disponibilidade horária para as possíveis entrevistas desde uma segunda as 9 da manhã, até uma quinta às 20.30hs. Ninguém se importa se um tem compromissos prévios ou se estuda nesse horário. Exige disponibilidade de transporte em uns 50km à redonda desde San Isidro até Adrogué ou desde Quilmes até Ramos Mejía. Ninguém tem interesse se um dispõe de mobilidade ou deve fazer um gasto para viajar.

Do meu último emprego estável faz mais de um ano, consegui outro ensino importante: nunca deve ser mais honesto do que o próprio chefe... Já me mentiram, traíram e até acossaram. Cansei de escutar "ofertas de trabalho" em troca de fazer favores pessoais, resolver problemas privados ou esconder trapinhos sujos.
Neste trabalho de procurar trabalho a maioria das vezes sinto me acanhada por ser muito honesta, inteligente ou procurar meu progresso sem a menor intenção de pisar a cabeça de ninguém, parecesse que sou uma extraterrestre por decidir me comportar com decência, lealdade ou transparência.
Acredito que é difícil demais que alguém possa conseguir algum progresso valioso, sem a intenção de melhorar como pessoa dentro de valores que incluam o progresso dos outros. É dizer, para mim ora progredimos todos, ora não progride ninguém.
Acredito também que aumentar meus conhecimentos e habilidades sempre é uma forma de progresso, para mim a vida é uma aula de aprendizagem onde todas as experiências são ensinos que servem para melhorar e, portanto, para progredir.

Eu não estou convencida que o mais importante de um emprego seja conseguir prosperidade, para mim o dinheiro é só agradável quando vem como prêmio ao esforço ou talento, mas não é o principal nem único objetivo na busca de trabalho. Existem outras retribuições que não podem se guardar na carteira, como por exemplo o tempo. Não existe nenhuma quantidade de dinheiro, não existe nenhum salário que possa me comprar um par de horas.
Atualmente como não consigo um trabalho estável, minha prioridade é continuar estudando na faculdade o Curso Superior de Tradução em Português. Por isso minha busca de trabalho se reduz consideravelmente se procuro um emprego de meio período. Embora explique e super explique para os robotizados recrutadores que não me importa se o salário é menor, parecesse que eu falo sânscrito ou alguma língua morta. É Tão difícil entender que o tempo perdido não se recupera pagando, enquanto todos sabemos que o dinheiro vai e volta??

Gosto de escrever, espero que aqueles que mantiveram a leitura até este ponto tenham percebido, e teria muito interesse excessivo em um emprego estável onde pudesse aproveitar esta habilidade (ou como diz a moda atual: skill), tenho estudos superiores em redação e agora estou complementando-os com conhecimentos de gramática e ortografia da língua espanhola, além de ser bilíngue em português e ter conhecimentos avançados de inglês.

Não tenho interesse em acumular riquezas, nem na prosperidade que é só vão e temporal, porque não só quero dinheiro, nem me encher os bolsos de coisas que não vão me oferecer consolo caso seja traída ou necessite defender minha dignidade.
Quero ser valorada pelas minhas obras e que minhas obras sejam respeitadas, quero marcar uma diferença nos outros e não fazer uma diferença econômica para mim, quero dividir os talentos que Deus me deu e não tirar proveito deles.
Quero que meu trabalho enobreça minha vida e valore ao que vivem ao redor de mim.
Sou especial e não tenho medo de ser eu mesma, e marcar minha diferença com o resto... tomara que pronto apareça alguém corajoso que divida minhas ideias de progresso comum, justiça e dignidade para me oferecer um emprego decente e permanente, estou disponível para trabalhar. Obrigada!
Por enquanto, seguirei procurando.

viernes, 11 de marzo de 2011

Viver é para corajosos

Reflexão sobre a felicidade do amor dedicada ao Chocolatito Scout de meu amor, ele sempre é minha inspiração:


Todos nascemos desnudos. Vimos sem nada, puros e inocentes e com um enorme propósito: aprender a achar a felicidade do amor.
Essa felicidade do amor não se compra e a maioria das vezes é conseguida sem a gente se dar conta...

