Ayer fui a la Feria del Libro de Buenos Aires.
Me dejó muy contenta a nivel personal encontrarme con Dani, un excompañero de explotación laboral en IBM y a nivel comunicadora varias cosas me llamaron mucho la atención.
Al parecer la industria editorial está cada vez más sólida. Me pareció que esta feria tuvo más expositores, puestos nuevos que no hubo el año pasado y algunos de los tradicionales con mayor espacio. No solo hay puestos de editoriales, también muchos libreros se animaron a poner sus productos.
A simple vista esto parece un aliciente cultural, aunque yo no catalogaría todo en la feria como cultural... No me refiero a los puestos de comida, sino a ciertas repeticiones que parecen más una pesca de gente para negocio propio que a cultura.
A ver, conté como 3 puestos de libros en miniatura. Son un clásico de hace mucho tiempo, pero ahora parece que se multiplicaron y ya se publica cualquier cosa en miniatura. Estoy esperando que salgan las revistas ¿Para cuando una Mini Gente o Para Ti? Sería una buena opción para los lectores del Sarmiento en hora pico.
El clásico "averigua el significado de tu nombre" que había en muchos puestos podía valer desde $4 hasta $6. No me acerqué a preguntar el por qué de la diferencia de precios... en especial por algo que gracias a Internet uno puede averiguar gratis.
Hubo una novedad, "conoce tu carta astral". En un rinconcito del puesto, había una señora —que supongo sería astróloga, aunque no se veían diplomas ni certificados que la avalen— que con su computadora realizaba la lectura e interpretación de la carta astral del cliente. Por lo menos es algo interesante y novedoso.
En general, más allá de las editoriales y librerías especializadas, los libros que más se exponían en los puestos son los de Interés General y Autoayuda, aunque en muchos casos la segunda categoría se incluye en la primera. Así, Interés General puede ser "Aprenda Linux", "Cómo superar la infidelidad matrimonial" o "Sin Reservas" de Martín Redrado... y acá pensé en varias cosas.
Por un lado, la publicidad. Parece que lo importante es vender, el consumismo por sobre el contenido literario del libro que se vende. Entonces, por ejemplo, en la conferencia de prensa del Jefe de Gabinete, Aníbal Fernández, que presentó su libro "Zonceras Argentinas y otras yerbas", que podría ser una versión revisada del original de Arturo Jauretche, hizo una especie de campaña política pro-reelección de CFK. O el libro de economía de Martín Lousteau que aprovecha la promoción en los medios de un escándalo de infidelidad conyugal con Juana Viale.
Por el otro, cualquiera puede transformarse en autor de un libro y escribir de absolutamente cualquier cosa. En especial en el rubro "Autoayuda"... es verdad que no soy muy aficionada a gastarme $50 pesos para que alguien me diga como sentirme feliz, prefiero hacer mi propia experiencia y en definitiva descubrir la vida, es más barato, divertido —aunque puede ser doloroso— y satisfactorio.
Entonces encuentro que la locutora que escuchaba durante mi adolescencia en "Los 40 Principales" de FM Hit, ahora se convirtió en gurú espiritual y escribió el libro "Pecados Espirituales"... cualquiera escribe de cualquier cosa, sin ir más lejos acá estoy yo escribiendo una reseña de mi visita a la Feria del Libro. :-)
Lo único positivo que veo es que hace a la lectura y los libros más accesibles para todos. Estaba lleno de adolescentes buscando biografías de Justin Bieber, pero lectura no es sinónimo de literatura. Y cualquier libro tampoco creo que sea cultura, mas bien un complejo cambalache.
Otra curiosidad llamativa es la variedad de temas y subtemas sobre lo que se escribe. Ejemplo, un enorme tema puede ser relaciones laborales, luego hay enormes subtemas que dependen de diferentes enfoques: legal, social, económico, religioso, etc. Así en casi todas las ramas de todas las ciencias hay manuales de lo que uno quiera saber y hasta de situaciones cotidianas. "Manual de gestión documental", "Cómo hacer el punto cruz" o "Aprenda las mejores posturas para llegar al orgasmo".
Al final me llamó la atención la diferencia de precios entre ediciones y editoriales. Se me ocurrió lo que puede llegar a ser una idea para desarrollar en una página web, que aunque no creo que me vaya a llenar de plata sí creo que puede ser muy útil. Un comparador de ediciones y precios. Existen páginas que comparan precios de artículos en general, para quien está en búsqueda de la mejor relación costo-beneficio, pero en realidad no se si ese concepto se llevó al mundo editorial.
Así, creo que sería una herramienta muy útil poder comparar el precio y la calidad editorial de la misma obra literaria e informarse de las causas de esa diferencia en materiales, ilustraciones, colaboradores invitados, etc. y ayudar a que la masividad de la lectura, también sirva para una masificación de la literatura de calidad.
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sábado, 7 de mayo de 2011
Feira do livro de Buenos Aires. A Bíblia chora junto a um aquecedor de água
Ontem fui à Feira do Livro de Buenos Aires.
Fiquei muito contente em um nível pessoal por me encontrar com Dani, um ex-colega de explotação de trabalho na IBM e em um nível de comunicadora várias coisas chamaram muito minha atenção.
Parece que a indústria editorial está mais sólida a cada vez. Achei que esta feira teve mais expositores, postos novos que não estiveram no ano passado e alguns dos tradicionais com maior espaço. Não só tem estandes de editoriais, também muitos livreiros animaram-se a exibir seus produtos.
A primeira vista este parece um estímulo cultural, embora eu não catalogaria todo na feira como cultural... Não falo dos postos de comida, porem de certas repetições que parecem mais uma pesca de pessoas para próprio negócio do que cultura.
Vamos ver, contei 3 postos de livros em miniatura. Faz muito tempo que são um clássico, mas agora parece que têm se multiplicado e já tem qualquer coisa publicada em miniatura. Estou esperando o lançamento das revistas, para quando uma Mini Caras ou Marie Claire? Seria uma boa opção para os leitores do trem em hora do rush.
O clássico "averigua o significado de teu nome" que estava em muitos estandes podia ter um valor de R$2 reais até $3.50 reais. Não me aproximei a perguntar o por quê da diferença de preços... especialmente por algo que graças à Internet é de graça.
Houve uma novidade, "conhece tua carta astral". Em um cantinho do posto, tinha uma senhora — que suponho seria astróloga, embora não estavam à vista os diplomas nem certificados que o avaliem — que com seu computador fazia a leitura e interpretação da carta astral do cliente. Pelo menos é algo interessante e inovador.
Em geral, além das editoriais e livrarias especializadas, os livros que mais se exibiam nos postos são de Interesse Geral e Autoajuda, embora em muitos casos a segunda categoria está incluída na primeira. Assim, Interesse Geral pode ser "Aprenda Linux", "Como superar a infidelidade matrimonial" ou "Sem reservas" de Martin Redrado... e aí pensei em várias coisas.
Por um lado, a publicidade. Parece que o importante é vender, o consumismo por sobre o conteúdo literário do livro que se vende. Então, por exemplo, na conferência de imprensa do Chefe de Gabinete, Aníbal Fernández, que apresentou seu livro "Bobagens Argentinas e outras ervas", que poderia ser uma versão revista do original de Arturo Jauretche, fez uma espécie de campanha política pro-reeleição de CFK. Ou o livro de economia de Martin Lousteau que aproveita a promoção na mídia de um escândalo de infidelidade conjugal com Juana Viale.
Por outro lado, qualquer pode virar em autor de um livro e escrever de absolutamente qualquer coisa. Especialmente no rubro de "Autoajuda"... é verdade que não sou fã de gastar R$30 reais para que alguém me diga como me sentir feliz, prefiro fazer a minha própria experiência e em definitiva descobrir a vida, é mais barato, divertido - embora pode ser doloroso - e satisfatório.
Então encontro que a locutora que eu escutava durante minha adolescência nos "40 principais" da FM Hit, agora se transformou em guru espiritual e escreveu o livro "Pecados Espirituais"... qualquer um escreve de qualquer coisa, sem ir mais longe eu estou aqui escrevendo uma resenha de minha visita à Feira do Livro. :-)
A única coisa positiva que vejo é que faz a leitura e os livros mais acessível para todos. Estava cheio de adolescentes procurando biografias de Justin Bieber, mas leitura não é sinônimo de literatura. E também eu não acredito que qualquer livro seja cultura, mais bem um complexo ferro-velho.
Outra curiosidade chamativa é a variedade de temas e subtemas sobre o que se escreve. Exemplo, um enorme tema pode ser relações de trabalho, depois tem enormes subtemas que dependem de diferentes enfoques: legal, social, econômico, religioso, etc. Por isso em quase todas as ramas de todas as ciências tem manuais do que um quiser conhecer e até de situações cotidianas. "Manual de gestão documental", "Como fazer o ponto de cruz" ou "Aprenda as melhores posturas para chegar ao orgasmo".
No final chamou minha atenção a diferença de preços entre edições e editoriais. Tive uma ideia que pode chegar a ser um desenvolvimento de uma página web, embora não acredito que vá me encher de dinheiro acredito sim que pode ser muito útil. Um comparador de edições e preços. Tem páginas que comparam preços de produtos em geral, para quem está em busca da melhor relação custo-benefício, mas na realidade não sei se esse conceito foi levado para o mundo editorial.
Então, acredito que seria uma ferramenta muito útil para comparar o preço e a qualidade editorial da mesma obra literária e se informar das causas dessa diferença em materiais, ilustrações, colaboradores convidados, etc. e ajudar a que o maciço da leitura, também serva para uma massificação da literatura de qualidade.
Fiquei muito contente em um nível pessoal por me encontrar com Dani, um ex-colega de explotação de trabalho na IBM e em um nível de comunicadora várias coisas chamaram muito minha atenção.
Parece que a indústria editorial está mais sólida a cada vez. Achei que esta feira teve mais expositores, postos novos que não estiveram no ano passado e alguns dos tradicionais com maior espaço. Não só tem estandes de editoriais, também muitos livreiros animaram-se a exibir seus produtos.
A primeira vista este parece um estímulo cultural, embora eu não catalogaria todo na feira como cultural... Não falo dos postos de comida, porem de certas repetições que parecem mais uma pesca de pessoas para próprio negócio do que cultura.
Vamos ver, contei 3 postos de livros em miniatura. Faz muito tempo que são um clássico, mas agora parece que têm se multiplicado e já tem qualquer coisa publicada em miniatura. Estou esperando o lançamento das revistas, para quando uma Mini Caras ou Marie Claire? Seria uma boa opção para os leitores do trem em hora do rush.
O clássico "averigua o significado de teu nome" que estava em muitos estandes podia ter um valor de R$2 reais até $3.50 reais. Não me aproximei a perguntar o por quê da diferença de preços... especialmente por algo que graças à Internet é de graça.
Houve uma novidade, "conhece tua carta astral". Em um cantinho do posto, tinha uma senhora — que suponho seria astróloga, embora não estavam à vista os diplomas nem certificados que o avaliem — que com seu computador fazia a leitura e interpretação da carta astral do cliente. Pelo menos é algo interessante e inovador.
Em geral, além das editoriais e livrarias especializadas, os livros que mais se exibiam nos postos são de Interesse Geral e Autoajuda, embora em muitos casos a segunda categoria está incluída na primeira. Assim, Interesse Geral pode ser "Aprenda Linux", "Como superar a infidelidade matrimonial" ou "Sem reservas" de Martin Redrado... e aí pensei em várias coisas.
Por um lado, a publicidade. Parece que o importante é vender, o consumismo por sobre o conteúdo literário do livro que se vende. Então, por exemplo, na conferência de imprensa do Chefe de Gabinete, Aníbal Fernández, que apresentou seu livro "Bobagens Argentinas e outras ervas", que poderia ser uma versão revista do original de Arturo Jauretche, fez uma espécie de campanha política pro-reeleição de CFK. Ou o livro de economia de Martin Lousteau que aproveita a promoção na mídia de um escândalo de infidelidade conjugal com Juana Viale.
Por outro lado, qualquer pode virar em autor de um livro e escrever de absolutamente qualquer coisa. Especialmente no rubro de "Autoajuda"... é verdade que não sou fã de gastar R$30 reais para que alguém me diga como me sentir feliz, prefiro fazer a minha própria experiência e em definitiva descobrir a vida, é mais barato, divertido - embora pode ser doloroso - e satisfatório.
Então encontro que a locutora que eu escutava durante minha adolescência nos "40 principais" da FM Hit, agora se transformou em guru espiritual e escreveu o livro "Pecados Espirituais"... qualquer um escreve de qualquer coisa, sem ir mais longe eu estou aqui escrevendo uma resenha de minha visita à Feira do Livro. :-)
A única coisa positiva que vejo é que faz a leitura e os livros mais acessível para todos. Estava cheio de adolescentes procurando biografias de Justin Bieber, mas leitura não é sinônimo de literatura. E também eu não acredito que qualquer livro seja cultura, mais bem um complexo ferro-velho.
Outra curiosidade chamativa é a variedade de temas e subtemas sobre o que se escreve. Exemplo, um enorme tema pode ser relações de trabalho, depois tem enormes subtemas que dependem de diferentes enfoques: legal, social, econômico, religioso, etc. Por isso em quase todas as ramas de todas as ciências tem manuais do que um quiser conhecer e até de situações cotidianas. "Manual de gestão documental", "Como fazer o ponto de cruz" ou "Aprenda as melhores posturas para chegar ao orgasmo".
No final chamou minha atenção a diferença de preços entre edições e editoriais. Tive uma ideia que pode chegar a ser um desenvolvimento de uma página web, embora não acredito que vá me encher de dinheiro acredito sim que pode ser muito útil. Um comparador de edições e preços. Tem páginas que comparam preços de produtos em geral, para quem está em busca da melhor relação custo-benefício, mas na realidade não sei se esse conceito foi levado para o mundo editorial.
Então, acredito que seria uma ferramenta muito útil para comparar o preço e a qualidade editorial da mesma obra literária e se informar das causas dessa diferença em materiais, ilustrações, colaboradores convidados, etc. e ajudar a que o maciço da leitura, também serva para uma massificação da literatura de qualidade.
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viernes, 11 de marzo de 2011
Vivir es para valientes
Reflexión sobre la felicidad del amor dedicada al Chocolatito Scout de mi amor. Él siempre es mi inspiración:
Todos nacemos desnudos. Venimos sin nada, puros e inocentes y con un enorme propósito: aprender a encontrar la felicidad del amor.
Esa felicidad del amor no se compra y la mayoría de las veces se consigue sin que nos demos cuenta...
Aprender a encontrar la felicidad del amor no es una tarea fácil y por eso no todos la encuentran. Unos se gastan la vida acumulando dinero porque piensan que la pueden comprar, otros pierden la vida preocupados por cosas que parecen importantes pero solo ocupan tiempo o espacio y algunos se pasan la vida con los ojos vendados, los oidos tapados y la boca amordazada... Sin animarse a ver con atención, sin coraje a escuchar con emoción y sin valentía para gritar con pasión.