Aprender a achar a felicidade do amor não é uma tarefa fácil e por isso não é achada por todos. Uns gastam a vida acumulando dinheiro porque acham que pode ser comprada, outros perdem a vida preocupados por coisas que parecem importantes mas só ocupam tempo ou espaço e alguns se passam a vida com os olhos vendados, os ouvidos tapados e a boca amordaçada... Sem animar-se a olhar com atenção, sem coragem para escutar com emoção e sem audácia para gritar com paixão.

Escondidos assim nas sombras, se passam a vida vácua e afastada da aprendizagem de achar a felicidade do amor... E morrem sem nada importante, sem pureza, sem inocência e vestidos de medo ou vergonha. Enterram o corpo junto com a única oportunidade que tiveram e desperdiçaram de aprender a achar a felicidade do amor.


Por favor, Bagual achocolatado, não faças doer meu coração deixando que passe tua existência vácua de propósito, não sigas assustado no "não posso" enquanto se derrama a tua única oportunidade de viver de verdade, não sejas a causa da dor de minha alma te perdendo as lições da aprendizagem de achar a felicidade do amor JUNTOS.

Anima-te a esta aventura de viver... E eu me arrisco junto com você, porque Te Amo Muito.

viernes, 31 de diciembre de 2010

E segue sonhando até teus sonhos se tornarem reais

Felizmente parece que minha inspiração criativa tem voltado da mão de meus sonhos das noites.


Como boa sonhadora e em pleno estado de procura, nascimento e reflorescimento, sigo tendo esses formosos sonhos positivos.

Desta vez sonhei que estava acima de uma árvore e por entre as suas verdes folhas podia ver o tronco com quadradinhos de madeiras atravessadas perpendicularmente tipo degraus para subir.
No pasto, apoiado contra a árvore tinha um bonito bebê com seu enxoval completo rindo alegremente.
E quando eu achava que estava sobre a copa da árvore vendo todo isso, acabou sendo que em realidade eu estava assomada em uma janela desde o alto do céu.


Assim, sonhar com uma árvore é algo positivo no terreno material, é um símbolo de proteção, se a árvore for frondosa como a de meu sonho é um sinal de satisfações, saúde e alegrias a meu redor. Também pode representar a proteção de um amigo e quanto mais forte e robusto seja, mais vai me proteger.

Sonhar com uma árvore em uma estação como o verão ou a primavera pressagia novas esperanças, crescimento, desejos, força, estabilidade, amor e amizade. Representa à pessoa que está concentrada em seu próprio desenvolvimento. Quanto está cheio de folhas verdes, anuncia ganâncias. E se estiver subida em uma árvore é augúrio de que conseguiremos os objetivos de nossa carreira e chegaremos a lugares altos da sociedade, teremos honores e fortuna.


A altura é outro fator positivo, quanto maior seja a altura, maior será o sucesso em atingir as metas ou objetivos.

As madeirinhas quadradas também são uma imagem de bonança, riqueza e satisfações. Simboliza a matéria-prima, a espiritualidade e a energia vital. Augura prosperidade e tranquilidade. Indica a necessidade de começar novamente, de voltar a empezar, de reconstruir e reorganizar minha vida.

Um tronco ancho e grosso como o da árvore de meu sonho significa que sou uma pessoa forte, robusta e durável.
E também é um símbolo fálico... noooossa!
Um tronco também representa velhas lembranças, ideais, esperanças e emoções, as raízes que temos e que nos ajudam a crescer, e significa uma sensação interior de bem-estar e de forte personalidade.