Así escondidos en las sombras se pasan la vida vacía y lejana del aprendizaje de encontrar la felicidad del amor... y mueren sin nada importante, sin pureza, sin inocencia y vestidos de miedo o vergüenza. Entierran el cuerpo junto con la única oportunidad que tuvieron y desperdiciaron de aprender a encontrar la felicidad del amor.
Por favor, Bagual achocolatado, no me hagas doler el corazón al dejar que se te pase la existencia vacía de propósito, no sigas asustado en el "no puedo" mientras se te derrama la única oportunidad de vivir de verdad, no le causes dolor a mi alma perdiéndote las lecciones del aprendizaje de encontrar la felicidad del amor JUNTOS.
Animate a esta aventura de vivir... y yo me arriesgo junto a vos, porque Te Quiero Mucho.
Todos nacemos desnudos. Venimos sin nada, puros e inocentes y con un enorme propósito: aprender a encontrar la felicidad del amor.
Esa felicidad del amor no se compra y la mayoría de las veces se consigue sin que nos demos cuenta...
Aprender a encontrar la felicidad del amor no es una tarea fácil y por eso no todos la encuentran. Unos se gastan la vida acumulando dinero porque piensan que la pueden comprar, otros pierden la vida preocupados por cosas que parecen importantes pero solo ocupan tiempo o espacio y algunos se pasan la vida con los ojos vendados, los oidos tapados y la boca amordazada... Sin animarse a ver con atención, sin coraje a escuchar con emoción y sin valentía para gritar con pasión.
Así escondidos en las sombras se pasan la vida vacía y lejana del aprendizaje de encontrar la felicidad del amor... y mueren sin nada importante, sin pureza, sin inocencia y vestidos de miedo o vergüenza. Entierran el cuerpo junto con la única oportunidad que tuvieron y desperdiciaron de aprender a encontrar la felicidad del amor.
Por favor, Bagual achocolatado, no me hagas doler el corazón al dejar que se te pase la existencia vacía de propósito, no sigas asustado en el "no puedo" mientras se te derrama la única oportunidad de vivir de verdad, no le causes dolor a mi alma perdiéndote las lecciones del aprendizaje de encontrar la felicidad del amor JUNTOS.
Animate a esta aventura de vivir... y yo me arriesgo junto a vos, porque Te Quiero Mucho.
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Viver é para corajosos
Reflexão sobre a felicidade do amor dedicada ao Chocolatito Scout de meu amor, ele sempre é minha inspiração:
Todos nascemos desnudos. Vimos sem nada, puros e inocentes e com um enorme propósito: aprender a achar a felicidade do amor.
Essa felicidade do amor não se compra e a maioria das vezes é conseguida sem a gente se dar conta...
Aprender a achar a felicidade do amor não é uma tarefa fácil e por isso não é achada por todos. Uns gastam a vida acumulando dinheiro porque acham que pode ser comprada, outros perdem a vida preocupados por coisas que parecem importantes mas só ocupam tempo ou espaço e alguns se passam a vida com os olhos vendados, os ouvidos tapados e a boca amordaçada... Sem animar-se a olhar com atenção, sem coragem para escutar com emoção e sem audácia para gritar com paixão.
Escondidos assim nas sombras, se passam a vida vácua e afastada da aprendizagem de achar a felicidade do amor... E morrem sem nada importante, sem pureza, sem inocência e vestidos de medo ou vergonha. Enterram o corpo junto com a única oportunidade que tiveram e desperdiçaram de aprender a achar a felicidade do amor.
Por favor, Bagual achocolatado, não faças doer meu coração deixando que passe tua existência vácua de propósito, não sigas assustado no "não posso" enquanto se derrama a tua única oportunidade de viver de verdade, não sejas a causa da dor de minha alma te perdendo as lições da aprendizagem de achar a felicidade do amor JUNTOS.
Anima-te a esta aventura de viver... E eu me arrisco junto com você, porque Te Amo Muito.
Todos nascemos desnudos. Vimos sem nada, puros e inocentes e com um enorme propósito: aprender a achar a felicidade do amor.
Essa felicidade do amor não se compra e a maioria das vezes é conseguida sem a gente se dar conta...
Aprender a achar a felicidade do amor não é uma tarefa fácil e por isso não é achada por todos. Uns gastam a vida acumulando dinheiro porque acham que pode ser comprada, outros perdem a vida preocupados por coisas que parecem importantes mas só ocupam tempo ou espaço e alguns se passam a vida com os olhos vendados, os ouvidos tapados e a boca amordaçada... Sem animar-se a olhar com atenção, sem coragem para escutar com emoção e sem audácia para gritar com paixão.Escondidos assim nas sombras, se passam a vida vácua e afastada da aprendizagem de achar a felicidade do amor... E morrem sem nada importante, sem pureza, sem inocência e vestidos de medo ou vergonha. Enterram o corpo junto com a única oportunidade que tiveram e desperdiçaram de aprender a achar a felicidade do amor.
Por favor, Bagual achocolatado, não faças doer meu coração deixando que passe tua existência vácua de propósito, não sigas assustado no "não posso" enquanto se derrama a tua única oportunidade de viver de verdade, não sejas a causa da dor de minha alma te perdendo as lições da aprendizagem de achar a felicidade do amor JUNTOS.
Anima-te a esta aventura de viver... E eu me arrisco junto com você, porque Te Amo Muito.
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domingo, 19 de diciembre de 2010
Sueñen, sueñen, sueñen... ¡nunca dejen de soñar!
Hay Momentos
Hay momentos en la vida en que sentimos tanto
La falta de alguien que lo que más queremos
Es sacar esa persona de nuestros sueños
Y abrazarla.
Soña con todo lo que quieras,
Se lo que quieras ser,
Porque apenas tenes una vida
Y solo tenes una chance
De hacer aquello que quieras.
Usa toda la felicidad para hacerla dulce.
Dificultades para hacerla fuerte.
Tristeza para hacerla humana,
Y suficiente esperanza para hacerla feliz.
Las personas más felices
No tienen las mejores cosas.
Saben aprovechar lo mejor
De las oportunidades que aparecen
En sus caminos.
La felicidad se aparece a quienes lloran.
A quienes se lastiman.
A quienes buscan y siempre intentan.
Y a quienes reconocen
La importancia de las personas que pasan por sus vidas.
El futuro más brillante
Está basado en un pasado vivido intensamente.
Solo tendrás éxito en la vida
Cuando perdones las equivocaciones
Y las decepciones del pasado.
La vida es corta, pero las emociones que podemos dejar
Duran una eternidad.
La vida no es un juego
Porque un lindo día se muere.
Clarice Lispector
Soñe con un laberinto... Uno de los objetos más llenos de simbología esotérica, espiritual y mitológica.
Mi laberinto era como esos de la Inglaterra monárquica del medioevo, de arbustos no muy altos como para ver el camino retorcido del otro lado, pero lo suficiente como para que no puedan ser saltados y evitar cualquier trampa.
Según las varias interpretaciones de sueños un laberinto significa confusión, desorientación, enredos, conflictos, complicaciones, dificultades... creadas frecuentemente por amores/amantes. Estoy tratando de olvidar un amante prohibido, sin olvidarme del amor que consumamos y manteniendo la paciencia para esperarlo hasta que el amor deje de ser imposible.
Según la interpretación de sueños un laberinto de plantas, árboles o vida significa el encuentro de la felicidad cuando menos se la espera, augura inesperadas alegrías y la sorpresa de la prosperidad en momentos difíciles cuando se está desesperado.
Al final de mi sueño encontraba la salida del laberinto siguiendo el origen de la música "All You Need Is Love", de mis adorados Beatles.
Encontrar la salida = hallar una solución o respuesta.
La música siempre es un buen augurio, presagio de felicidad y consideración. La música armoniosa es presagio de prosperidad y placer y expresar emociones positivas...
Además si se da en personas con aspiraciones espirituales es un indicio de piedad y elevación. Esta búsqueda del sacrificio por amor es dolorosa, pero tendrá su recompensa.
Y ya empezó dejándome improvisar esta publicación después de 4 meses de sequía silenciosa...
Hay momentos en la vida en que sentimos tanto
La falta de alguien que lo que más queremos
Es sacar esa persona de nuestros sueños
Y abrazarla.
Soña con todo lo que quieras,
Se lo que quieras ser,
Porque apenas tenes una vida
Y solo tenes una chance
De hacer aquello que quieras.
Usa toda la felicidad para hacerla dulce.
Dificultades para hacerla fuerte.
Tristeza para hacerla humana,
Y suficiente esperanza para hacerla feliz.
Las personas más felices
No tienen las mejores cosas.
Saben aprovechar lo mejor
De las oportunidades que aparecen
En sus caminos.
La felicidad se aparece a quienes lloran.
A quienes se lastiman.
A quienes buscan y siempre intentan.
Y a quienes reconocen
La importancia de las personas que pasan por sus vidas.
El futuro más brillante
Está basado en un pasado vivido intensamente.
Solo tendrás éxito en la vida
Cuando perdones las equivocaciones
Y las decepciones del pasado.
La vida es corta, pero las emociones que podemos dejar
Duran una eternidad.
La vida no es un juego
Porque un lindo día se muere.
Clarice Lispector
Soñe con un laberinto... Uno de los objetos más llenos de simbología esotérica, espiritual y mitológica.
Mi laberinto era como esos de la Inglaterra monárquica del medioevo, de arbustos no muy altos como para ver el camino retorcido del otro lado, pero lo suficiente como para que no puedan ser saltados y evitar cualquier trampa.
Según las varias interpretaciones de sueños un laberinto significa confusión, desorientación, enredos, conflictos, complicaciones, dificultades... creadas frecuentemente por amores/amantes. Estoy tratando de olvidar un amante prohibido, sin olvidarme del amor que consumamos y manteniendo la paciencia para esperarlo hasta que el amor deje de ser imposible.
Según la interpretación de sueños un laberinto de plantas, árboles o vida significa el encuentro de la felicidad cuando menos se la espera, augura inesperadas alegrías y la sorpresa de la prosperidad en momentos difíciles cuando se está desesperado.
Al final de mi sueño encontraba la salida del laberinto siguiendo el origen de la música "All You Need Is Love", de mis adorados Beatles.
Encontrar la salida = hallar una solución o respuesta.
La música siempre es un buen augurio, presagio de felicidad y consideración. La música armoniosa es presagio de prosperidad y placer y expresar emociones positivas...
Además si se da en personas con aspiraciones espirituales es un indicio de piedad y elevación. Esta búsqueda del sacrificio por amor es dolorosa, pero tendrá su recompensa.
Y ya empezó dejándome improvisar esta publicación después de 4 meses de sequía silenciosa...
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Sonhem, sonhem, sonhem... nunca deixem de sonhar!
Há Momentos
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector
Sonhei com um labirinto... Um dos objetos mais cheios de simbologia esotérica, espiritual e mitológica.
Meu labirinto era como esses da Inglaterra monárquica do medievo, de arbustos não muito altos como para olhar o caminho retorcido do outro lado, mas o suficiente como para não puderem ser saltos e evitar qualquer engano.
Segundo as várias interpretações de sonhos, um labirinto significa confusão, desorientação, enrascadas, conflitos, complicações, dificuldades... criadas frequentemente por amores/amantes. Estou tratando de esquecer um amante proibido, sem me esquecer do amor que consumamos e mantendo a paciência para esperá-lo até que o amor deixe de ser impossível.
Conforme a interpretação dos sonhos um labirinto de plantas, árvores ou vida significa o encontro da felicidade quando menos é esperada, augura inesperadas alegrias e a surpresa da prosperidade em momentos difíceis quando está se desesperado.
No final do sonho encontrava a saída do labirinto seguindo a origem da música "All You Need Is Love", de meus adorados Beatles.
Encontrar a saída = achar uma solução ou resposta.
A música é sempre um bom augúrio, presságio de felicidade e consideração. A música harmoniosa é presságio de prosperidade e prazer e expressar emoções positivas...
Além disso se dera-se em pessoas com aspirações espirituais é um indício de piedade e elevação. Esta procura de sacrifício por amor é dolorosa, mas terá sua recompensa.
E já começou me deixando improvisar esta publicação depois de 4 meses de seca silenciosa...
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector
Sonhei com um labirinto... Um dos objetos mais cheios de simbologia esotérica, espiritual e mitológica.
Meu labirinto era como esses da Inglaterra monárquica do medievo, de arbustos não muito altos como para olhar o caminho retorcido do outro lado, mas o suficiente como para não puderem ser saltos e evitar qualquer engano.
Segundo as várias interpretações de sonhos, um labirinto significa confusão, desorientação, enrascadas, conflitos, complicações, dificuldades... criadas frequentemente por amores/amantes. Estou tratando de esquecer um amante proibido, sem me esquecer do amor que consumamos e mantendo a paciência para esperá-lo até que o amor deixe de ser impossível.
Conforme a interpretação dos sonhos um labirinto de plantas, árvores ou vida significa o encontro da felicidade quando menos é esperada, augura inesperadas alegrias e a surpresa da prosperidade em momentos difíceis quando está se desesperado.
No final do sonho encontrava a saída do labirinto seguindo a origem da música "All You Need Is Love", de meus adorados Beatles.
Encontrar a saída = achar uma solução ou resposta.
A música é sempre um bom augúrio, presságio de felicidade e consideração. A música harmoniosa é presságio de prosperidade e prazer e expressar emoções positivas...
Além disso se dera-se em pessoas com aspirações espirituais é um indício de piedade e elevação. Esta procura de sacrifício por amor é dolorosa, mas terá sua recompensa.
E já começou me deixando improvisar esta publicação depois de 4 meses de seca silenciosa...
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viernes, 5 de marzo de 2010
¿Y Ahora que Hago con Esto?
Esto lo escribí como notas en mi celular mientras estaba en el micro que me traía de vuelta de San Pablo, hace 7 meses... El título es textual de labios de Bagual Scout Achocolatado en Zello una noche en Posadas que dije que no (y él tenía tremenda erección).
Mezcla de lágrimas, traición e insinuaciones.
¿Y ahora que hago con esto?
No quería que fuera así.
Silencio, frustración, peligroso...
¿Cómo hago para deshacer esto?
¿Y ahora que hago con esto?
Quiero volver el tiempo atrás,
¿por qué insististe al principio?
Si te dije que había llegado muy demasiado tarde,
que no...
¿Y ahora que hago con esto?
Que estoy loquita y enviciada...
Y te lo dije, ¿qué pasó?, ¿por qué cambiaste así conmigo?
Yo no quería esto, así no lo quiero.
¿Y ahora que hago con esto?
... ¿podemos volver atrás?
Desencadename el corazón, liberame,
deshace este hechizo por favor.
¿Y ahora que hago con esto?
Porque esto no es lo que buscaba con vos.
Quería y aún quiero darte momentitos de alegría,
pedacitos de escape de tus preocupaciones.
¿Y ahora que hago con esto?
Que sola no lo puedo deshacer.
Si a cambio solo quería que me prestes tu sonrisa,
tu palabra y tu mirada feliz.
¿Y ahora que hago con esto?
Que no es lo que buscaba,
que no me permite hacerte gozar y
tampoco me da placer.