Um bebê em um sonho é como pôr em marcha a criatividade, significa que pronto começará um novo negócio ou que se reconheceram minhas habilidades.
A inocência de um bebê representa inícios bonitos cheios de calidez, e também são reflexo de que em meu interior ainda conservo algo puro e 100% incorruptível.
Além de que é um sinal de felicidade no lar.

O enxoval também augura felicidade.

E a janela que está aberta representa a novas esperanças e as brilhantes possibilidades que se apresentaram para mim no futuro. Se for quadrada e grande como a de meu sonho significa uma projeção no material ao largo prazo e se o que vemos através dela é agradável significa que essas esperanças e possibilidades se tornarão realidade em um futuro próximo.

Esta alegria transbordante não se contêm, esta esperança sincera não desaparece e esta marcha firme não para.
Tudo é possível, só tem que ser corajoso e perseverante.

domingo, 19 de diciembre de 2010

Sonhem, sonhem, sonhem... nunca deixem de sonhar!

Há Momentos

Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.

Clarice Lispector



Sonhei com um labirinto... Um dos objetos mais cheios de simbologia esotérica, espiritual e mitológica.
Meu labirinto era como esses da Inglaterra monárquica do medievo, de arbustos não muito altos como para olhar o caminho retorcido do outro lado, mas o suficiente como para não puderem ser saltos e evitar qualquer engano.
Segundo as várias interpretações de sonhos, um labirinto significa confusão, desorientação, enrascadas, conflitos, complicações, dificuldades... criadas frequentemente por amores/amantes. Estou tratando de esquecer um amante proibido, sem me esquecer do amor que consumamos e mantendo a paciência para esperá-lo até que o amor deixe de ser impossível.

Conforme a interpretação dos sonhos um labirinto de plantas, árvores ou vida significa o encontro da felicidade quando menos é esperada, augura inesperadas alegrias e a surpresa da prosperidade em momentos difíceis quando está se desesperado.

No final do sonho encontrava a saída do labirinto seguindo a origem da música "All You Need Is Love", de meus adorados Beatles.
Encontrar a saída = achar uma solução ou resposta.
A música é sempre um bom augúrio, presságio de felicidade e consideração. A música harmoniosa é presságio de prosperidade e prazer e expressar emoções positivas...
Além disso se dera-se em pessoas com aspirações espirituais é um indício de piedade e elevação. Esta procura de sacrifício por amor é dolorosa, mas terá sua recompensa.

E já começou me deixando improvisar esta publicação depois de 4 meses de seca silenciosa...

viernes, 18 de junio de 2010

{Información + Pluralismo} x Creatividad = Crecimiento

Estuve un tiempo sin mi computadora y usando una prestada...
Aparte de extrañar mi teclado ergonómico y mi monitor de 17" lo que más extrañé fueron mis notas. No me refiero a los papelitos de colores con recordatorios, sino a mis textos, mis manuscritos, mis poemas, mis 'ensayos' si es que algún literato considera que mis observaciones pueden llegar a serlo. Extrañé mi información.

Se dice que el siglo XXI es el siglo de la información, que el valor más importante además de los recursos naturales que escasean es la información que cada uno de nosotros posee o puede generar. En la primera década de este siglo todos fuimos testigos de como se llegaron a inventar falsas informaciones para permitir que un estado derrocara a un gobierno extranjero (¿Dónde están las armas de destrucción masiva que almacenaba Saddam?), vimos a medios de comunicación pública inventando noticias para conseguir mayor audiencia y hemos conocido algunos excesos que se han cometido para conseguir información "en la guerra anti-terrorista".
En estos primeros 10 años del siglo de la información ya experimentamos que está permitido el "vale todo" con tal de conseguir información. Información que yo tengo y otro puede querer o necesitar...
Igualmente no tengo información clasificada de ninguna célula inactiva esperando para atacar, lo aclaro antes de que me caiga un escuadrón en mi casa y me lleven por la fuerza hasta algún 'centro de detención'.