¿Y ahora que hago con esto?
Si siento que esto no es amarte como te mereces.
Si siento que no me dejas darte todo lo que puedo...
aunque sí me duele mucho.
¿Y ahora que hago con esto?
Con este rechazo que no me merezco.
No creo que haya hecho nada para recibir ese trato de vos.
¿Y ahora que hago con esto?
Con el dolor de sentir que queres borrar mi presencia,
que me ninguneas, que me evitas, que me aislas...
pero que al mismo tiempo cuando tenes fuego me perseguis y me cazas.
¿Y ahora que hago con esto?
Con el dolor de que lo hagas tan evidente que todos se den cuenta...
Y me lo cuenten, me pregunten y
me duela más.
¿Y ahora que hago con esto?
Con esta maldad que percibo,
sabiendo que vos no sos así...
Malo conmigo, solo conmigo.
¿Y ahora que hago con esto?
Que digas que soy un castigo en tu vida.
¿Desde cuándo pasé a serlo?
Duele muchísimo en el pecho escucharte decir esto.
¿Y ahora que hago con esto?
Con tu indecisión y tu doble discurso,
con tu calentura cuando me tenes ganas y me perseguís,
porque no se como salir del laberinto enredado de tu hechizo.

¿Y ahora que hago con esto?
Con extrañarte, con tus recuerdos,
con el dolor de no poder dejar de pensar en vos y
con el sufrimiento de saber que aunque queramos no alcanza.
¿Y ahora que hago con esto?
Siempre se dice que no hay mayor sufrimiento que un amor no correspondido,
pero creo que se han equivocado y he conocido algo peor:
un amor correspondido pero prohibido y peligroso...
¿Y ahora que hago con esto?
Con esta amistad que no se cuanto va a durar
porque me cuesta horrores mantenerla y
tengo unas ganas enormes de comerte a besos.

¿Y ahora que hago con esto?
Si lo único que quería era liberarte de la prisión de tu cama,
de la cual escapás desesperado los fines de semana
porque en ella no conseguis lo que yo te provoco aunque no quiera.
Tontito.
Mezcla de lágrimas, traición e insinuaciones.
¿Y ahora que hago con esto?
No quería que fuera así.
Silencio, frustración, peligroso...
¿Cómo hago para deshacer esto?
¿Y ahora que hago con esto?
Quiero volver el tiempo atrás,
¿por qué insististe al principio?
Si te dije que había llegado muy demasiado tarde,
que no...
¿Y ahora que hago con esto?
Que estoy loquita y enviciada...
Y te lo dije, ¿qué pasó?, ¿por qué cambiaste así conmigo?
Yo no quería esto, así no lo quiero.

¿Y ahora que hago con esto?
... ¿podemos volver atrás?
Desencadename el corazón, liberame,
deshace este hechizo por favor.
¿Y ahora que hago con esto?
Porque esto no es lo que buscaba con vos.
Quería y aún quiero darte momentitos de alegría,
pedacitos de escape de tus preocupaciones.
¿Y ahora que hago con esto?
Que sola no lo puedo deshacer.
Si a cambio solo quería que me prestes tu sonrisa,
tu palabra y tu mirada feliz.
¿Y ahora que hago con esto?
Que no es lo que buscaba,
que no me permite hacerte gozar y
tampoco me da placer.

¿Y ahora que hago con esto?
Si siento que esto no es amarte como te mereces.
Si siento que no me dejas darte todo lo que puedo...
aunque sí me duele mucho.
¿Y ahora que hago con esto?
Con este rechazo que no me merezco.
No creo que haya hecho nada para recibir ese trato de vos.
¿Y ahora que hago con esto?
Con el dolor de sentir que queres borrar mi presencia,
que me ninguneas, que me evitas, que me aislas...
pero que al mismo tiempo cuando tenes fuego me perseguis y me cazas.

¿Y ahora que hago con esto?
Con el dolor de que lo hagas tan evidente que todos se den cuenta...
Y me lo cuenten, me pregunten y
me duela más.
¿Y ahora que hago con esto?
Con esta maldad que percibo,
sabiendo que vos no sos así...
Malo conmigo, solo conmigo.
¿Y ahora que hago con esto?
Que digas que soy un castigo en tu vida.
¿Desde cuándo pasé a serlo?
Duele muchísimo en el pecho escucharte decir esto.
¿Y ahora que hago con esto?
Con tu indecisión y tu doble discurso,
con tu calentura cuando me tenes ganas y me perseguís,
porque no se como salir del laberinto enredado de tu hechizo.

¿Y ahora que hago con esto?
Con extrañarte, con tus recuerdos,
con el dolor de no poder dejar de pensar en vos y
con el sufrimiento de saber que aunque queramos no alcanza.
¿Y ahora que hago con esto?
Siempre se dice que no hay mayor sufrimiento que un amor no correspondido,
pero creo que se han equivocado y he conocido algo peor:
un amor correspondido pero prohibido y peligroso...
¿Y ahora que hago con esto?
Con esta amistad que no se cuanto va a durar
porque me cuesta horrores mantenerla y
tengo unas ganas enormes de comerte a besos.

¿Y ahora que hago con esto?
Si lo único que quería era liberarte de la prisión de tu cama,
de la cual escapás desesperado los fines de semana
porque en ella no conseguis lo que yo te provoco aunque no quiera.
Tontito.
Catalogos:
Agora que faço,
Ahora que hago,
Bagual,
Chocolatito,
Erotism,
Erotismo,
Morocho,
Now what do I do,
Poesia,
Poetry,
Scout,
Villa Lugano
E Agora que Faço com Isto?
Escrevi isto como notas em meu celular enquanto estava no ônibus que me trazia de volta de São Paulo, faz uns 7 meses... O título é textual dos lábios do Bagual Escoteiro Achocolatado em Zello uma noite em Posadas que eu disse não (e ele tinha tremenda ereção).
Mistura de lágrimas, traição e insinuações.
E agora que faço com isto?
Não queria que fora assim.
Silêncio, frustração, perigoso...
Como faço para desfazer isto?
E agora que faço com isto?
Quero voltar o tempo atrás,
Por que insististe no princípio?
Se te disse que eu tinha chegado muito tarde demais,
Que não...
E agora que faço com isto?
Que estou louquinha e viciada...
E o disse para você, o que aconteceu?, por que mudaste assim comigo?
Eu não queria isto, assim não quero.

E agora que faço com isto?
...Podemos voltar atras?
Me desencadeias o coração, me liberas,
Desfaz este feitiço por favor.
E agora que faço com isto?
Porque isto não é o que procurava com você.
Queria e ainda quero te dar momentinhos de alegria,
Pedacinhos de escape de tuas preocupações.
E agora que faço com isto?
Que sozinha não o posso desfazer.
Se em troca só queria que me emprestes teu sorriso,
Tua palavra e teu olhar feliz.
E agora que faço com isto?
Que não é o que procurava,
Que não me permite te fazer gozar e
Também não me da prazer.

E agora que faço com isto?
Se sinto que isto não e te amar como te mereces.
Se sinto que não me deixas te dar todo o que posso...
Embora sim dói muito.
E agora que faço com isto?
Com este repúdio que não mereço.
Não acho que tenha feito nada para receber esse trato de você.
E agora que faço com isto?
Com a dor de sentir que queres apagar minha presencia,
Que me ignoras, que me evitas, que me isolas...
Porem ao mesmo tempo quando tens fogo me persegues e me caças.
E agora que faço como isto?
Com a dor de que o faças tão evidente que todos se dêem conta...
E me contem, me perguntem e
Me doa mais.
E agora que faço com isto?
Com esta maldade que percebo,
Sabendo que você não é assim...
Mau comigo, só comigo.
E agora que faço com isto?
Que digas que sou um castigo em tua vida.
Desde quando passei a sê-lo?
Dói muitíssimo no peito te escutar dizer isto.
E agora que faço com isto?
Com tua indecisão e teu duplo discurso,
Com tua quentura quando me tens vontade e me perseguis,
Porque não sei como sair do labirinto enredado de teu feitiço.

E agora que faço com isto?
Com te ter saudade, com tuas lembranças,
Com a dor de não poder deixar de pensar em você e
Com o sofrimento de saber que embora queiramos não adianta.
E agora que faço com isto?
Sempre se diz que não tem maior sofrimento que um amor não correspondido,
Mas acho que tem errado e tenho conhecido algo pior:
Um amor correspondido porem proibido e perigoso...
E agora que faço com isto?
Com esta amizade que não sei quanto vai durar
Porque me custa horrores mantê-la e
Tenho uma vontade enorme de te comer a beijos.

E agora que faço com isto?
Se a única coisa que queria era te libertar da prisão de tua cama,
Da qual fugis desesperado nos fins de semana
Porque nela não conseguis o que eu te provoco embora não queira.
Tolinho.
Mistura de lágrimas, traição e insinuações.
E agora que faço com isto?
Não queria que fora assim.
Silêncio, frustração, perigoso...
Como faço para desfazer isto?
E agora que faço com isto?
Quero voltar o tempo atrás,
Por que insististe no princípio?
Se te disse que eu tinha chegado muito tarde demais,
Que não...
E agora que faço com isto?
Que estou louquinha e viciada...
E o disse para você, o que aconteceu?, por que mudaste assim comigo?
Eu não queria isto, assim não quero.

E agora que faço com isto?
...Podemos voltar atras?
Me desencadeias o coração, me liberas,
Desfaz este feitiço por favor.
E agora que faço com isto?
Porque isto não é o que procurava com você.
Queria e ainda quero te dar momentinhos de alegria,
Pedacinhos de escape de tuas preocupações.
E agora que faço com isto?
Que sozinha não o posso desfazer.
Se em troca só queria que me emprestes teu sorriso,
Tua palavra e teu olhar feliz.
E agora que faço com isto?
Que não é o que procurava,
Que não me permite te fazer gozar e
Também não me da prazer.

E agora que faço com isto?
Se sinto que isto não e te amar como te mereces.
Se sinto que não me deixas te dar todo o que posso...
Embora sim dói muito.
E agora que faço com isto?
Com este repúdio que não mereço.
Não acho que tenha feito nada para receber esse trato de você.
E agora que faço com isto?
Com a dor de sentir que queres apagar minha presencia,
Que me ignoras, que me evitas, que me isolas...
Porem ao mesmo tempo quando tens fogo me persegues e me caças.

E agora que faço como isto?
Com a dor de que o faças tão evidente que todos se dêem conta...
E me contem, me perguntem e
Me doa mais.
E agora que faço com isto?
Com esta maldade que percebo,
Sabendo que você não é assim...
Mau comigo, só comigo.
E agora que faço com isto?
Que digas que sou um castigo em tua vida.
Desde quando passei a sê-lo?
Dói muitíssimo no peito te escutar dizer isto.
E agora que faço com isto?
Com tua indecisão e teu duplo discurso,
Com tua quentura quando me tens vontade e me perseguis,
Porque não sei como sair do labirinto enredado de teu feitiço.

E agora que faço com isto?
Com te ter saudade, com tuas lembranças,
Com a dor de não poder deixar de pensar em você e
Com o sofrimento de saber que embora queiramos não adianta.
E agora que faço com isto?
Sempre se diz que não tem maior sofrimento que um amor não correspondido,
Mas acho que tem errado e tenho conhecido algo pior:
Um amor correspondido porem proibido e perigoso...
E agora que faço com isto?
Com esta amizade que não sei quanto vai durar
Porque me custa horrores mantê-la e
Tenho uma vontade enorme de te comer a beijos.

E agora que faço com isto?
Se a única coisa que queria era te libertar da prisão de tua cama,
Da qual fugis desesperado nos fins de semana
Porque nela não conseguis o que eu te provoco embora não queira.
Tolinho.
Catalogos:
Agora que faço,
Ahora que hago,
Bagual,
Chocolatito,
Erotism,
Erotismo,
Morocho,
Now what do I do,
Poesia,
Poetry,
Scout,
Villa Lugano
And now what do I do with this?
This a wrote as notes in my cell phone while I was in the bus that brought me back from Sao Paulo, like 7 months ago... The tittle is literal from Wild Horse Chocolate-Coloured Scout in Zello one night in Posadas that I said no (and he had a tremendous erection).
Mixture of tears, betrayal and advances.
And now what do I do with this?
I didn't want to be like this.
Silence, frustration, dangerous...
How do I do to undo this?
And now what do I do with this?
I want to turn the time back,
why did you insist at the beginning?
If I told you that I had come much too late,
that no...
And now what do I do with this?
That I'm crazy and corrupted...
And I told you, what happened?, why you changed like this with me?
I didn't want this, I don't want it in this way.

And now what do I do with this?
... Can we go back?
Unchain my heart, set me free,
undo this spell please.
And now what do I do with this?
Because this isn't what I looked for with you.
I wanted and still want to give you little moments of joy,
little pieces of scape from your worries.
And now what do I do with this?
That I can undo it alone.
If in exchange I only wanted to lend me your smile,
your word and your happy look.
And now what do I do with this?
That isn't what I was looking for,
That doesn't allow me to make you enjoy and
doesn't give me pleasure either.

And now what do I do with this?
If I feel that this isn't love you as you deserve.
If I feel that you don't let me give you all I can...
although it do hurt a lot.
And now what do I do with this?
With this reject that I don't deserve.
I don't think I have done anything to receive this treatment from you.
And now what do I do with this?
With the pain to feel that you want to erase my presence,
that you ignore me that you avoid me that you isolate me...
but at the same time you chase and hunt me when you have fire.
And now what do I do with this?
With the sorrow that you do such evident that everybody notices it...
And they tell me, they ask me and
it hurts me more.
And now what do I do with this?
With this evilness that I perceive,
knowing you aren't like this...
Bad with me, just with me.
And now what do I do with this?
That you tell me I'm a punishment in your life.
Since when I started to be?
It hurts a lot deep down to hear you say this.
And now what do I do with this?
With your hesitation and your double speech,
with your hots when you feel me like and you pursue me,
because I don't know how to get out of this tangled up labyrinth of your spell.

And now what do I do with this?
With missing you, with your memories,
with the pain of can't stop thinking about you and
with the suffering to know that even we wanted it doesn't enough.
And now what do I do with this?
They always say that isn't greater suffering that an unrequited love,
but I think that they are wrong and I have known something worse:
a requited love, but prohibited and dangerous...
And now what do I do with this?
With this friendship that I don't know how much it will last
because it takes me horrors to keep it and
I have a huge desire to eat you up with kisses.

And now what do I do with this?
If the only thing I wanted was set you free from the prison of your bed,
From which you escape desperate on the weekends
Because on it you don't get what I trigger on you although I didn't want.
You little fool.
Mixture of tears, betrayal and advances.
And now what do I do with this?
I didn't want to be like this.
Silence, frustration, dangerous...
How do I do to undo this?
And now what do I do with this?
I want to turn the time back,
why did you insist at the beginning?
If I told you that I had come much too late,
that no...
And now what do I do with this?
That I'm crazy and corrupted...
And I told you, what happened?, why you changed like this with me?
I didn't want this, I don't want it in this way.

And now what do I do with this?
... Can we go back?
Unchain my heart, set me free,
undo this spell please.
And now what do I do with this?
Because this isn't what I looked for with you.
I wanted and still want to give you little moments of joy,
little pieces of scape from your worries.
And now what do I do with this?
That I can undo it alone.
If in exchange I only wanted to lend me your smile,
your word and your happy look.
And now what do I do with this?
That isn't what I was looking for,
That doesn't allow me to make you enjoy and
doesn't give me pleasure either.

And now what do I do with this?
If I feel that this isn't love you as you deserve.
If I feel that you don't let me give you all I can...
although it do hurt a lot.
And now what do I do with this?
With this reject that I don't deserve.
I don't think I have done anything to receive this treatment from you.
And now what do I do with this?
With the pain to feel that you want to erase my presence,
that you ignore me that you avoid me that you isolate me...
but at the same time you chase and hunt me when you have fire.
And now what do I do with this?With the sorrow that you do such evident that everybody notices it...
And they tell me, they ask me and
it hurts me more.
And now what do I do with this?
With this evilness that I perceive,
knowing you aren't like this...
Bad with me, just with me.
And now what do I do with this?
That you tell me I'm a punishment in your life.
Since when I started to be?
It hurts a lot deep down to hear you say this.
And now what do I do with this?
With your hesitation and your double speech,
with your hots when you feel me like and you pursue me,
because I don't know how to get out of this tangled up labyrinth of your spell.

And now what do I do with this?
With missing you, with your memories,
with the pain of can't stop thinking about you and
with the suffering to know that even we wanted it doesn't enough.
And now what do I do with this?
They always say that isn't greater suffering that an unrequited love,
but I think that they are wrong and I have known something worse:
a requited love, but prohibited and dangerous...
And now what do I do with this?
With this friendship that I don't know how much it will last
because it takes me horrors to keep it and
I have a huge desire to eat you up with kisses.