Se habla de que el siglo XXI es el siglo de la comunicación, que internet mediante nos permite conectarnos con cualquier persona al instante desde cualquier punto del planeta, y saber cómo está vestida o 'qué está pensando ahora'. Podemos saber información de esa persona con solo Googlear su nombre o buscarlo en una red social, lo que puede abrir muchísimas puertas o cerrar enormes oportunidades... sin contar con los peligros que eso puede generarnos. ¿Qué es más peligroso? ¿Qué alguien sepa mi dirección de correo electrónico (que todos nos preocupamos por asegurarla con contraseñas sofisticadas) o que voluntariamente le cuente al mundo que creo que ninguna religión es ejemplo de moral o ética? Y realmente lo creo - otra historia 'discursiva' relacionada con la masividad y el individualismo.
En estos primeros 10 años del siglo los gurues nos han enseñado sobre la Web 2.0 lo que nos hace no solo testigos de la información, sino creadores de ella. Gracias a esta nueva participación social hemos adquirido un nuevo escalafón: somos usuarios. Podemos escalar la teoría del Caos - ¿recuerdan? esa que dice que "el aleteo de una mariposa en San Francisco puede provocar un terremoto en Hong-Kong" - y hacerla realidad hasta niveles insospechados... ¿O acaso el marketing Viral no es eso?

Este valor alcanzado por la información, no sería tal si todos tuvieramos la misma capacidad de generar informaciones. Si todos accedieramos a una única fuente de información, esta se volvería masiva y nadie sabría nada diferente... no sería necesario torturar a un enemigo en nombre de la "seguridad nacional" como tampoco necesitaríamos contraseñas para acceder a nuestros perfiles en una red social. Todos estaríamos informados en forma homogenea, todos accederíamos a los mismos conocimientos, pero ¿todos procesaríamos esa información igual? No lo creo.
Ese es el poder de la información. No es la información en si misma, sino como nuestra individualidad puede transformar esa información en un bien que nos diferencia unos de otros.
Y me di cuenta que eso es lo que extraño... MI información. Esos textos, manuscritos, poemas que solo yo puedo crear con la información que absorbo de la realidad tamizada a través de mis experiencias o vivencias.

Y esta reflexión me hizo pensar que no existe ninguna Ley de Medios que nos pueda obligar a dejar de usar el criterio o a olvidarnos de pensar por nosotros mismos.
Esa volatilidad con que se intenta dividir las opiniones con enfrentamientos no significa que estemos obligados a solo escuchar una campana ni a tener que salomonizar entre absolutismos.
Periodismo es un ejercicio de sentido común y la pluralidad no entiende de censura... sin importar quien la ejerce si la "Televisión Pública" o "el monopolio".

Espero que eso no suceda... ni pronto ni nunca. Y me encantaría que tampoco estuviese sucediendo ahora en otros lugares del mundo (soy una soñadora estilo Lennon). Espero que seamos responsables por el nuevo rol de 'usuarios', 'Twitteros' o 'bloggers', por el nuevo estatus de 'informadores' que este siglo de la comunicación instantánea nos ha dado, y que sepamos defender esa libertad sin que signifique "todo está permitido" con tal de mantener una pluralidad de información.
Finalmente, a nivel más personal me encantaría poder transformar este talento individual mio, que nadie puede reemplazar ni hacer en mi nombre, en una fuente de ingresos... (como también creo en la ley de atracción, espero que esto se note en este relato y me atraiga esa oportunidad).

{Informaço + Pluralismo} * Criatividade = Crescimento

Estive um tempo sem meu computador e usando um emprestado...
Além de ter saudade de meu teclado ergonômico e meu monitor de 17" o que mais saudade me deu foram minhas notas. Não me refiro aos papeizinhos de cores com lembretes, porem a meus textos, meus manuscritos, meus poemas, meus 'ensaios' se algum literato considerar minhas observações puderem sê-lo. Tive saudade de minha informação.