And now what do I do with this?
If the only thing I wanted was set you free from the prison of your bed,
From which you escape desperate on the weekends
Because on it you don't get what I trigger on you although I didn't want.
You little fool.
Catalogos:
Agora que faço,
Ahora que hago,
Bagual,
Chocolatito,
Erotism,
Erotismo,
Morocho,
Now what do I do,
Poesia,
Poetry,
Scout,
Villa Lugano
martes, 17 de noviembre de 2009
Intensidad Irresistible
Para vos tontito, que me preguntaste asombrado qué es lo que me deslumbró de vos:
Me gusta ver tus texturas,
Me atrae oir tus sabores,
Me encanta oler tus contornos,
Me hechiza tocar tus sonidos...
Pero no siempre puedo decirtelo.
Adoro tu mirada que me transmite tantas temperaturas,
Adoro tu mirada que me ilumina con tantos colores,
Adoro tu mirada que me cuenta historias de aventuras atrayentes,
Adoro tu mirada que me toca el cuerpo y me llena el alma.
Pero me disgusta que de tu boca salgan palabras,
Que tus ojos expresen que no son reales y
Que todo tu lenguage gestual emitido por tu cuerpo y
Rostro me confirmen que estás mintiéndome.
Me atrae olfatear tus melodías,
Me gusta rozar tus luces,
Me hechiza ojear tu aromas,
Me encanta degustar tus entramados...
Pero no siempre puedo demostrártelo.
Adoro tus brazos desde la punta de la uña del dedo meñique
Hasta la curva de tus hombros con tu cuello.
Adoro tu piernas desde la punta de la uña del dedo mayor
Hasta la unión de cada una de ellas con tu paraiso.
Pero no me gusta tu doble discurso,
Pero me disgusta cuando no me hablas,
Me desagrada que hables sobre mi a mis espaldas,
Me apena que me mientas.
Me encanta escuchar tus brillos,
Me hechiza acariciar tus canciones,
Me atrae saborear tu frescura,
Me gusta mirar tus rugosidades...
Pero no siempre me dejas expresarlo.
Adoro tus manos cuando me rozan descubriendome suavemente,
Adoro tus dedos cuando me contactan con tu esencia,
Adoro tus manos cuando me impactan en el corazón,
Adoro tus dedos cuando me acarician placenteramente.
Pero me disgusta que te falte coraje para enfrentarme,
Pero me apena que estes más preocupado por lo que piensen los otros de vos,
Por la imagen que reflejas a los demás que por seguir disfrutando de este
Poquitito de felicidad y placer.
Me hechiza observar tus manjares,
Me encanta paladear tus colores,
Me gusta intuir tus pliegues,
Me atrae masajear tus olores...
Pero no siempre me permitis revelarlo.
Esta intensidad de sensaciones entremezcladas,
De ocurrentes apariciones imposibles de disimular y
De deliciosas fricciones explosivamente mullidas.
Que me crean una intensidad de sentimientos alborotados y luminosos,
Y que ya no se como nombrar o con que parte de mi mente besar,
Son irresistiblemente creados por tu hermosa cualidad de belleza...
Que aún no he podido descubrir exactamente cual es.
Y aunque me ignores, me quieras apartar de tu presente,
Siento que es como un efecto rebote que se potencia
Haciendo que mi deseo por vos aumente su intensidad
Irresistiblemente más.
Estoy perdida entre una insaciable vorágine de deseo,
A la que no le encuentro origen ni final.
Solo entiendo que me magnetiza hacia tu anatomía,
Sin que la pueda controlar.
Y mi mente no puede descifrar que es lo que
A mi piel le atrae tanto de vos.
Me gusta ver tus texturas,
Me atrae oir tus sabores,
Me encanta oler tus contornos,
Me hechiza tocar tus sonidos...
Pero no siempre puedo decirtelo.
Adoro tu mirada que me transmite tantas temperaturas,
Adoro tu mirada que me ilumina con tantos colores,
Adoro tu mirada que me cuenta historias de aventuras atrayentes,
Adoro tu mirada que me toca el cuerpo y me llena el alma.
Pero me disgusta que de tu boca salgan palabras,
Que tus ojos expresen que no son reales y
Que todo tu lenguage gestual emitido por tu cuerpo y
Rostro me confirmen que estás mintiéndome.
Me atrae olfatear tus melodías,
Me gusta rozar tus luces,
Me hechiza ojear tu aromas,
Me encanta degustar tus entramados...
Pero no siempre puedo demostrártelo.
Adoro tus brazos desde la punta de la uña del dedo meñique
Hasta la curva de tus hombros con tu cuello.
Adoro tu piernas desde la punta de la uña del dedo mayor
Hasta la unión de cada una de ellas con tu paraiso.
Pero no me gusta tu doble discurso,
Pero me disgusta cuando no me hablas,
Me desagrada que hables sobre mi a mis espaldas,
Me apena que me mientas.
Me encanta escuchar tus brillos,
Me hechiza acariciar tus canciones,
Me atrae saborear tu frescura,
Me gusta mirar tus rugosidades...
Pero no siempre me dejas expresarlo.
Adoro tus manos cuando me rozan descubriendome suavemente,
Adoro tus dedos cuando me contactan con tu esencia,
Adoro tus manos cuando me impactan en el corazón,
Adoro tus dedos cuando me acarician placenteramente.
Pero me disgusta que te falte coraje para enfrentarme,
Pero me apena que estes más preocupado por lo que piensen los otros de vos,
Por la imagen que reflejas a los demás que por seguir disfrutando de este
Poquitito de felicidad y placer.
Me hechiza observar tus manjares,
Me encanta paladear tus colores,
Me gusta intuir tus pliegues,
Me atrae masajear tus olores...
Pero no siempre me permitis revelarlo.
Esta intensidad de sensaciones entremezcladas,
De ocurrentes apariciones imposibles de disimular y
De deliciosas fricciones explosivamente mullidas.
Que me crean una intensidad de sentimientos alborotados y luminosos,
Y que ya no se como nombrar o con que parte de mi mente besar,
Son irresistiblemente creados por tu hermosa cualidad de belleza...
Que aún no he podido descubrir exactamente cual es.
Y aunque me ignores, me quieras apartar de tu presente,
Siento que es como un efecto rebote que se potencia
Haciendo que mi deseo por vos aumente su intensidad
Irresistiblemente más.
Estoy perdida entre una insaciable vorágine de deseo,
A la que no le encuentro origen ni final.
Solo entiendo que me magnetiza hacia tu anatomía,
Sin que la pueda controlar.
Y mi mente no puede descifrar que es lo que
A mi piel le atrae tanto de vos.
Catalogos:
Bagual,
Chocolatito,
Erotism,
Erotismo,
Intensidad,
Intensidade,
Intensity,
Irresistible,
irresistivel,
Morocho,
Poesia,
Poetry,
Scout,
Villa Lugano
Intensidade Irresistível
Para você tontinho, que me perguntaste assombrado o que é o que me deslumbrou de você:
Gosto de ver tuas texturas,
Me atrai ouvir teus sabores,
Adoro cheirar teus contornos,
Me enfeitiça tocar teus sons...
Mas nem sempre posso te dizer isto.
Adoro teu olhar que me transmite tantas temperaturas,
Adoro teu olhar que me ilumina com tantas cores,
Adoro teu olhar que me conta histórias de aventuras atraentes,
Adoro teu olhar que me toca o corpo e me enche a alma.
Porem desgosto que de tua boca saiam palavras,
Que teus olhos expressem não são reais e
Que toda tua linguagem gestual emitido pelo teu corpo e
Rosto me confirmem que estás mentindo-me.
Me atrai cheirar tuas melodias,
Gosto de roçar tuas luzes,
Me enfeitiça olhar teus aromas,
Adoro degustar tuas estruturas...
Mas nem sempre posso te demonstrar isto.
Adoro teus braços desde a ponta da unha do dedo mindinho
Até a curva de teus ombros com teu pescoço.
Adoro tuas pernas desde a ponta da unha do dedo maior
Até a união de cada uma delas com teu paraíso.
Porem não gosto de teu duplo discurso,
Porem desgosto quando não me falas,
Me desagrada que fales sobre mim pelas minhas costas,
Me da pena que mintas.
Adoro escutar teus brilhos,
Me enfeitiça acariciar tuas músicas,
Me atrai saborear teu frescor,
Gosto de olhar tuas rugosidades...
Mas nem sempre me deixas expressar.
Adoro tuas mãos quando me roçam descobrindo-me suavemente,
Adoro teus dedos quando me contatam com tua essência,
Adoro tuas mãos quando me impactam no coração,
Adoro teus dedos quando me acariciam prazenteiramente.
Porem desgosto que te falte coragem para me enfrentar,
Porem me da pena que estejas mais preocupado pelo que achem os outros de você,
Pela imagem que refletes nos demais que por seguir curtindo deste
Pouquinho de felicidade e prazer.
Me enfeitiça observar teus manjares,
Adoro saborear tuas cores,
Gosto de intuir tuas pregas,
Me atrai fazer massagens a teus cheiros...
Mas nem sempre me permitis revelá-lo.
Esta intensidade de sensações entremisturadas,
De criativas aparições impossíveis de dissimular e
De deliciosas fricções explosivamente fofas.
Que me criam uma intensidade de sentimentos alvoroçados e luminosos,
E que já nem sei como nomear ou com que parte de minha mente beijar,
São irresistivelmente criados por tua formosa qualidade de beleza...
Que ainda não tem podido descobrir exatamente qual é.
E embora me ignores, queiras me apartar de teu presente,
Sinto que é como um efeito rebote que se potencia
Fazendo que meu desejo por você aumente sua intensidade
Irresistivelmente mais.
Estou perdida entre uma insaciável voragem de desejo,
À que não encontro origem nem final.
Só entendo que me magnetiza para tua anatomia,
Sem que a possa controlar.
E minha mente não pode decifrar que é o que
Minha pele lhe atrai tanto de você.
Gosto de ver tuas texturas,
Me atrai ouvir teus sabores,
Adoro cheirar teus contornos,
Me enfeitiça tocar teus sons...
Mas nem sempre posso te dizer isto.
Adoro teu olhar que me transmite tantas temperaturas,
Adoro teu olhar que me ilumina com tantas cores,
Adoro teu olhar que me conta histórias de aventuras atraentes,
Adoro teu olhar que me toca o corpo e me enche a alma.
Porem desgosto que de tua boca saiam palavras,
Que teus olhos expressem não são reais e
Que toda tua linguagem gestual emitido pelo teu corpo e
Rosto me confirmem que estás mentindo-me.
Me atrai cheirar tuas melodias,
Gosto de roçar tuas luzes,
Me enfeitiça olhar teus aromas,
Adoro degustar tuas estruturas...
Mas nem sempre posso te demonstrar isto.
Adoro teus braços desde a ponta da unha do dedo mindinho
Até a curva de teus ombros com teu pescoço.
Adoro tuas pernas desde a ponta da unha do dedo maior
Até a união de cada uma delas com teu paraíso.
Porem não gosto de teu duplo discurso,
Porem desgosto quando não me falas,
Me desagrada que fales sobre mim pelas minhas costas,
Me da pena que mintas.
Adoro escutar teus brilhos,
Me enfeitiça acariciar tuas músicas,
Me atrai saborear teu frescor,
Gosto de olhar tuas rugosidades...
Mas nem sempre me deixas expressar.
Adoro tuas mãos quando me roçam descobrindo-me suavemente,
Adoro teus dedos quando me contatam com tua essência,
Adoro tuas mãos quando me impactam no coração,
Adoro teus dedos quando me acariciam prazenteiramente.
Porem desgosto que te falte coragem para me enfrentar,
Porem me da pena que estejas mais preocupado pelo que achem os outros de você,
Pela imagem que refletes nos demais que por seguir curtindo deste
Pouquinho de felicidade e prazer.
Me enfeitiça observar teus manjares,
Adoro saborear tuas cores,
Gosto de intuir tuas pregas,
Me atrai fazer massagens a teus cheiros...
Mas nem sempre me permitis revelá-lo.
Esta intensidade de sensações entremisturadas,
De criativas aparições impossíveis de dissimular e
De deliciosas fricções explosivamente fofas.
Que me criam uma intensidade de sentimentos alvoroçados e luminosos,
E que já nem sei como nomear ou com que parte de minha mente beijar,
São irresistivelmente criados por tua formosa qualidade de beleza...
Que ainda não tem podido descobrir exatamente qual é.
E embora me ignores, queiras me apartar de teu presente,
Sinto que é como um efeito rebote que se potencia
Fazendo que meu desejo por você aumente sua intensidade
Irresistivelmente mais.
Estou perdida entre uma insaciável voragem de desejo,
À que não encontro origem nem final.
Só entendo que me magnetiza para tua anatomia,
Sem que a possa controlar.
E minha mente não pode decifrar que é o que
Minha pele lhe atrai tanto de você.
Catalogos:
Bagual,
Chocolatito,
Erotism,
Erotismo,
Intensidad,
Intensidade,
Intensity,
Irresistible,
irresistivel,
Morocho,
Poesia,
Poetry,
Scout,
Villa Lugano
Irresistible Intensity
For you silly that you asked me amazed what was what dazzle me of you:
I like to see your textures,
Appeals to me hear your flavours,
I love to smell your contours,
Charms me to touch your sounds...
But not always I can tell you.
I love your look that passes me on so many temperatures,
I love your look that lights me up with so many colours,
I love your look that tells me stories of appealing adventures,
I love your look that touches my body and fills my soul.
But I dislike that from your mouth come words,
That your eyes express that aren't real and
That all your gestural language emitted by your body and
Face proves to me you're lying to me.
Appeals to me sniff your melodies,
I like to brush your lights,
Charms me to look at your aromas,
I love to taste your frameworks...
But not always I can show you.
I love your arms from the tip of the little finger nail
To the curve of your shoulders with your neck.
I love your legs from the tip of the toenail
To the union of each one of them with your paradise.
But I don't like your double speech,
But I dislike when you don't talk to me,
It displease me that you talk about me behind my backs,
It sadden me that you lie.
I love to hear your sparkles,
Charms me to caress your songs,
Appeals to me to savour your freshness,
I like to look at your roughness...
But not always you let me express it.
I love your hands when they touch me discovering me slowly,
I love your fingers when they connect me with your essence,
I love your hands when they impact me in the heart,
I love your fingers when they fondle me pleasantly.
But I dislike your lack of courage to confront me,
But it sadden me that you're more worried for what the others think of you,
For the image you reflect to the rest than to keep on enjoying this
Little of happiness and pleasure.
Charms me to watch your delicacies,
I love to relish your colours,
I like to sense your folds,
Appeals to me to massage your smells...
But not always you let me reveal it.
This intensity of intermingled sensations,
Of witty appearances impossible of hide and
Of delightful frictions explosively soft.
That create to me an intensity of exited and bright feelings,
And that I don't know how to name anymore or with what part of my mind to kiss them,
Are irresistibly created by your beautiful quality of beauty...
That I can't figure it out exactly what it is yet.
And although you ignore me, you wanted to apart me of your present,
I feel it's like a rebound effect that fosters
Doing that my desire for you to increase its intensity
Irresistibly more.
I'm lost between an insatiable maelstrom of desire,
Which I can't find a beginning nor end.
I just understand that it magnetize me toward your anatomy,
Without being able to control it.
And my mind can't decode what is what
My skin is attracted to you so much.
I like to see your textures,
Appeals to me hear your flavours,
I love to smell your contours,
Charms me to touch your sounds...
But not always I can tell you.
I love your look that passes me on so many temperatures,
I love your look that lights me up with so many colours,
I love your look that tells me stories of appealing adventures,
I love your look that touches my body and fills my soul.
But I dislike that from your mouth come words,
That your eyes express that aren't real and
That all your gestural language emitted by your body and
Face proves to me you're lying to me.
Appeals to me sniff your melodies,
I like to brush your lights,
Charms me to look at your aromas,
I love to taste your frameworks...
But not always I can show you.
I love your arms from the tip of the little finger nail
To the curve of your shoulders with your neck.
I love your legs from the tip of the toenail
To the union of each one of them with your paradise.
But I don't like your double speech,
But I dislike when you don't talk to me,
It displease me that you talk about me behind my backs,
It sadden me that you lie.
I love to hear your sparkles,
Charms me to caress your songs,
Appeals to me to savour your freshness,
I like to look at your roughness...
But not always you let me express it.
I love your hands when they touch me discovering me slowly,
I love your fingers when they connect me with your essence,
I love your hands when they impact me in the heart,
I love your fingers when they fondle me pleasantly.
But I dislike your lack of courage to confront me,
But it sadden me that you're more worried for what the others think of you,
For the image you reflect to the rest than to keep on enjoying this
Little of happiness and pleasure.
Charms me to watch your delicacies,
I love to relish your colours,
I like to sense your folds,
Appeals to me to massage your smells...
But not always you let me reveal it.
This intensity of intermingled sensations,
Of witty appearances impossible of hide and
Of delightful frictions explosively soft.
That create to me an intensity of exited and bright feelings,
And that I don't know how to name anymore or with what part of my mind to kiss them,
Are irresistibly created by your beautiful quality of beauty...
That I can't figure it out exactly what it is yet.
And although you ignore me, you wanted to apart me of your present,
I feel it's like a rebound effect that fosters
Doing that my desire for you to increase its intensity
Irresistibly more.
I'm lost between an insatiable maelstrom of desire,
Which I can't find a beginning nor end.
I just understand that it magnetize me toward your anatomy,
Without being able to control it.
And my mind can't decode what is what
My skin is attracted to you so much.
Catalogos:
Bagual,
Chocolatito,
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Erotismo,
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Intensity,
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Poetry,
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lunes, 14 de septiembre de 2009
Preámbulo de nuestra Constitución Nacional
Recuerdo que siendo pequeña miraba los discursos del presidente de ese momento Raúl Alfonsín por la televisión. No tengo una memoria exacta de lo que decía pero si recuerdo que era hermoso ver la Plaza de Mayo llena de gente, recuerdo ser pequeña - no tenía más que 10 años - y sentir que era hermoso que la gente participara en la política con tanto fervor.
De las palabras que eran dichas en esos discursos solo recuerdo un par. Aquellos momentos en que desde el escenario el presidente solicitaba que algún médico se acercara hacía donde podría haber alguna persona con problemas y el preambulo con el que terminaba sus discursos.
Hace unos seis meses que Alfonsín murió, y para sorpresa de muchos una enorme cantidad de gente salió a despedirlo. Supongo que esta multitud estaría muy emparentada con aquella plaza llena de fervor democrático... lo que pasa es que la mayoría de las veces tomamos como algo natural muchas cosas cotidianas, y nos olvidamos que en otros momentos hubo que pelear por eso.
A propósito de esto, a Alfonsín lo renombraron "El padre de la democracia", probablemente porque terminaba sus discursos con el preámbulo, la oración laica con la que comienza nuestra Constitución Nacional, aquella que fue violada durante los golpes militares y que actualmente muchos politiqueros de turno no respetan en absoluto.
Extractos del discurso de la asunción Presidencial de Alfonsín.
“Compatriotas: Iniciamos todos hoy una etapa nueva de la Argentina. Iniciamos una etapa que sin duda será difícil, porque tenemos todos la enorme responsabilidad de asegurar hoy y para los tiempos la democracia y el respeto por la dignidad del hombre en la tierra argentina.
”Sabemos que son momentos duros y difíciles, pero no tenemos una sola duda, vamos a arrancar los argentinos, vamos a salir adelante, vamos a hacer el país que nos merecemos. Y lo vamos a poder hacer, no por obra y gracia de gobernantes iluminados sino por esto que la plaza está cantando, porque el pueblo unido jamás será vencido.
”Una feliz circunstancia ha querido que este día en que los argentinos comenzamos esta etapa de 100 años de libertad, de paz y de democracia, sea el Día de los Derechos Humanos. Y queremos, en consecuencia, comprometernos una vez más: vamos a trabajar categórica y decisivamente por la dignidad del hombre, al que sabemos hay que darle libertad, pero también justicia, porque la defensa de los derechos humanos no se agota en la preservación de la vida, sino además también en el combate que estamos absolutamente decididos a librar contra la miseria y la pobreza en nuestra Nación.
”Me comprometo nuevamente a trabajar junto con todos ustedes para concretar los objetivos que hemos pregonado por toda la extensión de la geografía argentina, y hacer ciertos esos objetivos que los hombres que nos dieron la nacionalidad nos presentan como un mandato que ahora sabemos está al alcance de nuestras manos.
”Entre todos vamos a constituir la unión nacional, consolidar la paz interior, afianzar la justicia, proveer a la defensa común, promover el bienestar general y asegurar los beneficios de la libertad para nosotros, para nuestra posteridad y para todos los hombres del mundo que deseen habitar el suelo argentino”.
De las palabras que eran dichas en esos discursos solo recuerdo un par. Aquellos momentos en que desde el escenario el presidente solicitaba que algún médico se acercara hacía donde podría haber alguna persona con problemas y el preambulo con el que terminaba sus discursos.
Hace unos seis meses que Alfonsín murió, y para sorpresa de muchos una enorme cantidad de gente salió a despedirlo. Supongo que esta multitud estaría muy emparentada con aquella plaza llena de fervor democrático... lo que pasa es que la mayoría de las veces tomamos como algo natural muchas cosas cotidianas, y nos olvidamos que en otros momentos hubo que pelear por eso.
A propósito de esto, a Alfonsín lo renombraron "El padre de la democracia", probablemente porque terminaba sus discursos con el preámbulo, la oración laica con la que comienza nuestra Constitución Nacional, aquella que fue violada durante los golpes militares y que actualmente muchos politiqueros de turno no respetan en absoluto.
Extractos del discurso de la asunción Presidencial de Alfonsín.
“Compatriotas: Iniciamos todos hoy una etapa nueva de la Argentina. Iniciamos una etapa que sin duda será difícil, porque tenemos todos la enorme responsabilidad de asegurar hoy y para los tiempos la democracia y el respeto por la dignidad del hombre en la tierra argentina.
”Sabemos que son momentos duros y difíciles, pero no tenemos una sola duda, vamos a arrancar los argentinos, vamos a salir adelante, vamos a hacer el país que nos merecemos. Y lo vamos a poder hacer, no por obra y gracia de gobernantes iluminados sino por esto que la plaza está cantando, porque el pueblo unido jamás será vencido.
”Una feliz circunstancia ha querido que este día en que los argentinos comenzamos esta etapa de 100 años de libertad, de paz y de democracia, sea el Día de los Derechos Humanos. Y queremos, en consecuencia, comprometernos una vez más: vamos a trabajar categórica y decisivamente por la dignidad del hombre, al que sabemos hay que darle libertad, pero también justicia, porque la defensa de los derechos humanos no se agota en la preservación de la vida, sino además también en el combate que estamos absolutamente decididos a librar contra la miseria y la pobreza en nuestra Nación.
”Me comprometo nuevamente a trabajar junto con todos ustedes para concretar los objetivos que hemos pregonado por toda la extensión de la geografía argentina, y hacer ciertos esos objetivos que los hombres que nos dieron la nacionalidad nos presentan como un mandato que ahora sabemos está al alcance de nuestras manos.
”Entre todos vamos a constituir la unión nacional, consolidar la paz interior, afianzar la justicia, proveer a la defensa común, promover el bienestar general y asegurar los beneficios de la libertad para nosotros, para nuestra posteridad y para todos los hombres del mundo que deseen habitar el suelo argentino”.
Preâmbulo de nossa Constituição Nacional
Lembro que sendo pequena assistia aos discursos do Presidente desse momento Raul Alfonsín pela televisão. Não tenho uma memória exata do que ele dizia mas sim lembro que era uma beleza olhar a Praça de Maio cheia de pessoas, lembro ser uma menina - não tinha mais de 10 anos - e sentir que era uma beleza que o pessoal participara na política com tanto fervor.
Das palavras que eram ditas nesses discursos só lembro um par. Aqueles momentos em que desde o cenário o presidente solicitava que algum médico se aproximara até onde poderiam ter alguma pessoa com problemas e o preâmbulo com o que acabava seus discursos.
Faz uns seis meses que Alfonsín morreu, e para surpresa de muitos uma enorme quantidade de pessoas saiu a despedi-lo. Suponho que esta multidão estaria muito emparentada com aquela praça enchida de fervor democrático... o que acontece é que na maioria das vezes achamos como algo natural muitas coisas cotidianas, e esquecemos que em outros momentos houve que brigar por isso.
Falando nisso, Alfonsín foi renomado "O Pai da Democracia", provavelmente porque acabava seus discursos com o preâmbulo, a oração laica com a que começa nossa Constituição Nacional, aquela que foi violada durante os golpes militais e que atualmente muitos politiqueiros de plantão não respeitam em absoluto.
Extrato do discurso da assunção Presidencial do Alfonsín.
“Compatriotas: Iniciamos todos nós hoje uma nova etapa da Argentina. Iniciamos uma etapa que sem dúvida será difícil, porque temos a enorme responsabilidade de segurar hoje e para os tempos a democracia e o respeito pela dignidade do homem na terra argentina.
“Sabemos que são momentos duros e difíceis, mas não temos nenhuma dúvida, vamos arrancar os argentinos, vamos sair para frente, vamos fazer o país que nos merecemos. E vamos poder fazê-lo, não por obra e graça de governantes iluminados porem por isto que a praça está cantando, porque o povo unido jamais será vencido.
“Uma feliz circunstância tem querido que este dia em que os argentinos começamos esta etapa de 100 anos de liberdade, de paz e de democracia, seja o Dia dos Direitos Humanos. E queremos, em conseqüência, comprometer-nos uma vez mais: vamos trabalhar categórica e decisivamente pela dignidade do homem, a quem sabemos tem que lhe dar liberdade, porem também justiça, porque a defesa dos direitos humanos não se esgota na preservação da vida, mas alem também o combate que estamos absolutamente decididos a livrar contra a miséria e a pobreza em nossa Nação.
“Me comprometo novamente trabalhar junto com todos vocês para concretar os objetivos que temos apregoado por toda a extensão da geografia argentina, e fazer certos esses objetivos que os homens que nos deram a nacionalidade nos apresentam como um mandato que agora sabemos está no alcance de nossas mãos.
“Entre todos vamos construir a união nacional, consolidar a paz interior, afiançar a justiça, prover a defesa comum, promover o bem-estar geral e segurar os benefícios da liberdade para nós, para nossa posteridade e para todos os homens do mundo que desejem habitar o solo argentino”.
Das palavras que eram ditas nesses discursos só lembro um par. Aqueles momentos em que desde o cenário o presidente solicitava que algum médico se aproximara até onde poderiam ter alguma pessoa com problemas e o preâmbulo com o que acabava seus discursos.
Faz uns seis meses que Alfonsín morreu, e para surpresa de muitos uma enorme quantidade de pessoas saiu a despedi-lo. Suponho que esta multidão estaria muito emparentada com aquela praça enchida de fervor democrático... o que acontece é que na maioria das vezes achamos como algo natural muitas coisas cotidianas, e esquecemos que em outros momentos houve que brigar por isso.
Falando nisso, Alfonsín foi renomado "O Pai da Democracia", provavelmente porque acabava seus discursos com o preâmbulo, a oração laica com a que começa nossa Constituição Nacional, aquela que foi violada durante os golpes militais e que atualmente muitos politiqueiros de plantão não respeitam em absoluto.
Extrato do discurso da assunção Presidencial do Alfonsín.
“Compatriotas: Iniciamos todos nós hoje uma nova etapa da Argentina. Iniciamos uma etapa que sem dúvida será difícil, porque temos a enorme responsabilidade de segurar hoje e para os tempos a democracia e o respeito pela dignidade do homem na terra argentina.
“Sabemos que são momentos duros e difíceis, mas não temos nenhuma dúvida, vamos arrancar os argentinos, vamos sair para frente, vamos fazer o país que nos merecemos. E vamos poder fazê-lo, não por obra e graça de governantes iluminados porem por isto que a praça está cantando, porque o povo unido jamais será vencido.
“Uma feliz circunstância tem querido que este dia em que os argentinos começamos esta etapa de 100 anos de liberdade, de paz e de democracia, seja o Dia dos Direitos Humanos. E queremos, em conseqüência, comprometer-nos uma vez mais: vamos trabalhar categórica e decisivamente pela dignidade do homem, a quem sabemos tem que lhe dar liberdade, porem também justiça, porque a defesa dos direitos humanos não se esgota na preservação da vida, mas alem também o combate que estamos absolutamente decididos a livrar contra a miséria e a pobreza em nossa Nação.
“Me comprometo novamente trabalhar junto com todos vocês para concretar os objetivos que temos apregoado por toda a extensão da geografia argentina, e fazer certos esses objetivos que os homens que nos deram a nacionalidade nos apresentam como um mandato que agora sabemos está no alcance de nossas mãos.
“Entre todos vamos construir a união nacional, consolidar a paz interior, afiançar a justiça, prover a defesa comum, promover o bem-estar geral e segurar os benefícios da liberdade para nós, para nossa posteridade e para todos os homens do mundo que desejem habitar o solo argentino”.
Preamble of our National Constitution
I remember when I was a kid I watched the speeches of that moment's President Raul Alfonsin on television. I don't have exact memory of what he said, but I do remember that was beautiful to see the May Square full of people, I remember I was a child - didn't have more than 10 years old - and feel it was beautiful that people could participate in politics with such fervor.
The words that were told in those speeches I only remember a couple. Those times when from the stage the president asked some doctor to get close to where could have a person with problems and the preamble with which he ended his speeches.
Some six months ago Alfonsin died, and for the surprise of a lot of people a huge multitude went out to say goodbye to him. I suppose that the crowd would be very related with that square full of democratic fervor... what happens is that most of the times we take as natural many daily things, and we forget that in other moments there was to fight for it.
By the way, Alfonsin was named "Father of Democracy", probably because he ended his speeches with the preamble, the lay prayer that starts our National Constitution, that one that was violated during the military takeovers and currently disrespected at all by many political intriguers on duty.
Extracts of Alfonsin's Presidential ascension speech.
“Compatriots: We all begin a new stage of Argentina. We begin a stage that without a doubt will be difficult because we all have the huge responsibility to make sure today and for the times the democracy and respect for man dignity in this Argentine land.
“We know that are hard and difficult moments, but we haven't a single doubt, we are going to start the Argentine, we are going to get ahead, we are going to make the country we deserve. And we are able to do it, not by the grace of visionary rulers, but by this the square is singing because the people united will never be defeated.
“A happy reason wanted that this day in which the Argentines start this stage of 100 years of liberty, peace and democracy, is the Human Rights Day. And we want, consequently, commit ourselves once more: we are going to work categorical and decisively for the man's dignity, who we know has to have freedom, but also justice because the defense of the human rights doesn't exhaust life's preservation, but also in the fight we are decided to battle against the poverty and poorness in our Nation.
“I commit myself again to work with all of you to set the objectives we have made public on all the expanse of the Argentine geography, and make some objectives that the men that gave us nationality introduce as a command that we know now is within our hands reach.
“Among all we are going to build the national joint, strengthen justice, consolidate the inner peace, provide the common defence, promote the general welfare and assure the benefits of freedom for us, for our posterity and for all the men of the world that wants to live in the Argentine soil”.
The words that were told in those speeches I only remember a couple. Those times when from the stage the president asked some doctor to get close to where could have a person with problems and the preamble with which he ended his speeches.
Some six months ago Alfonsin died, and for the surprise of a lot of people a huge multitude went out to say goodbye to him. I suppose that the crowd would be very related with that square full of democratic fervor... what happens is that most of the times we take as natural many daily things, and we forget that in other moments there was to fight for it.
By the way, Alfonsin was named "Father of Democracy", probably because he ended his speeches with the preamble, the lay prayer that starts our National Constitution, that one that was violated during the military takeovers and currently disrespected at all by many political intriguers on duty.
Extracts of Alfonsin's Presidential ascension speech.
“Compatriots: We all begin a new stage of Argentina. We begin a stage that without a doubt will be difficult because we all have the huge responsibility to make sure today and for the times the democracy and respect for man dignity in this Argentine land.
“We know that are hard and difficult moments, but we haven't a single doubt, we are going to start the Argentine, we are going to get ahead, we are going to make the country we deserve. And we are able to do it, not by the grace of visionary rulers, but by this the square is singing because the people united will never be defeated.
“A happy reason wanted that this day in which the Argentines start this stage of 100 years of liberty, peace and democracy, is the Human Rights Day. And we want, consequently, commit ourselves once more: we are going to work categorical and decisively for the man's dignity, who we know has to have freedom, but also justice because the defense of the human rights doesn't exhaust life's preservation, but also in the fight we are decided to battle against the poverty and poorness in our Nation.
“I commit myself again to work with all of you to set the objectives we have made public on all the expanse of the Argentine geography, and make some objectives that the men that gave us nationality introduce as a command that we know now is within our hands reach.
“Among all we are going to build the national joint, strengthen justice, consolidate the inner peace, provide the common defence, promote the general welfare and assure the benefits of freedom for us, for our posterity and for all the men of the world that wants to live in the Argentine soil”.
domingo, 19 de abril de 2009
Como perra en Zello
Tuve un veranito caliente... pero igual sigo siendo una señorita que se comporta como una reina.
Y me tomo ciertas licencias poéticas que comprenderán que no puedo explicar mucho.
Como perra en celo con los calores del verano,
mejor mojarme desnudita con una manguera.
Como perra en celo con mi capullo estimulado
esperando la entrada de tu estambre.
Como perra en Zello con todos los perritos excitados, atraidos y
queriendo darme masa, mientras doy tarascones.
Como perra en celo apeteciendo que me pinches
con tu aguijón acaramelado.
Como perra en celo necesitando atraerte, mi macho,
para dejarte que me cepilles, sabiendo que estás "siempre listo".
Como perra en Zello queriendo que vengas a tocarme los timbres y
hagas música con mi campanita.
Como perra en celo esperando en cuatro,
a mi perro caliente para que me franelee fuerte.
Como perra en celo anhelando que introduzcas tu llave en mi cerradura,
para que podamos abrir la puerta y salir a jugar.
Como perra en Zello pidiendo que me encimes,
me frotes y me sobes suavemente.
Como perra en celo con mi zorrita bien abierta,
para que entre tu serpiente.
Como perra en celo aullándote para que me montes y
pases del trote a galoparme.
Como perra en Zello se me hace agua la boca,
por comerme tu morcilla.
Como perra en celo alzada a más no poder y
babeandome porque tu firmeza, tan tiesa me copule.
Como perra en celo extrañando en mi cuerpo,
los tiros que me pegaste.
Como perra en Zello deseando que me huelas,
esta excitación prohibida que me generas.
Como perra en celo sintiéndome muy guarra y buscando tu carne,
para mordisquearla y jadear como una reventada furiosa.
Como perra en celo, con la miel a punto caramelo y
esperando tomarme toda tu lechita.