Se diz que o século XXI é o século da informação, que o valor mais importante, além dos recursos naturais que escasseiam, é a informação que cada um de nós possui ou pode gerar. Na primeira década deste século todos fomos testemunhas de como chegaram a inventar falsas informações para permitir um Estado derrocar um governo estrangeiro (Cadê as armas de destruição em massa que armazenava Saddam?), vimos aos meios de comunicação pública inventando notícias para conseguir maior audiência e temos conhecido alguns excessos que tem se cometido para conseguir informação "na guerra antiterrorista".
Nestes primeiros 10 anos de século da informação já experimentamos que está permitido o "vale tudo" com tal de conseguir informação. Informação que eu tenho e outro pode querer ou necessitar...
Mesmo assim não tenho informação classificada de nenhuma célula inativa esperando para atacar, clareio antes de me cair um esquadrão em minha casa e me levem pela força até algum 'centro de detenção'.

Fala-se que o século XXI é o século da comunicação, que internet mediante permite nos conectar com qualquer pessoa ao instante desde qualquer ponto do planeta, e saber como está vestida ou 'que você está pensando agora'. Podemos saber informação dessa pessoa com apenas Googlar seu nome ou procurá-la em uma rede social, o que pode abrir muitíssimas portas ou fechar enormes oportunidades... sem contar com os perigos que isso pode nos gerar. O que é mais perigoso? Que alguém souber nosso endereço de correio eletrônico (que todos nos preocupamos por segurar com senhas sofisticadas) ou que voluntariamente conte para o mundo que acredito que nenhuma religião é exemplo de moral ou ética? E acredito mesmo - outra história 'discursiva' relacionada com o massivo e o individualismo.
Nestes primeiros 10 anos do século os gurus tem nos ensinado sobre a Web 2.0 o que nos faz não só testemunhas da informação, mas criadores dela. Graças a esta nova participação social temos adquirido um novo escalão: somos usuários. Podemos escalar a teoria do Caos - lembram? Essa que diz que "o adejo de uma borboleta em São Francisco pode provocar um terremoto em Hong-Kong" - e faze-la realidade até níveis insuspeitos... Ou por caso o marketing viral não é isso?

Este valor atingido pela informação, não seria tal se todos tivermos a mesma capacidade de gerar informações. Se todos acedermos a uma única fonte de informação, esta viraria massiva e ninguém saberia nada diferente... Não seria necessário torturar um inimigo em nome da "segurança nacional" como também não necessitaríamos senhas para acessar nossos perfis em uma rede social. Todos estaríamos informados em forma homogênea, todos teríamos acesso aos mesmos conhecimentos, no entanto, todos processaríamos essa informação do mesmo jeito? Acredito que não.
Esse é o poder da informação. Não é a informação em si mesma, porem como nossa individualidade pode transformar essa informação em um bem que nos diferença uns de outros.
E me dei conta que é disso que tenho saudade... MINHA informação. Esses textos, manuscritos, poemas que só eu posso criar com a informação que absorvo da realidade tamisada através de minhas experiências ou vivências.

E esta reflexão me fez pensar que não existe nenhuma Lei de Mídia que possa nos obrigar a deixar de usar o critério ou fazer nos esquecer de pensar por nós mesmos.
Essa volatilidade com que se tenta dividir as opiniões com enfrentamentos não significa que a gente esteja obrigada a escutar só um sino nem ter que salomonizar entre absolutismos.
Jornalismo é um exercício de senso comum e a pluralidade não entende de censura... sem importar quem a exerce se a "Televisão Pública" ou "o Monopólio".