Como perra en Zello pretendiendo amasar una tremenda erección,
para dejarla friccionarse y que no pare de entrar y salir de mi fuente.
Como perra en celo, queriendo gozar cometiendo pecado
sedienta de jugar con tu lujuria erguida.
Como perra en celo ansiando usar el detector de mis pasiones
que tenes "siempre listo" en tu entrepierna.
Como perra en Zello respirando fuerte en tu cuello y
deseando tu anatomía libidinosa muy cerca de mi.
Como perra en celo aguardando estrujar y mamar tu cobra,
para que puedas apretarla contra mi y bombearme violentamente.
Como perra en celo demasiado caliente contigo,
queriendola toda adentro para que me lo partas.

Como perra en Zello esperando el menú que me quieras ofrecer,
para gozar como atorranta con tu acero incandescente.
Como perra en celo ansiando hacertelo como una pantera,
para reventarnos muy apretadamente juntos como animales salvajes.
Como perra en Zello anhelando la sorpresa de tu paquete envuelto para regalo
para tocarlo, masajearlo y que se abra camino en mi humedad.
Como perra en celo deseando lamer y chupar tu churro,
para después sentarme en tu montura caliente.
Como perra en Zello me tenes.
© Maria Laura Curzi - 2009
Y me tomo ciertas licencias poéticas que comprenderán que no puedo explicar mucho.
Como perra en celo con los calores del verano,
mejor mojarme desnudita con una manguera.
Como perra en celo con mi capullo estimulado
esperando la entrada de tu estambre.
Como perra en Zello con todos los perritos excitados, atraidos y
queriendo darme masa, mientras doy tarascones.
Como perra en celo apeteciendo que me pinches
con tu aguijón acaramelado.Como perra en celo necesitando atraerte, mi macho,
para dejarte que me cepilles, sabiendo que estás "siempre listo".
Como perra en Zello queriendo que vengas a tocarme los timbres y
hagas música con mi campanita.
Como perra en celo esperando en cuatro,
a mi perro caliente para que me franelee fuerte.
Como perra en celo anhelando que introduzcas tu llave en mi cerradura,
para que podamos abrir la puerta y salir a jugar.
Como perra en Zello pidiendo que me encimes,
me frotes y me sobes suavemente.
Como perra en celo con mi zorrita bien abierta,
para que entre tu serpiente.
Como perra en celo aullándote para que me montes y
pases del trote a galoparme.
Como perra en Zello se me hace agua la boca,
por comerme tu morcilla.
Como perra en celo alzada a más no poder y
babeandome porque tu firmeza, tan tiesa me copule.
Como perra en celo extrañando en mi cuerpo,
los tiros que me pegaste.
Como perra en Zello deseando que me huelas,
esta excitación prohibida que me generas.
Como perra en celo sintiéndome muy guarra y buscando tu carne,
para mordisquearla y jadear como una reventada furiosa.
Como perra en celo, con la miel a punto caramelo y
esperando tomarme toda tu lechita.

Como perra en Zello pretendiendo amasar una tremenda erección,
para dejarla friccionarse y que no pare de entrar y salir de mi fuente.
Como perra en celo, queriendo gozar cometiendo pecado
sedienta de jugar con tu lujuria erguida.
Como perra en celo ansiando usar el detector de mis pasiones
que tenes "siempre listo" en tu entrepierna.
Como perra en Zello respirando fuerte en tu cuello y
deseando tu anatomía libidinosa muy cerca de mi.
Como perra en celo aguardando estrujar y mamar tu cobra,
para que puedas apretarla contra mi y bombearme violentamente.
Como perra en celo demasiado caliente contigo,
queriendola toda adentro para que me lo partas.

Como perra en Zello esperando el menú que me quieras ofrecer,
para gozar como atorranta con tu acero incandescente.
Como perra en celo ansiando hacertelo como una pantera,
para reventarnos muy apretadamente juntos como animales salvajes.
Como perra en Zello anhelando la sorpresa de tu paquete envuelto para regalo
para tocarlo, masajearlo y que se abra camino en mi humedad.
Como perra en celo deseando lamer y chupar tu churro,
para después sentarme en tu montura caliente.
Como perra en Zello me tenes.
© Maria Laura Curzi - 2009
Como cadela no cio
Tive um verãozinho quente... porem ainda continuo sendo uma senhorita que se comporta como uma rainha.
E pego certas licenças poéticas que compreenderam não posso explicar muito.
Como cadela no cio com os calores do verão,
Melhor me molhar despidinha com uma mangueira...
Como cadela no cio com meu capulho estimulado
Esperando a entrada de teu estame.
Como cadela no cio com todos os cachorrinhos excitados, atraídos e
Querendo me dar forte, enquanto dou mordidas.
Como cadela no cio apetecendo você me espetar
Com teu aguilhão caramelado.
Como cadela no cio necessitando te atrair, meu macho,
Para deixar que você me transe, sabendo que estás "sempre alerta".
Como cadela no cio querendo você vir tocá-me as campainhas e
Faça música com meu sininho.
Como cadela no cio esperando em quatro,
Ao meu cachorro quente para me esfregar forte.
Como cadela no cio anelando você introduzir tua chave em minha fechadura,
Para a gente poder abrir a porta e sair brincar.
Como cadela no cio pedindo você encima de mim,
Para me roçar e friccioná-me suavemente.
Como cadela no cio com minha bucetinha bem aberta,
Para a tua serpente entrar.
Como cadela no cio te uivando para você trepá-me e
Passar de andar rápido para me galopar.
Como cadela no cio me dá água na boca,
Por me comer tua jeba.

Como cadela no cio com a maior fervura e
Me babando porque tua firmeza, tão esticada me copule.
Como cadela no cio tendo saudade no meu corpo,
Dos tiros que você me deu.
Como cadela no cio desejando você me cheirar,
Esta tesão proibida que você gera em mim.
Como cadela no cio me sentindo muito porca e procurando tua carne,
Para mordiscá-la e ofegar como uma surubada furiosa.
Como cadela no cio, com a mel em ponto de bala e
Esperando beber toda tua porrinha.
Como cadela no cio pretendendo amassar uma tremenda ereção,
Para deixá-la se friccionar e que não pare de entrar e sair da minha fonte.
Como cadela no cio, querendo gozar cometendo pecado
Sedenta de brincar com tua luxúria erguida.
Como cadela no cio ansiando usar o detector de minhas paixões
Que você tem "sempre alerta" em tua entreperna.
Como cadela no cio respirando forte em teu pescoço e
Desejando tua anatomia libidinosa muito perto de mim.
Como cadela no cio aguardando apertar e mamar tua naja,
Para você puder apertá-la contra mim e me bombear violentamente.
Como cadela no cio quente demais com você,
Querendo-a toda adentro para você me parti-lo.
Como cadela no cio esperando o cardápio que você queira oferece-me,
Para gozar como vagabunda com teu aço incandescente.

Como cadela no cio ansiando te faze-lo como uma pantera,
Para nos arrebentar muito apertadamente juntos como animais salvagens.
Como cadela no cio anelando a surpresa de teu pacote embrulhado para presente
Para tocá-lo, dar massagem nele e que abra seu caminho na minha umidade.
Como cadela no cio desejando lamber e chupar teu churro,
Para depois me sentar em tua Zella* quente.
Como cadela no cio você me tem.
* A palavra correta é: sela.
© Maria Laura Curzi - 2009
E pego certas licenças poéticas que compreenderam não posso explicar muito.
Como cadela no cio com os calores do verão,
Melhor me molhar despidinha com uma mangueira...
Como cadela no cio com meu capulho estimulado
Esperando a entrada de teu estame.
Como cadela no cio com todos os cachorrinhos excitados, atraídos e
Querendo me dar forte, enquanto dou mordidas.
Como cadela no cio apetecendo você me espetarCom teu aguilhão caramelado.
Como cadela no cio necessitando te atrair, meu macho,
Para deixar que você me transe, sabendo que estás "sempre alerta".
Como cadela no cio querendo você vir tocá-me as campainhas e
Faça música com meu sininho.
Como cadela no cio esperando em quatro,
Ao meu cachorro quente para me esfregar forte.
Como cadela no cio anelando você introduzir tua chave em minha fechadura,
Para a gente poder abrir a porta e sair brincar.
Como cadela no cio pedindo você encima de mim,
Para me roçar e friccioná-me suavemente.
Como cadela no cio com minha bucetinha bem aberta,
Para a tua serpente entrar.
Como cadela no cio te uivando para você trepá-me e
Passar de andar rápido para me galopar.
Como cadela no cio me dá água na boca,
Por me comer tua jeba.

Como cadela no cio com a maior fervura e
Me babando porque tua firmeza, tão esticada me copule.
Como cadela no cio tendo saudade no meu corpo,
Dos tiros que você me deu.
Como cadela no cio desejando você me cheirar,
Esta tesão proibida que você gera em mim.
Como cadela no cio me sentindo muito porca e procurando tua carne,
Para mordiscá-la e ofegar como uma surubada furiosa.
Como cadela no cio, com a mel em ponto de bala e
Esperando beber toda tua porrinha.
Como cadela no cio pretendendo amassar uma tremenda ereção,
Para deixá-la se friccionar e que não pare de entrar e sair da minha fonte.
Como cadela no cio, querendo gozar cometendo pecado
Sedenta de brincar com tua luxúria erguida.
Como cadela no cio ansiando usar o detector de minhas paixões
Que você tem "sempre alerta" em tua entreperna.
Como cadela no cio respirando forte em teu pescoço e
Desejando tua anatomia libidinosa muito perto de mim.
Como cadela no cio aguardando apertar e mamar tua naja,
Para você puder apertá-la contra mim e me bombear violentamente.
Como cadela no cio quente demais com você,
Querendo-a toda adentro para você me parti-lo.
Como cadela no cio esperando o cardápio que você queira oferece-me,
Para gozar como vagabunda com teu aço incandescente.