Espero que isso não aconteça... nem logo nem nunca. E adoraria que também não estivesse acontecendo agora em outros lugares do mundo (sou uma sonhadora estilo Lennon). Espero que sejamos responsáveis pelo novo rol de 'usuários', 'Twitteros' ou 'bloggers', pelo novo status de 'informadores' que este século da comunicação instantânea tem nos dado, e saibamos defender essa liberdade sem que signifique "todo está permitido" com tal de manter uma pluralidade de informação.
Enfim, a nível mais pessoal adoraria poder transformar este talento individual meu, que ninguém pode substituir nem fazer em meu nome, em uma fonte de ingressos... (como também acredito na lei de atração, espero que isto se note neste relato e me atraia essa oportunidade).

{Information + Pluralism} * Creativity = Growth

I was for some time without my computer and using a borrowed one...
Besides missing my ergonomic keyboard and my 17" screen what I missed most were my notes. I don't mean the sticky notes with reminders, but to my texts, my manuscript, my poems, my 'essays' if some man of letters consider my observations could get to be. I missed my information.

They say that XXI century is the information century that the more important value, in addition to the natural resources that fall short, it's the information that each one of us has or could generate. In the first decade of this century we were all witness of how they come to invent false information to allow a State to overthrow a foreign government (Where are the weapons of mass destruction that Saddam stored?), we saw public media inventing news to get more audience and we have known some abuse that have committed to get information "on the anti-terrorist war".
In this first 10 years of the information century we already experienced that it's allowed the "anything goes" as long as getting information. Information that I have and another may want or need...
Likewise I don't have classified information of any inactive cell waiting to attack, I want to make it clear before falling over me some squad at my house and take me by force to some 'detention center'.

They say that XXI century is the communication century that by means of internet allow us to connect with any person instantly from any point of the planet, and know how he/she is dressed or 'what's on his/her mind'. We can know information of that person with only Googling his/her name or searched on a social network, what can open a lot of doors or close huge opportunities... not to count the dangers that can generate to us. What's more dangerous? To someone known my email address (that we all worry to secure with sophisticated passwords) or that I tell voluntarily to the world that I think that no religion is example of moral and ethics? And I really believe so - another 'discursive' story related with massive and individualism.
In this first 10 years of the century the gurus have taught about the Web 2.0 what makes us not only witness of information, but creators of it. Thanks to the new social participation we have acquired a new grade scale: we are users. We can escalate the Chaos theory - Remember? that one that says: "the flutter of a butterfly in San Francisco could cause an earthquake in Hong-Kong" - and make it reality until unexpected levels... Or isn't this the Viral Marketing?

This value reached by information, wouldn't be such if we all have the same ability to generate information. If we all access to some unique source of information, this would turn massive and nobody would know anything different... it wouldn't be necessary to torture the enemy in the name of "national security" like neither we would need passwords to log in our profiles in a social network. We would be all informed in homogeneous way, we would all access to the same knowledge, but would all process information in the same way? I don't think so.
This is the power of information. Isn't information itself, but how our individuality could transform that information in an asset that differentiate one from each other.
And I realise that I missed that... MY information. Those texts, manuscripts, poems that only I can create with the information that absorb from reality sieved through my experiences or livings.

And this meditation made me think that doesn't exist no Media Law that could compel us to stop using the judgment or forget to think by ourselves.
That volatility with what opinions are tried to get divided with confrontation doesn't mean that we are obliged to listen only one bell not having to split in Solomon style between absolutism.
Journalist is an exercise of common sense and plurality doesn't understand of censorship... no matter who practice if "Public Television" or the "Monopoly".

Hope this won't happen...not soon not ever. I would love it doesn't happen now in other places of the world (I'm a dreamer Lennon style). Hope we be responsible for the new 'users', 'twitters' or 'bloggers' role, for the new status of 'informers' that this century of the instant communication has given us, and we know to defend this freedom without it means that "anything goes" so long as we keep information's plurality.
Finally, on a more personal level I would love to transform this individual talent of mine that no one can replace not do in my name, in a source of incomes... (as I do also believe in the attraction law, I hope this could be notice in this log and bring that opportunity in).
 
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