Como cadela no cio ansiando te faze-lo como uma pantera,
Para nos arrebentar muito apertadamente juntos como animais salvagens.
Como cadela no cio anelando a surpresa de teu pacote embrulhado para presente
Para tocá-lo, dar massagem nele e que abra seu caminho na minha umidade.
Como cadela no cio desejando lamber e chupar teu churro,
Para depois me sentar em tua Zella* quente.
Como cadela no cio você me tem.
* A palavra correta é: sela.
© Maria Laura Curzi - 2009
As bitch in heat
I had a hot summer... but I'm still a lady that behaves like a queen.
And I take some poetic licences that you will understand I can't explain much.
As bitch in heat with the hot of the summer,
Better to get wet naked with a hose.
As bitch in heat with my bud stimulated
Waiting the entry of your stamen.
As bitch in heat with all the puppies aroused, attracted and
Wanting to screwing me hard, while I give bites.
As bitch in heat longing for you to prick me
With your sugary goad.
As bitch in heat needing to attract you, my macho,
To let you bang me, knowing that you always "be prepared".
As bitch in heat wanting you to touch my buzzers and
Play music with my little bell.
As bitch in heat waiting in my all fours,
For my hot doggy to make me out hard.
As bitch in heat yearning for you to insert your key in my lock,
So we can open the door and go to play.
As bitch in heat asking you to come up on top of me,
To rub me down and massage me softly.
As bitch in heat with my pussy wide open,
For your snake to get in.
As bitch in heat howling for you to ride on me and
Go from the trot to gallop me.
As bitch in heat making my mouth water,
To eat your juicy sausage.
As bitch in heat with the ultimate feverish and
Drooling for your firmness, so upright to copulate me
As bitch in heat missing in my body,
The shots you fire me.
As bitch in heat wishing that you smell me,
This forbidden horniness you generate on me.
As bitch in heat feeling very sow and looking for your flesh,
To nibble it and gasp like a furious reveler.
As bitch in heat, with the honey much syrupy and
Hoping to drink all your milk.
As bitch in heat expecting to knead a huge erection,
To let it friction and not stopping of getting in and out of my spring.
As bitch in heat wanting to rejoice committing sin
Craving for play with your raised lust.
As bitch in heat burning to use the detector of my passions
That you have "be prepared" on your crotch.
As bitch in heat panting in your neck and
Desireing your lecher anatomy very close to me.
As bitch in heat awaiting to squeeze and suck your cobra,
For you to squash it against me and pump me violently
As bitch in heat much to hot with you,
Wanting it all inside me for you to break my ass.
As bitch in heat waiting the menu you would like to offer me,
To satisfy me as a merrymaker with your incandescent steel.
As bitch in heat wishing to do it with you like a panther,
To burst ourselves very tightly together like wild animals.
As bitch in heat dying for the surprise of your package gift-wrapped
To touch, massage and let it opens its way into my wet.
As bitch in heat wanting to lick and blow your mount,
To later seat on your hot saddle.
As bitch in heat you got me.
© Maria Laura Curzi - 2009
And I take some poetic licences that you will understand I can't explain much.
As bitch in heat with the hot of the summer,
Better to get wet naked with a hose.
As bitch in heat with my bud stimulated
Waiting the entry of your stamen.
As bitch in heat with all the puppies aroused, attracted and
Wanting to screwing me hard, while I give bites.
As bitch in heat longing for you to prick meWith your sugary goad.
As bitch in heat needing to attract you, my macho,
To let you bang me, knowing that you always "be prepared".
As bitch in heat wanting you to touch my buzzers and
Play music with my little bell.
As bitch in heat waiting in my all fours,
For my hot doggy to make me out hard.
As bitch in heat yearning for you to insert your key in my lock,
So we can open the door and go to play.
As bitch in heat asking you to come up on top of me,
To rub me down and massage me softly.
As bitch in heat with my pussy wide open,
For your snake to get in.
As bitch in heat howling for you to ride on me and
Go from the trot to gallop me.
As bitch in heat making my mouth water,
To eat your juicy sausage.
As bitch in heat with the ultimate feverish and
Drooling for your firmness, so upright to copulate me
As bitch in heat missing in my body,
The shots you fire me.
As bitch in heat wishing that you smell me,
This forbidden horniness you generate on me.
As bitch in heat feeling very sow and looking for your flesh,
To nibble it and gasp like a furious reveler.
As bitch in heat, with the honey much syrupy and
Hoping to drink all your milk.
As bitch in heat expecting to knead a huge erection,To let it friction and not stopping of getting in and out of my spring.
As bitch in heat wanting to rejoice committing sin
Craving for play with your raised lust.
As bitch in heat burning to use the detector of my passions
That you have "be prepared" on your crotch.
As bitch in heat panting in your neck and
Desireing your lecher anatomy very close to me.
As bitch in heat awaiting to squeeze and suck your cobra,
For you to squash it against me and pump me violently
As bitch in heat much to hot with you,
Wanting it all inside me for you to break my ass.
As bitch in heat waiting the menu you would like to offer me,
To satisfy me as a merrymaker with your incandescent steel.
As bitch in heat wishing to do it with you like a panther,
To burst ourselves very tightly together like wild animals.
As bitch in heat dying for the surprise of your package gift-wrapped
To touch, massage and let it opens its way into my wet.
As bitch in heat wanting to lick and blow your mount,
To later seat on your hot saddle.
As bitch in heat you got me.
© Maria Laura Curzi - 2009
jueves, 12 de febrero de 2009
Química
Tan cósmicamente cercanos,
Tan encantados como el mar y la luna.
Tan anatómicamente electrificados.
con tanta tensión entre nuestras concavidades y convexidades.
Tan divinamente destinados,
tan ardientes como el fuego y la madera.
Tan irremediablemente acompañados,
tan alegres como un brindis con copas y burbujas.
Tan humanamente alejados,
tan fusionados como un hielo en un vaso de gaseosa.
Tan hormonalmente necesitados,
tan mojados como la lengua y la boca.
Tan geograficamente parecidos,
tan unificados como la yema y la clara de un huevo.
Tan físicamente acalorados,
tan arrimados como el corazón y la sangre.
Tan corporalmente atraidos,
tan coordinados como las agujas y el reloj.
Tan sexualmente correspondidos,
tan pecadores como Eva y la manzana.
Tan mentalmente sincronizados,
tan calentados como la pizza y la muzzarella.
Tan febrilmente amorosos,
tan románticos como las gotas y la lluvia.
Tan secretamente condicionados,
tan imaginativos como el papel y el lápiz.
Tan fogosamente adentrados,
tan comprometidos como el maestro y los alumnos.
Tan emocionalmente entrelazados,
tan mezclados como el Fernet y la Coca-cola.
Tan familiarmente separados,
tan florecidos como la semilla y la tierra.
Tan sentimentalmente unidos,
tan juntos como los resortes y el amortiguador.
Tan matrimonialmente prohibidos,
tan placenteros como los dedos y los masajes.
Tan medicamente problemáticos,
tan acompasados como el cuchillo y el tenedor.
Tantas coincidencias y tantas cosas en común,
tantos años tarde,
tanta física y tanta química.
Tanta combustión,
tanta sabiduría de Dios...
© 2008 María Laura Curzi
Tan encantados como el mar y la luna.
Tan anatómicamente electrificados.
con tanta tensión entre nuestras concavidades y convexidades.
Tan divinamente destinados,
tan ardientes como el fuego y la madera.
Tan irremediablemente acompañados,
tan alegres como un brindis con copas y burbujas.
Tan humanamente alejados,
tan fusionados como un hielo en un vaso de gaseosa.
Tan hormonalmente necesitados,
tan mojados como la lengua y la boca.
Tan geograficamente parecidos,
tan unificados como la yema y la clara de un huevo.
Tan físicamente acalorados,
tan arrimados como el corazón y la sangre.
Tan corporalmente atraidos,
tan coordinados como las agujas y el reloj.
Tan sexualmente correspondidos,
tan pecadores como Eva y la manzana.
Tan mentalmente sincronizados,
tan calentados como la pizza y la muzzarella.
Tan febrilmente amorosos,
tan románticos como las gotas y la lluvia.
Tan secretamente condicionados,
tan imaginativos como el papel y el lápiz.
Tan fogosamente adentrados,
tan comprometidos como el maestro y los alumnos.
Tan emocionalmente entrelazados,
tan mezclados como el Fernet y la Coca-cola.
Tan familiarmente separados,
tan florecidos como la semilla y la tierra.
Tan sentimentalmente unidos,
tan juntos como los resortes y el amortiguador.
Tan matrimonialmente prohibidos,
tan placenteros como los dedos y los masajes.
Tan medicamente problemáticos,
tan acompasados como el cuchillo y el tenedor.
Tantas coincidencias y tantas cosas en común,
tantos años tarde,
tanta física y tanta química.
Tanta combustión,
tanta sabiduría de Dios...
© 2008 María Laura Curzi
Catalogos:
Bagual,
Chemistry,
Chocolatito,
Morocho,
Poesia,
Poetry,
Quimica,
Scout,
Villa Lugano
Química
Tão cosmicamente próximos,
Tão encantados como o mar e a lua.
Tão anatomicamente eletrificados,
Com tanta tensão entre nossas concavidades e convexidades.
Tão divinamente destinados,
Tão ardentes como o fogo e a madeira.
Tão irremediavelmente acompanhados,
Tão alegres como um brinde com taças e bolhas.
Tão humanamente afastados,
Tão fusionados como um gelo em um copo de soda.
Tão hormonalmente necessitados,
Tão molhados como a língua e a boca.
Tão geograficamente parecidos,
Tão unificados como a gema e a clara de ovo.
Tão fisicamente acalorados,
Tão esfregados como o coração e o sangue.
Tão corporalmente atraídos,
Tão coordenados como as agulhas e o relógio.
Tão sexualmente correspondidos,
Tão pecadores como Eva e a maçã.
Tão mentalmente sincronizados,
Tão esquentados como a pizza e a mozarela.
Tão febrilmente amorosos,
Tão românticos como os pingos e a chuva.
Tão secretamente condicionados,
Tão imaginativos como o papel e o lápis.
Tão fogosamente adentrados,
Tão comprometidos como o mestre e os alunos.
Tão emocionalmente entrelaçados,
Tão misturados como o Fernet e a Coca-cola.
Tão familiarmente separados,
Tão florescidos como a semente e a terra.
Tão sentimentalmente unidos,
Tão juntos como as molas e o amortecedor.
Tão matrimonialmente proibidos,
Tão prazenteiro como os dedos e as massagens.
Tão medicamente problemáticos,
Tão cadenciados como a faca e o garfo.
Tantas coincidências e tantas coisas em comum,
Tantos anos tarde,
Tanta física e tanta química,
Tanta combustão,
Tanta sabedoria de Deus...
© 2008 María Laura Curzi
Podem descarregar o álbum com a música dos Mecano daqui.
Ou do Rapidshare desde acá ou acá.
Ou só descarregar o MP3 da música "Las Cosas Pares" daqui.
http://www.mediafire.com/?rlenaerwlbb
Tão encantados como o mar e a lua.
Tão anatomicamente eletrificados,
Com tanta tensão entre nossas concavidades e convexidades.
Tão divinamente destinados,
Tão ardentes como o fogo e a madeira.
Tão irremediavelmente acompanhados,
Tão alegres como um brinde com taças e bolhas.
Tão humanamente afastados,
Tão fusionados como um gelo em um copo de soda.
Tão hormonalmente necessitados,
Tão molhados como a língua e a boca.
Tão geograficamente parecidos,
Tão unificados como a gema e a clara de ovo.
Tão fisicamente acalorados,
Tão esfregados como o coração e o sangue.
Tão corporalmente atraídos,
Tão coordenados como as agulhas e o relógio.
Tão sexualmente correspondidos,
Tão pecadores como Eva e a maçã.
Tão mentalmente sincronizados,
Tão esquentados como a pizza e a mozarela.
Tão febrilmente amorosos,
Tão românticos como os pingos e a chuva.
Tão secretamente condicionados,
Tão imaginativos como o papel e o lápis.
Tão fogosamente adentrados,
Tão comprometidos como o mestre e os alunos.
Tão emocionalmente entrelaçados,
Tão misturados como o Fernet e a Coca-cola.
Tão familiarmente separados,
Tão florescidos como a semente e a terra.
Tão sentimentalmente unidos,
Tão juntos como as molas e o amortecedor.
Tão matrimonialmente proibidos,
Tão prazenteiro como os dedos e as massagens.
Tão medicamente problemáticos,
Tão cadenciados como a faca e o garfo.
Tantas coincidências e tantas coisas em comum,
Tantos anos tarde,
Tanta física e tanta química,
Tanta combustão,
Tanta sabedoria de Deus...
© 2008 María Laura Curzi
Podem descarregar o álbum com a música dos Mecano daqui.
Ou do Rapidshare desde acá ou acá.
Ou só descarregar o MP3 da música "Las Cosas Pares" daqui.
http://www.mediafire.com/?rlenaerwlbb
Catalogos:
Bagual,
Chemistry,
Chocolatito,
Morocho,
Poesia,
Poetry,
Quimica,
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